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O caráter aprovado por Deus

25 junho, 2009 Elcio Deixe um comentário

O caráter aprovado por Deus – (1 Tessalonicenses 1-3)
por Elcio M. P. Soares
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Reflexão
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Reflexão 98Seja qual for o serviço prestado a Deus nos trabalhos da igreja o discípulo de Cristo deve colocar em prática os ensinamentos do Senhor. É preciso que ele procure ser exemplo para os outros, e assim a palavra e o nome de Deus não sejam difamados. É preciso que ele imite a Cristo, e dessa forma, seja notada a direção do Espírito Santo em sua vida. Por isso é muito importante que o servo de Deus tenha uma vida íntegra e correta aplicando sempre os ensinamentos do Senhor primeiramente em sua própria vida.
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Os servos que ministram na igreja precisam agir com seriedade em sua conduta, praticando os ensinamentos de Jesus, tendo a direção do Espírito Santo de Deus.
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Paulo é um exemplo de servo chamado para ministrar no trabalho de Deus. A conversão dele foi genuína, de perseguidor da igreja de Deus passou a ser perseguido por causa dela. O apóstolo abriu mão de seus direitos e de sua própria vontade para servir integralmente ao Senhor. Ele desenvolveu um caráter aprovado por Deus e que devemos imitar (1 Coríntios 11:1).
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Resumo:
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O discípulo de Cristo deve…
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1 – Praticar a verdade
2 – Ser um exemplo para os outros
3 – Imitar a Cristo
4 – Ter uma conduta irrepreensível
5 – Ter uma conversão genuína
6 – Ter a vontade de Deus como soberana
7 – Servir integralmente ao Senhor
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O que diz a palavra
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Texto base: 1 Tessalonicenses 1-3
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Chegando ao entendimento
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Através do exemplo de Paulo descrito na passagem de 1 Tessalonicenses 1-3, podemos comprovar como deve ser o caráter de um servo de Deus. A dedicação e o amor dele ao Senhor está acima de qualquer dificuldade que se possa encontrar no caminho. Analisemos cada detalhe desse caráter:
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1 – A oração e a intercessão devem fazer parte de sua vida (1:2-4)
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“2 Damos, sempre, graças a Deus por todos vós, mencionando-vos em nossas orações e, sem cessar, 3 recordando-nos, diante do nosso Deus e Pai, da operosidade da vossa fé, da abnegação do vosso amor e da firmeza da vossa esperança em nosso Senhor Jesus Cristo, 4  reconhecendo, irmãos, amados de Deus, a vossa eleição”
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Paulo intercedia por todos os irmãos, reconhecia o valor que tinham no serviço do Senhor e enfatizava e valorizava as suas qualidades.
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2 – Ser guiado com poder pelo Espírito Santo (1:5,6)
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“5 porque o nosso evangelho não chegou até vós tão-somente em palavra, mas, sobretudo, em poder, no Espírito Santo e em plena convicção, assim como sabeis ter sido o nosso procedimento entre vós e por amor de vós. 6  Com efeito, vos tornastes imitadores nossos e do Senhor, tendo recebido a palavra, posto que em meio de muita tribulação, com alegria do Espírito Santo”
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Paulo tinha convicção do que fazia, pois deixava o Espírito Santo guiar os seus passos. Ele não apenas ensinava a verdade, mas a praticava em sua própria vida (Efésios 4:9). Ele não desprezava as escrituras, pois cria nelas e deixava o Espírito de Deus auxiliá-lo (1 Tessalonicenses 5:19,20).
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3 – Ter coragem (2:1,2)
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“1 Porque vós, irmãos, sabeis, pessoalmente, que a nossa estada entre vós não se tornou infrutífera; 2  mas, apesar de maltratados e ultrajados em Filipos, como é do vosso conhecimento, tivemos ousada confiança em nosso Deus, para vos anunciar o evangelho de Deus, em meio a muita luta.”
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Paulo não se intimidava com a grande oposição e perseguição de seus adversários, porque tinha total confiança em Deus e sabia que Ele não o abandonaria. Mesmo sendo maltratado e insultado, não deixava de pregar a palavra. Lutava com todas as suas forças para alcançar o seu objetivo (Romanos 1:1).
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4 – Ser fiel (2:3,4)
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“3  Pois a nossa exortação não procede de engano, nem de impureza, nem se baseia em dolo; 4 pelo contrário, visto que fomos aprovados por Deus, a ponto de nos confiar ele o evangelho, assim falamos, não para que agrademos a homens, e sim a Deus, que prova o nosso coração.”
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Fidelidade é uma das virtudes pessoais que o servo de Deus deve desenvolver em sua vida, pois ela é um dos atributos naturais de Deus e Ele espera que todos os seus seguidores também tenham (1 Coríntios 1:9; 4:2). Deus confiou a Paulo o evangelho para que ele pudesse ser anunciado aos povos de conformidade com a vontade do Senhor. O apóstolo demonstrou a sua fidelidade falando apenas o que agradava a Deus e não aos homens. Ele não mudava a sua postura por causa das perseguições, tradições ou cultura, porque sabia de seu compromisso com Deus.
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5 – Não se corromper (2:5-7)
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“5 A verdade é que nunca usamos de linguagem de bajulação, como sabeis, nem de intuitos gananciosos. Deus disto é testemunha. 6 Também jamais andamos buscando glória de homens, nem de vós, nem de outros. 7 Embora pudéssemos, como enviados de Cristo, exigir de vós a nossa manutenção, todavia, nos tornamos carinhosos entre vós, qual ama que acaricia os próprios filhos”
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O servo de Deus não pode servir a dois senhores disse Jesus (Lucas 16:13). Aquele que quer trabalhar para Deus deve esquecer seus próprios interesses para fazer aquilo que o Senhor quer e da maneira que Ele quer. O discípulo de Cristo não se vende por nada. Não fala coisas vãs para agradar a homens nem faz seu trabalho por obrigação. Pelo contrário ele dá a sua vida pela obra de Deus, ele quer agradar a Deus sobre todas as coisas e faz o seu trabalho com amor e por amor a Jesus (1 Coríntios 10:33).
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6 – Ser irrepreensível (2:10)
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“Vós e Deus sois testemunhas do modo por que piedosa, justa e irrepreensivelmente procedemos em relação a vós outros, que credes.”
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Paulo se preocupava muito com o seu testemunho diante de Deus e dos homens. Ele procurava ter uma conduta limpa, correta e sem faltas (2 Coríntios 1:12). Ter uma vida limpa é o dever de todo filho de Deus.
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7 – Ter bondade em seu coração (2:11,12; 3:1,2)
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“11  E sabeis, ainda, de que maneira, como pai a seus filhos, a cada um de vós, 12  exortamos, consolamos e admoestamos, para viverdes por modo digno de Deus, que vos chama para o seu reino e glória. 1 Pelo que, não podendo suportar mais o cuidado por vós, pareceu-nos bem ficar sozinhos em Atenas; 2  e enviamos nosso irmão Timóteo, ministro de Deus no evangelho de Cristo, para, em benefício da vossa fé, confirmar-vos e exortar-vos”
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Paulo entendia a bondade de Deus e por isso procurava passá-la aos irmãos. Deus quer corrigir os homens de suas transgressões para transformá-los em novas criaturas. O apóstolo sabia da importância de corrigir os irmãos de suas faltas, por isso não deixava de exortar, repreender e admoestá-los a viverem uma vida santa na presença de Deus (Filipenses 1:27).
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8 – Ter alegria (3:9,10)
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“9 Pois que ações de graças podemos tributar a Deus no tocante a vós outros, por toda a alegria com que nos regozijamos por vossa causa, diante do nosso Deus, 10  orando noite e dia, com máximo empenho, para vos ver pessoalmente e reparar as deficiências da vossa fé?”

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A alegria de Paulo estava em primeiro lugar, servir a Deus levando a mensagem de salvação aos homens; segundo, em ver que seu trabalho não estava sendo em vão; e em terceiro, por ser útil aos irmãos. A alegria do cristão é saber que seu trabalho, esforço e sua fé serão recompensados pela salvação eterna no último dia. Paulo aprendeu a viver contente em qualquer situação, abrindo mão de tudo que possuía (Filipenses 3:8; 4:11).
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Aplicação
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Como vemos o Senhor já nos deixou o modelo do servo que lhe agrada. Aquele que se entrega completamente ao seu senhorio e autoridade. Se Paulo sendo um homem pecador como nós, serviu a Deus e conseguiu a Sua aprovação, porque nós não conseguiremos. Busquemos a Deus e a Sua soberana vontade enquanto há oportunidade e imitemos aqueles que seguem a verdade.
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Sugestões para aplicação:
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1 – Interceda e ore pelos irmãos
2 – Deixe o Espírito Santo guiá-lo
3 – Enfrente os desafios e obstáculos com fé em Deus
4 – Faça a vontade de Deus
5 – Ande em santidade e na Justiça de Deus
6 – Ajude os irmãos mais fracos, sustente-os e de suporte
7 – Contente-se com o que você tem
8 – Sirva a Deus com alegria
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Leitura de encorajamento:
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“Se buscares a sabedoria como a prata e como a tesouros escondidos a procurares, então, entenderás o temor do SENHOR e acharás o conhecimento de Deus. Porque o SENHOR dá a sabedoria, e da sua boca vem a inteligência e o entendimento. Ele reserva a verdadeira sabedoria para os retos; é escudo para os que caminham na sinceridade” (Provérbios 2:4-7)
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Junho – 2009

Obreiros aprovados por Deus

22 maio, 2009 Elcio 1 comentário

Obreiros aprovados por Deus (Tg 1:12-18)
por Elcio M. P. Soares
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Reflexão 107Questões para reflexão
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1) Quantas vezes somos pegos de surpresa numa situação inesperada? Ficamos tristes, pois como cristãos, sabemos que, quando erramos somos automaticamente reprovados por Deus. A nossa conduta muitas vezes não denota a piedade que professamos. O que precisamos fazer para que possamos ser aprovados pelo Senhor em toda e qualquer circunstância? Será que ganharemos algo com isso? 2) A tentação é algo que todo ser humano passa a enfrentar com maior rigor quando assume uma nova identidade, ou seja, se torna um seguidor fiel de Jesus Cristo. Será que podemos resistir às tentações que sobrevém a nós? Deus pode nos provar através de uma tentação? É possível que uma tentação possa vir de nós mesmos? 3) Quando pensamos em algo, ou desejamos, estamos pecando? Isso são perguntas que rodeiam nossas mentes às vezes quando estamos diante de situações que exigem uma postura firme e decidida. 4) A tentação por si só, é pecado? Quando estamos passando por uma situação de risco estamos pecando contra o Senhor? Algumas vezes não sabemos ao certo se pecamos ou não. Sabemos que o pecado nos separa de Deus, por isso precisamos fugir dele.  5) O inimigo em sua astúcia pode nos enganar “floreando” o pecado impedindo que possamos ver as consequências desastrosas provocadas por ele. Muitas vezes queremos enganar a nós mesmos achando que somos fortes. Será que é possível, sem a presença do Senhor? 6) A bondade, a graça e o amor vêm de Deus; sabendo disso por que procuramos algo diferente em nossas vidas muitas vezes? Certas ocasiões procuramos ou nos colocamos em situações que põem em risco a nossa saúde espiritual e harmonia com Deus. Por quê? 7) Somos nova criatura, e precisamos compreender essa verdade para que possamos ter uma vida que realmente agrade a Deus.
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O que diz a palavra
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12  Bem-aventurado o homem que suporta, com perseverança, a provação; porque, depois de ter sido aprovado, receberá a coroa da vida, a qual o Senhor prometeu aos que o amam. 13  Ninguém, ao ser tentado, diga: Sou tentado por Deus; porque Deus não pode ser tentado pelo mal e ele mesmo a ninguém tenta. 14  Ao contrário, cada um é tentado pela sua própria cobiça, quando esta o atrai e seduz. 15  Então, a cobiça, depois de haver concebido, dá à luz o pecado; e o pecado, uma vez consumado, gera a morte. 16  Não vos enganeis, meus amados irmãos. 17  Toda boa dádiva e todo dom perfeito são lá do alto, descendo do Pai das luzes, em quem não pode existir variação ou sombra de mudança. 18  Pois, segundo o seu querer, ele nos gerou pela palavra da verdade, para que fôssemos como que primícias das suas criaturas” (Tg 1:12-18).
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Chegando ao entendimento
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1 – A verdadeira felicidade – verso 12
Tiago nos diz que somos realmente felizes se permanecermos firmes diante das provações. Porque teremos a aprovação de Deus e além dessa maravilhosa bênção receberemos dEle a recompensa da salvação eterna. Mas essa promessa é só para aqueles que realmente o amam.
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2 – A tentação não vem de Deus – verso 13
Nunca poderemos pensar, muito menos dizer que uma tentação que passamos vem de Deus. Ele não tenta ninguém e a Bíblia é clara sobre isso. Neste versículo é comprovado para nós mais uma vez. A tentação é algo maléfico, que pode nos destruir. O Senhor que não pode ser tentado pelo mal, pelo contrário quer o melhor para nós e Ele aperfeiçoa a cada dia as nossas vidas.
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3 – A tentação vem pela cobiça – verso 14
A cobiça, que é o desejo de se ter algo que não é seu, é uma dos maiores inimigos para se ter uma consciência limpa perante Deus. Ele conhece nossos pensamentos e sabe qual são as nossas verdadeiras intenções. Precisamos tomar cuidado, pois a cobiça pode nos enganar e levar para algo pior.
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4 – O pecado é algo mortal – verso 15
Se nos deixamos levar pela nossa própria cobiça, ela frutifica e gera o pecado, quando que, nessa situação fica quase impossível não cair, pois nossa carne é fraca e já estamos envolvidos demais para voltar. Então pecamos e com isso afastamos de Deus, pois Ele não pode contemplar o pecado. Se não houver arrependimento permaneceremos sem Deus, ou seja, mortos em nossos pecados.
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5 – Não se engane – verso 16
As situações ou caminhos fáceis em nossas vidas nos levarão ao fracasso. Nosso coração nos engana fazendo com que achemos que podemos enfrentar sozinhos os obstáculos. Satanás embrulha as coisas ruins com um lindo papel de presente para que pensemos que são boas. Ele nos oferece gratuitamente “algo maravilhoso” que satisfaz prontamente os nossos desejos carnais, mas ao abri-lo vemos que fomos redondamente enganados. Tarde demais. Não caia nessa!
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6 – Deus nos dá o que é bom – verso 17
Quando recebemos um presente, não quer dizer que o mereçamos. Alguém nos dá um presente como uma forma de demonstrar o seu carinho por nós. Assim é Deus, pois Ele nos presenteia com sua graça e toda sorte de bênçãos espirituais pelo Seu amor por nós sem merecermos. O Senhor não muda a cada instante para satisfazer os nossos desejos. Pelo contrário, Ele já preparou desde a fundação do mundo um plano perfeito de redenção para o homem, que vem pela obediência ao Seu Filho Jesus Cristo. Quem não obedece ao Senhor Jesus, não pode agradar a Deus.
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7 – Somos feitura dEle – verso 18
Éramos trevas e Deus nos gerou em Cristo Jesus para andar em Sua luz em perfeita harmonia com Ele, como na fundação do mundo quando tudo que o Senhor criou era bom e estava em Sua santa presença, livres do mal e do pecado (Gn 1:31).
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Aplicação
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1 – Permaneça firme para ser feliz (Rm 5:1-4; Cl 1:11; Hb 10:36)
2 – Vença o mal com o poder de Deus (Ef 6:10,11; Jd 1:24,25)
3 – Não se deixe vencer pelos seus desejos (Pv 21:25; 1 Ts 4:4,5)
4 – Diga não ao pecado (1 Jo 3:9; Ez 3:21)
5 – Esteja atento para não vacilar (Cl 4:2; Hebreus 10:23; Is 32:3)
6 – Tome posse das bênçãos que vem de Deus (1 Tm 6:12-14; Ef 1:3-10)
7 – Viva em unidade com o Criador (Jo 17:22,23; 1 Ts 5:8-10)
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Leitura de encorajamento
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“Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade” (2 Tm 2:15).
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Maio – 2009

Disputas

15 maio, 2009 Elcio Deixe um comentário

Disputas: será que é para isso que Jesus nos chamou?
por Elcio M. P. Soares
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Jesus lavando os pés - 1Uma disputa aconteceu entre os apóstolos em Lucas 9:46-48. Quem é o maior? Jesus enfim disse que “aquele que entre vós for o menor de todos, esse é que é grande” (Lucas 9:48c). E também que “… o maior dentre vós será vosso servo. Quem a si mesmo se exaltar será humilhado; e quem a si mesmo se humilhar será exaltado” (Mateus 23:11,12). Infelizmente, as disputas entre homens que professam serem seguidores de Jesus acontecem. Será que estamos contribuindo para que isto continue? É óbvio que Deus não aprova tais atitudes conforme os versículos acima. Jesus nos fez um chamado; Ele quer que sirvamos uns aos outros (Marcos 10:43); estamos servindo? E também que consideremos os outros superiores a nós mesmos (Filipenses 2:3); estamos considerando? Jesus quer que amemos uns aos outros (Marcos 12:31); estamos amando? Não adianta nada declararmos que somos cristãos se não queremos ouvir e cumprir os mandamentos do Senhor Jesus. Precisamos buscar conhecer verdadeiramente a vontade de Deus para as nossas vidas em sua Palavra, para assim seguir e praticar única e exclusivamente aos ensinamentos do Senhor Jesus; aquilo que realmente Ele quer e espera de cada um de nós.
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O Senhor nos incentivou a disputar quem é o maior ou o melhor? Não! Ele nos instruiu a amar uns aos outros. O apóstolo Paulo inspirado pelo Espírito Santo, instruiu em 2 Coríntios 6:6 a não fingirmos que amamos uns aos outros. Mesma instrução foi dada por Pedro: “… tendo em vista o amor fraternal não fingido, amai-vos, de coração, uns aos outros ardentemente” (1 Pedro 1:22). O amor cristão deve ser profundo. Deve ser sincero. Deve ser verdadeiro. Devemos ser gentis, hospitaleiros e amáveis para com todos independentemente de nacionalidade, grau de instrução ou posição social. O nosso amor não deve ser dado somente àqueles a quem “gostamos”, mas a todos quantos Deus espera que amemos, assim como Ele nos amou. Uma pergunta para refletirmos: que diferença há em amar a quem nos ama, não fazem os incrédulos o mesmo? Que recompensa esperamos receber de Deus com tal atitude? Na cruz, Jesus amou a todos; Ele morreu por todos. Mas infelizmente, muitos não reconhecem isto.
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Como cristãos, devemos ser sinceros em toda e qualquer situação. “… a minha boca proclamará a verdade; e … os meus lábios abominam a impiedade” (Provérbios 8:7). Se Jesus estivesse fisicamente andando ao nosso lado, como será que Ele analisaria o nosso desempenho como cristãos? Seríamos aprovados ou reprovados em nossas atitudes? Jesus andou no meio de pecadores para salva-los. Jesus estava onde eles estavam. Temos ido aos locais onde eles se encontram para levar a esperança e o evangelho da salvação? (Mateus 25:34-46). Será que na correria em que andamos, temos tempo pra praticar ensino como este?
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Jesus foi chamado de “glutão e bebedor de vinho, amigo de publicanos e pecadores” (Mateus 11:19). Ele foi questionado porque comeu “com os publicanos e pecadores” (Mateus 9:11) e por ir a um banquete na casa de um cobrador de impostos desprezado pelos judeus e estar comendo e bebendo “com os publicanos e pecadores” (Lucas 5:30). Murmuravam ao seu respeito porque ele “recebia pecadores e comia com eles” (Lucas 15:2), ao passo dele responder sabiamente que “os sãos não precisam de médico, e sim os doentes” (Lucas 5:31). Os doentes precisam de médico e Jesus é o Médico para estes doentes.
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Estas eram as imagens que Jesus tinha perante os “justos” daquela época – fariseus, escribas e mestres da lei: Glutão, bebedor de vinho e amigo de pecadores. E nós, queremos ser vistos com os “pecadores”; comer, receber e banquetear com eles, ou somos “justos” demais para isso? Queremos estar só com aqueles a quem “gostamos” ou temos afinidade? “… se amardes os que vos amam, que recompensa tendes? Não fazem os publicanos também o mesmo?” (Mateus 5:46 e Lucas 6:32). “Se fizerdes o bem aos que vos fazem o bem, qual é a vossa recompensa? Até os pecadores fazem isso” (Lucas 6:33). “E, se emprestais àqueles de quem esperais receber, qual é a vossa recompensa? Também os pecadores emprestam aos pecadores, para receberem outro tanto” (Lucas 6:34). Que possamos refletir bastante sobre estas palavras de Jesus, pois elas demonstram que o cidadão do reino precisa ir muito além das atitudes daqueles que não conhecem a Deus.
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“Amai, porém, os vossos inimigos, fazei o bem e emprestai, sem esperar nenhuma paga; será grande o vosso galardão, e sereis filhos do Altíssimo. Pois ele é benigno até para com os ingratos e maus. Sede misericordiosos, como também é misericordioso vosso Pai” (Lucas 6:35,36). Estas são as verdadeiras atitudes de um cidadão do reino, ou seja, atitudes de um filho de Deus.
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Acordemos para realidade do chamado de Cristo: “Não temas; doravante serás pescador de homens” (Lucas 5:10). É para isso que o Senhor nos chamou. Para andar como Ele andou e amar como Ele amou, servindo-o como servos em obediência a sua vontade, levando a sua mensagem salvadora aos perdidos. Ele não nos chamou para disputarmos entre nós em quem é o maior, quem sabe mais, quem pode mais ou pior, quem manda mais. Jesus é o Senhor e só Ele tem autoridade em todas as coisas. Vamos ouvir, guardar e praticar o que Ele realmente ensina e espera de seus seguidores. “Novo mandamento vos dou: que vos ameis uns aos outros; assim como eu vos amei, que também vos ameis uns aos outros” (João 13:34).
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Revisado e alterado em Maio 2009

Meditação – João 13:34,35

24 abril, 2009 Elcio Deixe um comentário

Novo mandamento – João 13:34,35

por Elcio M. P. Soares

 

Jesus-13“Novo mandamento vos dou: que vos ameis uns aos outros; assim como eu vos amei, que também vos ameis uns aos outros. Nisto conhecerão todos que sois meus discípulos: se tiverdes amor uns aos outros”. (João 13:34,35)

 

- “Novo mandamento vos dou”. Um mandamento recém chegado, mas que se baseia no 2º grande mandamento da antiga lei, “Amarás o teu próximo como a ti mesmo” (Mateus 22:39). É uma ordem inquestionável de Jesus para que o homem se aproxime mais do caráter santo e perfeito de Deus. Jesus viveu intensamente este amor e mostrou na prática como devemos andar também, ou seja, amando uns aos outros como Ele nos amou. “Nisto conhecerão todos que sois meus discípulos”. Jesus esteve no meio de nós – os pecadores – para dar-nos esperança. Ele andou em nosso meio para nos resgatar do poder do pecado. Em sua passagem aqui na terra, o Senhor amou intensamente aos homens, curando-os de suas enfermidades físicas, emocionais e principalmente espirituais. Jesus não só os curava, mas ordenava a não pecarem mais, pois a maior enfermidade dos homens não estava naquele corpo curado, mas em suas mentes; em seus corações. O pecado é a maior enfermidade do ser humano e é exatamente por isso que Jesus desceu dos céus, pois as nossas “iniqüidades fazem separação” entre nós e o nosso Deus (Isaías 59:2). Ele desceu para nos curar dessa grande enfermidade que nos afeta. No entanto, todos aqueles que foram curados – fisicamente falando – foram tragados pela morte um dia. Mas se eles compreenderam e guardaram o que lhes foi dito pelo Senhor – para não pecarem mais -, com certeza eles não foram vencidos pela morte, mas aguardam a preciosa e bem-vinda volta de Cristo, onde serão ressuscitados para a eternidade e estarão para sempre na presença de Deus no reino dos céus. Esta também é a nossa esperança. Portanto amemos uns aos outros como Jesus nos amou, pois “se alguém disser: Amo a Deus, e odiar a seu irmão, é mentiroso; pois aquele que não ama a seu irmão, a quem vê, não pode amar a Deus, a quem não vê” (1 João 4:20).

 

Abril – 2009

 

Meditação – Romanos 13:8

9 abril, 2009 Elcio Deixe um comentário

Quem ama o próximo cumpre a lei – Romanos 13:8

por Elcio M. P. Soares

 

Romanos-138

 

“A ninguém fiqueis devendo coisa alguma,

exceto o amor com que vos ameis uns aos outros;

pois quem ama o próximo tem cumprido a lei.” (Romanos 13:8)


- Como cristãos, temos a responsabilidade de zelar pelo nome que levamos. Se não estamos tão preocupados com o nosso nome, precisamos lembrar que carregamos um nome precioso e maravilhoso, que é o nome de Cristo. A responsabilidade de carregar este nome já é suficiente para termos condutas irrepreensíveis perante Deus e os homens. Não podemos deixar que o nosso “nome” de cristão, seja manchado por uma vida desordenada. A instrução aqui é de não dever nada. Se não podemos dever nada, então precisamos aprender a lidar com toda e qualquer situação que possa nos levar a isso. Mas uma coisa estaremos sempre em divida: o amor, pois este, precisamos compartilhar todos os dias, em todo tempo e em todos os momentos. Por mais que amemos, sempre estaremos em divida, porque não temos como pagar o que Cristo fez por todos nós. Nossa conduta deve ser irrepreensível para com Deus, para com todas as pessoas e para com as autoridades. O amor que recebemos de Deus precisa ser compartilhado e oferecido a todos e não somente a alguns poucos que escolhemos. Este é o verdadeiro amor. Esta é maneira certa de amar ao próximo. Que o Senhor nos guie e ilumine.

 

Abril – 2009

 

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