Obreiros aprovados por Deus
Obreiros aprovados por Deus (Tg 1:12-18)
por Elcio M. P. Soares
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Questões para reflexão
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1) Quantas vezes somos pegos de surpresa numa situação inesperada? Ficamos tristes, pois como cristãos, sabemos que, quando erramos somos automaticamente reprovados por Deus. A nossa conduta muitas vezes não denota a piedade que professamos. O que precisamos fazer para que possamos ser aprovados pelo Senhor em toda e qualquer circunstância? Será que ganharemos algo com isso? 2) A tentação é algo que todo ser humano passa a enfrentar com maior rigor quando assume uma nova identidade, ou seja, se torna um seguidor fiel de Jesus Cristo. Será que podemos resistir às tentações que sobrevém a nós? Deus pode nos provar através de uma tentação? É possível que uma tentação possa vir de nós mesmos? 3) Quando pensamos em algo, ou desejamos, estamos pecando? Isso são perguntas que rodeiam nossas mentes às vezes quando estamos diante de situações que exigem uma postura firme e decidida. 4) A tentação por si só, é pecado? Quando estamos passando por uma situação de risco estamos pecando contra o Senhor? Algumas vezes não sabemos ao certo se pecamos ou não. Sabemos que o pecado nos separa de Deus, por isso precisamos fugir dele. 5) O inimigo em sua astúcia pode nos enganar “floreando” o pecado impedindo que possamos ver as consequências desastrosas provocadas por ele. Muitas vezes queremos enganar a nós mesmos achando que somos fortes. Será que é possível, sem a presença do Senhor? 6) A bondade, a graça e o amor vêm de Deus; sabendo disso por que procuramos algo diferente em nossas vidas muitas vezes? Certas ocasiões procuramos ou nos colocamos em situações que põem em risco a nossa saúde espiritual e harmonia com Deus. Por quê? 7) Somos nova criatura, e precisamos compreender essa verdade para que possamos ter uma vida que realmente agrade a Deus.
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O que diz a palavra
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“12 Bem-aventurado o homem que suporta, com perseverança, a provação; porque, depois de ter sido aprovado, receberá a coroa da vida, a qual o Senhor prometeu aos que o amam. 13 Ninguém, ao ser tentado, diga: Sou tentado por Deus; porque Deus não pode ser tentado pelo mal e ele mesmo a ninguém tenta. 14 Ao contrário, cada um é tentado pela sua própria cobiça, quando esta o atrai e seduz. 15 Então, a cobiça, depois de haver concebido, dá à luz o pecado; e o pecado, uma vez consumado, gera a morte. 16 Não vos enganeis, meus amados irmãos. 17 Toda boa dádiva e todo dom perfeito são lá do alto, descendo do Pai das luzes, em quem não pode existir variação ou sombra de mudança. 18 Pois, segundo o seu querer, ele nos gerou pela palavra da verdade, para que fôssemos como que primícias das suas criaturas” (Tg 1:12-18).
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Chegando ao entendimento
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1 – A verdadeira felicidade – verso 12
Tiago nos diz que somos realmente felizes se permanecermos firmes diante das provações. Porque teremos a aprovação de Deus e além dessa maravilhosa bênção receberemos dEle a recompensa da salvação eterna. Mas essa promessa é só para aqueles que realmente o amam.
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2 – A tentação não vem de Deus – verso 13
Nunca poderemos pensar, muito menos dizer que uma tentação que passamos vem de Deus. Ele não tenta ninguém e a Bíblia é clara sobre isso. Neste versículo é comprovado para nós mais uma vez. A tentação é algo maléfico, que pode nos destruir. O Senhor que não pode ser tentado pelo mal, pelo contrário quer o melhor para nós e Ele aperfeiçoa a cada dia as nossas vidas.
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3 – A tentação vem pela cobiça – verso 14
A cobiça, que é o desejo de se ter algo que não é seu, é uma dos maiores inimigos para se ter uma consciência limpa perante Deus. Ele conhece nossos pensamentos e sabe qual são as nossas verdadeiras intenções. Precisamos tomar cuidado, pois a cobiça pode nos enganar e levar para algo pior.
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4 – O pecado é algo mortal – verso 15
Se nos deixamos levar pela nossa própria cobiça, ela frutifica e gera o pecado, quando que, nessa situação fica quase impossível não cair, pois nossa carne é fraca e já estamos envolvidos demais para voltar. Então pecamos e com isso afastamos de Deus, pois Ele não pode contemplar o pecado. Se não houver arrependimento permaneceremos sem Deus, ou seja, mortos em nossos pecados.
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5 – Não se engane – verso 16
As situações ou caminhos fáceis em nossas vidas nos levarão ao fracasso. Nosso coração nos engana fazendo com que achemos que podemos enfrentar sozinhos os obstáculos. Satanás embrulha as coisas ruins com um lindo papel de presente para que pensemos que são boas. Ele nos oferece gratuitamente “algo maravilhoso” que satisfaz prontamente os nossos desejos carnais, mas ao abri-lo vemos que fomos redondamente enganados. Tarde demais. Não caia nessa!
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6 – Deus nos dá o que é bom – verso 17
Quando recebemos um presente, não quer dizer que o mereçamos. Alguém nos dá um presente como uma forma de demonstrar o seu carinho por nós. Assim é Deus, pois Ele nos presenteia com sua graça e toda sorte de bênçãos espirituais pelo Seu amor por nós sem merecermos. O Senhor não muda a cada instante para satisfazer os nossos desejos. Pelo contrário, Ele já preparou desde a fundação do mundo um plano perfeito de redenção para o homem, que vem pela obediência ao Seu Filho Jesus Cristo. Quem não obedece ao Senhor Jesus, não pode agradar a Deus.
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7 – Somos feitura dEle – verso 18
Éramos trevas e Deus nos gerou em Cristo Jesus para andar em Sua luz em perfeita harmonia com Ele, como na fundação do mundo quando tudo que o Senhor criou era bom e estava em Sua santa presença, livres do mal e do pecado (Gn 1:31).
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Aplicação
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1 – Permaneça firme para ser feliz (Rm 5:1-4; Cl 1:11; Hb 10:36)
2 – Vença o mal com o poder de Deus (Ef 6:10,11; Jd 1:24,25)
3 – Não se deixe vencer pelos seus desejos (Pv 21:25; 1 Ts 4:4,5)
4 – Diga não ao pecado (1 Jo 3:9; Ez 3:21)
5 – Esteja atento para não vacilar (Cl 4:2; Hebreus 10:23; Is 32:3)
6 – Tome posse das bênçãos que vem de Deus (1 Tm 6:12-14; Ef 1:3-10)
7 – Viva em unidade com o Criador (Jo 17:22,23; 1 Ts 5:8-10)
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Leitura de encorajamento
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“Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade” (2 Tm 2:15).
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Maio – 2009

“Ele vos deu vida, estando vós mortos nos vossos delitos e pecados, nos quais andastes outrora, segundo o curso deste mundo, segundo o príncipe da potestade do ar, do espírito que agora atua nos filhos da desobediência; entre os quais também todos nós andamos outrora, segundo as inclinações da nossa carne, fazendo a vontade da carne e dos pensamentos; e éramos, por natureza, filhos da ira, como também os demais.”
“Ora, se Deus não poupou anjos quando pecaram, antes, precipitando-os no inferno, os entregou a abismos de trevas, reservando-os para juízo; e não poupou o mundo antigo, mas preservou a Noé, pregador da justiça, e mais sete pessoas, quando fez vir o dilúvio sobre o mundo de ímpios; e, reduzindo a cinzas as cidades de Sodoma e Gomorra, ordenou-as à ruína completa, tendo-as posto como exemplo a quantos venham a viver impiamente;
“Mas já está próximo o fim de todas as coisas; portanto sede sóbrios e vigiai em oração; tendo antes de tudo ardente amor uns para com os outros, porque o amor cobre uma multidão de pecados;”
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