Evangelizando cidades

Evangelizando cidades

1 Em Icônio, Paulo e Barnabé entraram juntos na sinagoga judaica e falaram de tal modo, que veio a crer grande multidão, tanto de judeus como de gregos. 2 Mas os judeus incrédulos incitaram e irritaram os ânimos dos gentios contra os irmãos. 3 Entretanto, demoraram-se ali muito tempo, falando ousadamente no Senhor, o qual confirmava a palavra da sua graça, concedendo que, por mão deles, se fizessem sinais e prodígios.” (Atos 14:1-3)

Paulo e Barnabé não se importavam em saber que o local e lugar que iam não era “conveniente”. Eles entraram numa sinagoga (local tipicamente judaico) pregando com coragem o evangelho. Como sempre, opositores se rebelaram e procuraram colocar empecilhos a pregação do evangelho, mas a ação de judeus incrédulos resultou num efeito contrário (efeito colateral) onde os irmãos permaneceram ainda mais por ali, pregando com mais ousadia e intrepidez a Cristo; palavra confirmada pelos milagres realizados por Deus por intermédio dos discípulos.

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Fazei discípulos

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“Jesus, aproximando-se, falou-lhes, dizendo: Toda a autoridade me foi dada no céu e na terra. Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; ensinando-os a guardar todas as coisas que vos tenho ordenado. E eis que estou convosco todos os dias até à consumação do século.” (Mt 28:18-20)

Atualmente na igreja parece que a ordem expressa de Jesus dada em Mateus 28:18-20 foi esquecida, mudada ou substituída. Hoje pouco se fala em ser e fazer discípulos. Consequentemente esta anomalia provoca a falta de uma vida de devoção e também afeta o crescimento multiplicativo da igreja do Senhor. Na maioria das vezes o modelo não é Cristo, e sim, o que outras “igrejas” tem feito.

A nossa fé e a prática se tornam “mecânicas”, quando deveriam ser disciplinadas pelo ensinamento de Jesus! É estritamente necessário que voltemos a obedecer ao Seu comissionamento. Só assim a igreja alcançara sua meta de ter verdadeiros seguidores de Jesus, conscientes de suas responsabilidades, atuando com vigor nos serviços cristãos e tendo como cabeça unicamente Jesus.

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A impiedade dos homens

“A ira de Deus se revela do céu contra toda impiedade e perversão dos homens que detêm a verdade pela injustiça; porquanto o que de Deus se pode conhecer é manifesto entre eles, porque Deus lhes manifestou.” (Romanos 1:18,19)

A impiedade é cada vez maior entre os homens; e dessa forma buscam solução onde não há solução. Como diz aquele belo cântico: “Ao sentir um mundo ao meu redor, nada vi que pudesse ser real. Percebi que todos buscam paz, porém, em vão, pois naquilo que procuram, não há solução. Só em Jesus, a paz real eu pude encontrar. O seu amor pude experimentar. Me entreguei a Cristo e a vida eterna vou gozar.” Onde está a solução? A solução para as enfermidades da alma e do espírito está em Cristo e Sua Palavra. Certa vez ouvi um sermão onde o pregador disse: “o mundo está igual ou pior aos tempos de Noé e Sodoma e Gomorra.” Será? Creio que sim!

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A conversão de um publicano

1 Entrando em Jericó, atravessava Jesus a cidade. 2 Eis que um homem, chamado Zaqueu, maioral dos publicanos e rico, 3 procurava ver quem era Jesus, mas não podia, por causa da multidão, por ser ele de pequena estatura. 4 Então, correndo adiante, subiu a um sicômoro a fim de vê-lo, porque por ali havia de passar. 5 Quando Jesus chegou àquele lugar, olhando para cima, disse-lhe: Zaqueu, desce depressa, pois me convém ficar hoje em tua casa. 6 Ele desceu a toda a pressa e o recebeu com alegria. 7 Todos os que viram isto murmuravam, dizendo que ele se hospedara com homem pecador. 8 Entrementes, Zaqueu se levantou e disse ao Senhor: Senhor, resolvo dar aos pobres a metade dos meus bens; e, se nalguma coisa tenho defraudado alguém, restituo quatro vezes mais. 9 Então, Jesus lhe disse: Hoje, houve salvação nesta casa, pois que também este é filho de Abraão. 10 Porque o Filho do Homem veio buscar e salvar o perdido.” (Lucas 19:1-10)

Este cobrador de impostos nos tempos de Jesus era chefe entre os publicanos e também um homem rico. Ao saber da presença de Jesus em sua cidade não teve outra atitude que não fosse a de vê-lo. A multidão e sua baixa estatura não foram obstáculos para este “maioral dos publicanos”; ele tinha um propósito e agiu em prol de seu intento. Subiu em uma figueira para avistar o Senhor.

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Agindo desordenadamente

“De fato, é justo para com Deus que ele dê em paga tribulação aos que vos atribulam e a vós outros, que sois atribulados, alívio juntamente conosco, quando do céu se manifestar o Senhor Jesus com os anjos do seu poder, em chama de fogo, tomando vingança contra os que não conhecem a Deus e contra os que não obedecem ao evangelho de nosso Senhor Jesus. Estes sofrerão penalidade de eterna destruição, banidos da face do Senhor e da glória do seu poder” (2 Tessalonicenses 1:6–9).

Alguns pensam erroneamente que há um Deus no Velho Testamento e outro no Novo Testamento. Já outros pensam que Deus “mudou”; Ele agia de uma forma na Antiga Aliança e de outra na Nova Aliança. Deus não mudou, pois Ele é imutável: “Toda boa dádiva e todo dom perfeito são lá do alto, descendo do Pai das luzes, em quem não pode existir variação ou sombra de mudança” (Tiago 1:17). O fato é que na primeira aliança, Deus tratava os desobedientes de forma temporal; já na nova aliança, o Senhor já pré-determinou um dia onde acertará as contas com todos os seres humanos (Atos 17:30,31; Hebreus 4:12,13; João 12:48; Romanos 14:12). “Porque importa que todos nós compareçamos perante o tribunal de Cristo, para que cada um receba segundo o bem ou o mal que tiver feito por meio do corpo.” (2 Coríntios 5:10).

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