Carne

Meditação – Efésios 2:1-3

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Ele nos deu vida

 

Efesios-21-3“Ele vos deu vida, estando vós mortos nos vossos delitos e pecados, nos quais andastes outrora, segundo o curso deste mundo, segundo o príncipe da potestade do ar, do espírito que agora atua nos filhos da desobediência; entre os quais também todos nós andamos outrora, segundo as inclinações da nossa carne, fazendo a vontade da carne e dos pensamentos; e éramos, por natureza, filhos da ira, como também os demais.” (Efésios 2:1-3)

 

– A vida está em Cristo e fora dele só há morte. O pecado gera morte e como diz Paulo “o salário do pecado é a morte” (Romanos 6:23). Antes de Cristo, estávamos como todos aqueles que não o conhecem, vivos na carne, porém, mortos espiritualmente; andávamos sem rumo, sem esperança e sem propósito, perdidos em nossas transgressões contra Deus. Nosso caminho era no “curso deste mundo”; o curso que leva a perdição e a condenação por causa do pecado.

Não nos enganemos “o mundo inteiro jaz no Maligno” (1 João 5:19) e só em Cristo é possível a salvação. Os homens andam segundo suas paixões e desejos desenfreados da carne. São dominados pelo poder do pecado, mas em Cristo encontramos a libertação do domínio da corrupção moral e física, e passamos a ser guiados pelo Espírito Santo, que passa a habitar naqueles obedecem ao chamado do Senhor.

Na carne somos inclinados as coisas do mundo, visíveis e perecíveis, como as delícias e prazeres corrompidos que ele pode oferecer. Pelo Espírito, somos inclinados a buscar as coisas lá do alto, que são invisíveis aos nossos olhos, mas são eternas e nos leva ao perdão e a misericórdia de Deus.

Deixemos a desobediência do pecado, “olhando firmemente para o Autor e Consumador da fé, Jesus” (Hebreus 12:2), “que nos livra da ira vindoura” (1 Tessalonicenses 1:10).

 

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Meditação – 2 Pedro 2:9-11

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 Livrando os piedosos

2-pedro-29-11

 

“É porque o Senhor sabe livrar da provação os piedosos e reservar, sob castigo, os injustos para o Dia de Juízo, especialmente aqueles que, seguindo a carne, andam em imundas paixões e menosprezam qualquer governo. Atrevidos, arrogantes, não temem difamar autoridades superiores, ao passo que anjos, embora maiores em força e poder, não proferem contra elas juízo infamante na presença do Senhor.” (2 Pedro 2:9-11)

 

– Pedro destacou dois homens neste contexto atribuído ao que acontecerá com os falsos mestres e seus seguidores: o exemplo da fidelidade e obediência na vida de Noé e o exemplo de retidão e santidade na vida de Ló. Noé, o “pregador da justiça” e Ló o “justo”.

O apóstolo exibiu o contraste de como Deus trata a piedade e a impiedade dos homens: os primeiros serão libertos e os outros reservados a punição. O impressionante é que mesmo sabendo do castigo que há de vir aos que andam na impiedade, não só continuam a fazer, mas estimulam outros a seguirem suas praticas libertinas. Continuam no engano das doutrinas humanas, ao amor do dinheiro, exigindo e cobrando “tarifas” para manter a regalia de suas vidas recheadas de “imundas paixões”, e por fim a uma conduta iníqua perante Deus.

Com irreverência e soberba, eles não respeitam a autoridade e o governo de Deus e também àqueles a quem o Senhor concede, como se fossem auto-suficientes e que nunca terão que prestar contas de suas praticas libertinas. Nem os anjos que em relação a força e poder, superam os homens, são irreverentes ao ponto de difamar “autoridades superiores”.

Nossa tendência é falar mal das autoridades, principalmente daquelas ligadas a política (e há razões suficientes para isso). Em romanos 13, porém, Paulo nos  mostrou que devemos respeitar e cumprir as leis humanas sob pena de punição rigorosa se rebelarmos contra elas; e em 1 Timóteo 2, a orarmos e intercedermos pelas autoridades e todos os homens “para que vivamos vida tranqüila e mansa, com toda piedade e respeito” (v. 2b). Qual o propósito disso tudo? “Isto é bom e aceitável diante de Deus, nosso Salvador, o qual deseja que todos os homens sejam salvos e cheguem ao pleno conhecimento da verdade” (1 Timóteo 2:3,4).

 

Meditação – 1 Pedro 2:11,12

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Procedimento correto

 

“Amados, exorto-vos, como a peregrinos e forasteiros, que vos abstenhais das concupiscências da carne, as quais combatem contra a alma; tendo o vosso procedimento correto entre os gentios, para que naquilo em que falam mal de vós, como de malfeitores, observando as vossas boas obras, glorifiquem a Deus no dia da visitação.” (1 Pedro 2:11,12)

 

– Somos peregrinos em terra estranha, e como tal, devemos viver de modo digno ao qual fomos chamados: “abstende-vos de toda forma de mal” (1 Tessalonicenses 5:22). Com certeza, o pecado e a maldade vão contra a natureza cristã.

O natural de um fumante é fumar um maço atrás do outro, e de um alcoólatra é tomar uma dose atrás de outra. O natural de um mentiroso é mentir e de um fofoqueiro é fazer fofocas. Mas e um cristão, qual a sua natureza? A sua natureza é viver no mundo e não para o mundo; é se livrar dos desejos e práticas carnais que o levam pra longe de Deus; é viver corretamente, ou seja, com sinceridade, verdade e justiça diante dos homens e de Deus; é honrar, glorificar e amar a Deus sobre todas as coisas e amar ao seu próximo como a si mesmo.

Se os incrédulos falarem mal de nós, que seja por inveja, discriminação ou perseguição. Que eles não tenham razão em suas acusações contra nós para que no julgamento, Deus seja glorificado por nossas vidas santas e inculpáveis.

Meditação – Judas 5-7

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O juízo do grande dia

 

“Quero, pois, lembrar-vos, embora já estejais cientes de tudo uma vez por todas, que o Senhor, tendo libertado um povo, tirando-o da terra do Egito, destruiu, depois, os que não creram; e a anjos, os que não guardaram o seu estado original, mas abandonaram o seu próprio domicílio, ele tem guardado sob trevas, em algemas eternas, para o juízo do grande Dia; como Sodoma, e Gomorra, e as cidades circunvizinhas, que, havendo-se entregado à prostituição como aqueles, seguindo após outra carne, são postas para exemplo do fogo eterno, sofrendo punição.” (Judas 5-7)

 

– Quantas vezes já ouvimos dizer que Deus é amor; é misericordioso; é compassivo e é benigno? E com toda certeza é verdade, mas também precisamos lembrar que o Senhor é justo, não inocenta o culpado, é grande, é temível e é fogo consumidor! Muitos ensinam apenas a primeira parte destes atributos de Deus e esquecem ou não gostam de usar a segunda parte. Porque será?

Dizem que Deus é legal; é bacana; é bonzinho. É preciso acordar para realidade de quem é Deus. O Senhor é mais que paciente, Ele é longânimo, mas o dia do julgamento chegará! Deus é amor, mas Ele não ama a mentira, o engano e a falsidade, Ele abomina. Deus é santo e o pecado não habita em sua presença, consequentemente, Ele não tolera uma vida pecaminosa daquele que professa ser seu filho.

Pela passagem, observamos o que é guardado para aqueles que abusam da paciência de Deus; para aqueles que duvidam do seu poder e glória eterna. Também para aqueles que andam libertinos escondendo suas atitudes vergonhosas e profanas como se tudo ficasse no esquecimento e no mais completo sigilo. Não esqueçamos que Deus é onisciente e onipresente. Só isso é motivo para temer e tremer.

Busquemos adora-lo em santidade de vida, desenvolvendo nossa salvação com temor e tremor (Filipenses 2:12). Ser cristão é mudar de vida; é ser transformado segundo a vontade de Deus; é ser guiado pelo Espírito Santo e não pelos desejos desenfreados da carne. Produzamos, “pois, frutos dignos de arrependimento” (Mateus 3:8).

Meditação – Gênesis 9:14,15

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A lembrança da aliança

 

“Sucederá que, quando eu trouxer nuvens sobre a terra, e nelas aparecer o arco, então, me lembrarei da minha aliança, firmada entre mim e vós e todos os seres viventes de toda carne; e as águas não mais se tornarão em dilúvio para destruir toda carne.” (Gênesis 9:14,15)

 

– Que maravilha de bênção é derramada sobre nós nestes versos. Só cristãos podem realmente desfrutar daquilo que Deus diz aqui, pois pelo Espírito Santo compreendemos a dimensão desta aliança feita com Noé e todos os seres viventes da terra. Que imenso amor este do Senhor para com a sua criação. É grande o conforto que recebemos através deste acordo.

Nos versos anteriores, confirmamos que Deus não quebra alianças e podemos estar assegurados disso. Agora, Ele confirma que o aparecimento do arco íris entre as nuvens lhe faz lembrar de seu acordo com Noé e todos os seres viventes deste mundo. Que Deus tremendo e amoroso, que mesmo sabendo de todas as nossas transgressões, cumpre com as suas promessas nos dando a oportunidade diária do arrependimento.

Sabemos também que entre as nuvens se cumprirá outra prova do seu grande amor para conosco, quando nosso Senhor Jesus Cristo vier e levar consigo os seus fiéis seguidores. Glórias a Deus por isso.