Glória

O povo exclusivo de Deus

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Porquanto a graça de Deus se manifestou salvadora a todos os homens, educando-nos para que, renegadas a impiedade e as paixões mundanas, vivamos, no presente século, sensata, justa e piedosamente, aguardando a bendita esperança e a manifestação da glória do nosso grande Deus e Salvador Cristo Jesus, o qual a si mesmo se deu por nós, a fim de remir-nos de toda iniqüidade e purificar, para si mesmo, um povo exclusivamente seu, zeloso de boas obras. Dize estas coisas; exorta e repreende também com toda a autoridade. Ninguém te despreze. (Tito 2:11-15)

– A graça salvadora está em Cristo Jesus (Tt 2:11-14)

Deus se aproximou de todos nós com o intuito de nos resgatar de nossas iniqüidades. Pela sua graça fomos salvos da condenação certa, como o mundo que jaz no maligno (1 João 5:19). Ele nos mostrou o quanto estávamos longe dEle, entregues ao pecado tão abundantemente exposto no mundo. Ele nos chamou, nos salvou e tem nos mostrado onde e como devemos andar: em santidade e novidade de vida.

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Exemplos: seguir e não seguir

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Em 1 Co 10:1-13 Paulo expôs uma lista de exemplos em relação aos antigos, mas que não devem ser seguidos pelos cristãos:

“Estas coisas lhes sobrevieram como exemplos e foram escritas para advertência nossa, de nós outros sobre quem os fins dos séculos têm chegado” (1 Coríntios 10:11). Lembrando que eles “comeram de um só manjar espiritual” (v. 3).

Em contrapartida, o autor de Hebreus no capítulo 11 demonstrou os “heróis” da  fé e seus exemplos a serem seguidos pelos mesmos cristãos. Apesar dos “heróis” terem sido homens e mulheres de fé, não deixaram de ser falíveis, ou seja, pecadores. Como nós, eles também necessitavam de Deus… “pois todos pecaram e carecem da glória de Deus” (Rm 3:23).

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Meditação – Filipenses 2:14-16

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Fazei tudo sem murmurações

 

Flilpenses-214-16“Fazei tudo sem murmurações nem contendas, para que vos torneis irrepreensíveis e sinceros, filhos de Deus inculpáveis no meio de uma geração pervertida e corrupta, na qual resplandeceis como luzeiros no mundo, preservando a palavra da vida, para que, no Dia de Cristo, eu me glorie de que não corri em vão, nem me esforcei inutilmente.” (Filipenses 2:14-16)

 

– Encontramos aqui uma chave para nos tornarmos cristãos autênticos: “Fazei tudo sem murmurações nem contendas”. Mas o que é murmurar? Murmurar é difamar, cochichar, resmungar, queixar-se em voz baixa ou conversar às escondidas de alguém. O apóstolo Paulo foi enfático ao dizer que precisamos fazer tudo sem murmuração, ou seja, naquilo que vamos fazer para Deus, devemos fazê-lo com gratidão em nossos corações.

Geralmente resmungamos quando temos que fazer algo que nos desagrada, mas que é o certo a fazer. Precisamos lembrar que muitas coisas que Deus nos pede, são muito difíceis e são poucos que realmente fazem. Tem algo que o Senhor pediu pra você fazer, mas ainda não o fez ou tem murmurado em relação a isso?

Paulo também diz para fazermos tudo sem contendas. Contender é brigar, rivalizar, competir, contrapor-se. Jesus não nos chamou para brigar uns com os outros, “porque a nossa luta não é contra o sangue e a carne, e sim contra os principados e potestades, contra os dominadores deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais do mal, nas regiões celestes” (Efésios 6:12). Muitos querem servir a Deus contendendo com os outros; sempre criando rixas e discussões vãs, que não levam a lugar algum, a não ser a própria contenda. Mas Jesus nos chamou para amar como Ele amou; servir como Ele serviu; e andar como Ele andou.

Precisamos agir de maneira que ninguém precise nos repreender. Precisamos falar a verdade uns com os outros, mesmo que isso nos faça sofrer. Precisamos agir de tal forma que ninguém tenha razão em nos culpar. Dessa maneira seremos luz para o mundo e não trevas. Seremos aqueles que preservam a Palavra de Cristo e praticam os seus ensinamentos.

O apóstolo Paulo se esforçou sobremaneira em seu serviço a Deus: em vós, a esperança da glória; o qual nós anunciamos, advertindo a todo homem e ensinando a todo homem em toda a sabedoria, a fim de que apresentemos todo homem perfeito em Cristo; para isso é que eu também me afadigo, esforçando-me o mais possível, segundo a sua eficácia que opera eficientemente em mim (Colossenses 1:27b-29). Que batalhemos “diligentemente, pela fé que uma vez por todas foi entregue aos santos” (Judas 1:3).

Meditação – 1 Pedro 5:1-3

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Modelos do rebanho

“Rogo, pois, aos presbíteros que há entre vós, eu, presbítero como eles, e testemunha dos sofrimentos de Cristo, e ainda co-participante da glória que há de ser revelada: pastoreai o rebanho de Deus que há entre vós, não por constrangimento, mas espontaneamente, como Deus quer; nem por sórdida ganância, mas de boa vontade; nem como dominadores dos que vos foram confiados, antes, tornando-vos modelos do rebanho.” (1 Pedro 5:1-3)

 

“Tornando-vos modelos do rebanho”. Este talvez seja o maior desafio para aqueles que são eleitos ou desejam ser eleitos pastores das ovelhas de Deus. Pedro como apóstolo e presbítero, direciona agora especificamente aos presbíteros das congregações para desempenharem o serviço para o qual foram chamados por Deus, ou seja, pastorear o rebanho que pertence ao Senhor.

Cristo, o supremo pastor foi o exemplo perfeito para as ovelhas que o seguiam. Seus discípulos viam nEle o modelo perfeito a ser seguido. A exigência de Pedro é a exigência de Cristo em relação aos pastores: “sejam modelos”. As exigências que o apóstolo Paulo faz àqueles que querem se tornar presbíteros é a exigência de Cristo: “sejam modelos para o rebanho” (1 Timóteo 3:1-7; Tito 1:5-9).

Pastoreai, ou seja, cuidai, ensinai, disciplinai e guiai as ovelhas ao supremo pastor, que é Cristo. A função dos presbíteros é guiar as ovelhas a Cristo e não a eles mesmos. E não deve ser por obrigação como um trabalho secular, mas de livre e espontânea vontade de servir, não exigindo algo em troca. Também não deve ser com aquele desejo ambicioso de ganhar ou possuir ilicitamente o ganho por este trabalho, mas esperando em Deus a recompensa vindoura na eternidade com Cristo.

E por fim, que não sejam como aqueles que mandam, obrigam ou reprimem as ovelhas sob sua responsabilidade, mas antes, sejam o modelo perfeito que seguem as instruções do supremo pastor e as colocam em prática, primeiramente em suas próprias vidas; estimulando assim as ovelhas a seguirem a Cristo pelo exemplo e persuasão e não pela obrigação ou dominação. Tornai, pois modelos para o rebanho de Deus.

 

Meditação – 1 Pedro 4:14-16

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Bem aventurados sois

 

“Se, pelo nome de Cristo, sois injuriados, bem-aventurados sois, porque sobre vós repousa o Espírito da glória e de Deus. Não sofra, porém, nenhum de vós como assassino, ou ladrão, ou malfeitor, ou como quem se intromete em negócios de outrem; mas, se sofrer como cristão, não se envergonhe disso; antes, glorifique a Deus com esse nome.” (1 Pedro 4:14-16)

 

– Se estamos sendo difamados, insultados e ofendidos por causa do nome de Cristo, devemos nos regozijar, pois bem-aventurados somos e mais: “o Espírito da glória e de Deus” repousa sobre nossas vidas. Algo pode ser melhor?

Na mensagem anterior dissemos: “Sofrer por causa de nossos erros e falhas não nos leva a lugar nenhum; é um sofrimento vão”! E é verdade, pois Pedro confirma agora quando diz: “Não sofra, porém, nenhum de vós como assassino, ou ladrão, ou malfeitor, ou como quem se intromete em negócios de outrem” (vers. 15). Mas refletindo sobre isto, chegamos a conclusão que o sofrimento pelos nossos pecados podem nos levar a um lugar sim: ao arrependimento! Arrependidos, podemos chegar a Deus e pedir o seu perdão e misericórdia para serem exercidos por meio de Cristo (Atos 3:9).

O “sofrimento” pode acontecer por que nos tornamos cristãos fiéis, que não concordam, não aceitam e não se conformam com este mundo de corrupção, lascívia, impureza e irreverência para com Deus (Romanos 12:1,2). Quando decidimos por Cristo, com certeza a oposição virá; a perseguição de alguma forma virá, pois o modo de vida cristão, não é aceito pelo mundo corrompido pelo pecado.

Se o sofrimento vier, que seja por sermos fiéis a Deus, e não por aceitarmos o pecado como algo normal em nossas vidas. Que seja pelas injúrias, difamações, perseguição e oposição dos homens, e não “como assassino, ou ladrão, ou malfeitor, ou como quem se intromete em negócios de outrem”. Desta forma seremos realmente bem-aventurados e o “Espírito da glória e de Deus” repousará sobre nós. Não nos envergonhemos de sofrer por causa de nossa fé em Cristo Jesus, pelo contrário, glorifiquemos a Deus por esta dádiva.