Arrependimento para vida

No início da era cristã, a pregação se resumia em arrependimento para perdão de pecados e a salvação em Cristo Jesus. Os pecadores após ouvirem a mensagem, criam nela, arrependiam e confessavam seus pecados; confessavam também que Jesus era seu o único Senhor e Salvador, e por fim eram batizados para remissão de pecados e para receberem o dom do Espírito Santo. “Fomos, pois, sepultados com ele na morte pelo batismo; para que, como Cristo foi ressuscitado dentre os mortos pela glória do Pai, assim também andemos nós em novidade de vida.” (Romanos 6.4).

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É inútil resistir

O episódio narrado em 2 Reis 1:9-12 entre o profeta Elias – “o homem de Deus” – e o rei Acazias, através de seus homens enviados por ele [primeiramente, um capitão, mais cinquenta soldados; e depois repetido o número de homens, totalizando, dois capitães e cem soldados consumidos pelo “fogo do céu”] pode chamar a atenção e ser chocante para muitos; porém devemos lembrar que Elias estava realizando a obra de Deus.

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Optando pela verdade

O rei Acabe além de jogar e brincar com a verdade, ele também a rejeitou. Quando sentenciou a Micaías – profeta genuíno de Deus – ao cárcere, ordenando angustia-lo “com escassez de pão e de água” (1 Reis 22:27), ele por fim rejeitou a verdade da palavra de Deus, convicto que voltaria são e salvo da batalha contra os Sírios; ele disse: “até que eu volte em paz” (1 Reis 22:27).

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Tão certo como vive o Senhor

Micaías era um autêntico profeta de Deus, um homem de compromisso. Seu compromisso era com Deus, o Criador do universo (YHWH). Ele disse antes no embate com o rei de Israel Acabe: “Tão certo como vive o Senhor, o que o Senhor me disser, isso falarei” (1 Reis 22:14).

A atitude do profeta deveria ser de todos aqueles que pregam e ensinam a palavra de Deus: não dizer nada particularmente seu, mas transmitir na íntegra a vontade soberana do SENHOR. Para isso é necessário conhecer a Deus e sua vontade, do contrário as palavras não passarão de falatório, fábulas e ilusões.

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