Senhor

Jesus

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Quem é Jesus? Nesta mensagem reunimos diversas passagens bíblicas que respondem esta questão, que vez ou outra circunda a sociedade mundial em termos gerais. Existem aqueles que consideram Jesus um profeta de Deus; outros, um mensageiro especial; e ainda, um líder cristão, dentre outras especulações. Porém, aqui, a própria palavra de Deus – “a própria Bíblia explica a Bíblia” -, responderá esta questão tão importante para existência humana na terra e seu destino eterno. Quem é Jesus? A Bíblia responde:

Jesus é Deus: “No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. Ele estava no princípio com Deus. Todas as coisas foram feitas por intermédio dele, e, sem ele, nada do que foi feito se fez. A vida estava nele e a vida era a luz dos homens.” (João 1:1-4) Leia o resto deste post »

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Os sete de Deus

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Unidade – A unidade nos sete de Deus

Texto base – Efésios 4:4-6

“há somente um corpo e um Espírito, como também fostes chamados numa só esperança da vossa vocação; há um só Senhor, uma só fé, um só batismo; um só Deus e Pai de todos, o qual é sobre todos, age por meio de todos e está em todos.”


Introdução – Efésios 4:1-3

“Rogo-vos, pois, eu, o prisioneiro no Senhor, que andeis de modo digno da vocação a que fostes chamados, com toda a humildade e mansidão, com longanimidade, suportando-vos uns aos outros em amor, esforçando-vos diligentemente por preservar a unidade do Espírito no vínculo da paz”


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Até quando coxeareis entre dois pensamentos?

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Antes do desafio proposto por Elias aos quatrocentos e cinquenta profetas de Baal no monte Carmelo, o profeta fez uma importante e desafiadora pergunta para o povo de Israel: “Até quando coxeareis entre dois pensamentos? Se o SENHOR é Deus, segui-o; se é Baal, segui-o. Porém o povo nada lhe respondeu” (1 Reis 18:21).

É isto que está acontecendo hoje também: o povo nada responde. Os servos de Deus da Nova Aliança, seus pregadores, desafiam o povo a escolher entre Deus e o mundo com suas concupiscências, mas o povo nada responde. Um sono espiritual parece ter tomado conta de muitos: nada respondem. Não há mudança, atitude, reação; não há sequer esboço de vontade de servir de fato aos propósitos de Deus.

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Verdadeiro adorador

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“Mas vem a hora e agora é que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque o Pai procura tais que assim o adorem. Deus é Espírito, e importa que os que o adoram o adorem em  espírito e em verdade”. (João 4:23-24)

A adoração é a relação de completa harmonia que o cristão tem em sua devoção a Deus. É uma comunhão que Deus o Criador estabeleceu com o sua criatura de profunda intimidade espiritual. A mente de quem o adora passa a estar totalmente voltada aos desejos e orientações que vem do Espírito de Deus. Essa intimidade espiritual faz do piedoso um verdadeiro adorador. A fidelidade do adorador é acompanhada com a verdade.  Essa verdade é comprovada com a obediência à autoridade do Senhor Jesus. O verdadeiro adorador é íntegro, ou seja, a sua vida passa a ser completamente compromissada com a santidade, tornando separado do pecado, para servir a Deus. É isso que o identifica o verdadeiro adorador como um “santo” de Deus. 

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Grupos

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“Buscai o SENHOR enquanto se pode achar, invocai-o enquanto está perto.” (Isaías 55:6) – “Porém é só gozo e alegria que se vêem; matam-se bois, degolam-se ovelhas, come-se carne, bebe-se vinho e se diz: Comamos e bebamos, que amanhã morreremos.” (Isaías 22:13)

Há basicamente dois grupos de pessoas: 1º – Arrependidos que buscam a Deus; 2º – Comilões e beberrões. Mas, creio que pode existir um terceiro grupo básico: Os indecisos. Estes pensariam assim: “Se ficarmos no primeiro grupo perderemos as ‘delícias’ da carne, porém, se escolhermos o segundo grupo perderemos as ‘delícias’ espirituais; a solução então é criarmos um terceiro grupo, ou seja, ficarmos 12 horas em cada grupo.”

Mas isto geraria outra indecisão para eles: em qual dos dois grupos eles ficariam primeiro? De novo eles pensariam: “Se optarmos pelo primeiro grupo antes, corremos o risco de chegar ao segundo com a ‘dispensa e o freezer’ vazios; e se optarmos pelo segundo grupo, corremos o risco de perder o primeiro, pois podemos cochilar de tanto comer e beber.”

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