Piedade

Zeloso de boas obras

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“Porquanto a graça de Deus se manifestou salvadora a todos os homens, educando-nos para que, renegadas a impiedade e as paixões mundanas, vivamos, no presente século, sensata, justa e piedosamente, aguardando a bendita esperança e a manifestação da glória do nosso grande Deus e Salvador Cristo Jesus, o qual a si mesmo se deu por nós, a fim de remir-nos de toda iniquidade e purificar, para si mesmo, um povo exclusivamente seu, zeloso de boas obras.” (Tito 2:11-14)

É triste como alguns tratam as coisas de Deus – aquelas “coisas que Deus providenciou para nos mantermos salvos”, conforme dizia o saudoso irmão e amigo Carlos Ferreira.

Jeremias disse palavras fortes àqueles que não tem o devido zelo no serviço prestado a Deus: “Maldito aquele que fizer a obra do SENHOR relaxadamente!” (48:10a)

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A verdadeira prosperidade

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A integridade de Jó perante o sofrimento e a perda total é um grande exemplo nestes dias de “fartura” e “prosperidade” religiosa. Perguntaram certa vez a um homem que se auto-intitula “bispo” o porque de tanta ostentação e riqueza em sua vida. Ele respondeu: “meu pai é rico, eu não seria?” Certamente, este homem não conhece o Filho de Deus, pois o unigênito do Pai não tinha “onde reclinar a cabeça” (Mateus 8:20). Já outro homem, que vez ou outra, são substituídos pela morte do antecessor, “mora” em um ostentoso palácio e senta num trono de ouro, enquanto milhares de seus “fiéis” não tem nem onde reclinar a cabeça.

Porém Paulo instruindo a Timóteo disse: “Exorta aos ricos do presente século que não sejam orgulhosos, nem depositem a sua esperança na instabilidade da riqueza, mas em Deus, que tudo nos proporciona ricamente para nosso aprazimento; que pratiquem o bem, sejam ricos de boas obras, generosos em dar e prontos a repartir; que acumulem para si mesmos tesouros, sólido fundamento para o futuro, a fim de se apoderarem da verdadeira vida.” (1 Timóteo 6:17-19)

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O povo exclusivo de Deus

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Porquanto a graça de Deus se manifestou salvadora a todos os homens, educando-nos para que, renegadas a impiedade e as paixões mundanas, vivamos, no presente século, sensata, justa e piedosamente, aguardando a bendita esperança e a manifestação da glória do nosso grande Deus e Salvador Cristo Jesus, o qual a si mesmo se deu por nós, a fim de remir-nos de toda iniqüidade e purificar, para si mesmo, um povo exclusivamente seu, zeloso de boas obras. Dize estas coisas; exorta e repreende também com toda a autoridade. Ninguém te despreze. (Tito 2:11-15)

– A graça salvadora está em Cristo Jesus (Tt 2:11-14)

Deus se aproximou de todos nós com o intuito de nos resgatar de nossas iniqüidades. Pela sua graça fomos salvos da condenação certa, como o mundo que jaz no maligno (1 João 5:19). Ele nos mostrou o quanto estávamos longe dEle, entregues ao pecado tão abundantemente exposto no mundo. Ele nos chamou, nos salvou e tem nos mostrado onde e como devemos andar: em santidade e novidade de vida.

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Um coração piedoso

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Josafá - 1Vendo os capitães dos carros Josafá, disseram: Certamente, este é o rei de Israel. E a ele se dirigiram para o atacar. Porém Josafá gritou. Vendo os capitães dos carros que não era o rei de Israel, deixaram de o perseguir.(1 Reis 22:32,33)

Josafá certamente errou em apoiar Acabe e em consequência quase perdeu a vida num combate que não era dele e não era para ele participar, pois não tinha o aval e a direção de Deus. Em contra-partida, a perversidade de Acabe parecia não ter fim. Ele expos seu “amigo” a perigos de morte, colocando Josafá numa batalha sem a permissão do Senhor e deixando-o trajar as vestes reais, enquanto ele não. Como diria um antigo personagem de Jô Soares: “mui amigo”. Quem tem um amigo assim, não precisa de inimigo.

A diferença entre Josafá e Acabe estava na piedade. Josafá cometeu um erro em ignorar a advertência de Deus, mas foi salvo devido ao seu coração piedoso. Ninguém está livre de errar, mas “o Senhor conhece os que lhe pertencem” (2 Timóteo 2:19b) e “livra os que estão sendo levados para a morte e salva os que cambaleiam indo para serem mortos” (Provérbios 24:11). Deus exerceu sua misericórdia em favor de Josafá, e o livrou da morte, devido ao seu coração, um coração que temia e reverenciava ao Senhor.

Já Acabe cometeu erros após erros, desobediência após desobediências ao Senhor devido ao seu coração perverso. Mesmo assim, o rei de Israel teve a mercê do Senhor, porém ele também ignorou a misericórdia de Deus, resultando em um fim trágico (1 Reis 22:34-38). “A justiça dos retos os livrará, mas na sua maldade os pérfidos serão apanhados” (Provérbios 11:6).

Deus está pronto para salvar e é esta a sua vontade. “Deus, nosso Salvador, …deseja que todos os homens sejam salvos e cheguem ao pleno conhecimento da verdade” (1 Timóteo 2:3,4 – veja  João 6:37-40). Mas, Ele não pode salvar aqueles que não querem e rejeitam a verdade da Sua Palavra. “Não vos enganeis: de Deus não se zomba; pois aquilo que o homem semear, isso também ceifará” (Gálatas 6:7).

Obs.: Piedade biblicamente falando quer dizer: temor para com Deus, zelo, cuidado e amor com as coisas do Senhor; piedoso é aquele que cuida das coisas de Deus, o ama e o teme – é reverente. Tem alegria em servir a Deus e adorá-lo.

Palavra para guardar: Piedade

Meditação – 2 Pedro 2:9-11

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 Livrando os piedosos

2-pedro-29-11

 

“É porque o Senhor sabe livrar da provação os piedosos e reservar, sob castigo, os injustos para o Dia de Juízo, especialmente aqueles que, seguindo a carne, andam em imundas paixões e menosprezam qualquer governo. Atrevidos, arrogantes, não temem difamar autoridades superiores, ao passo que anjos, embora maiores em força e poder, não proferem contra elas juízo infamante na presença do Senhor.” (2 Pedro 2:9-11)

 

– Pedro destacou dois homens neste contexto atribuído ao que acontecerá com os falsos mestres e seus seguidores: o exemplo da fidelidade e obediência na vida de Noé e o exemplo de retidão e santidade na vida de Ló. Noé, o “pregador da justiça” e Ló o “justo”.

O apóstolo exibiu o contraste de como Deus trata a piedade e a impiedade dos homens: os primeiros serão libertos e os outros reservados a punição. O impressionante é que mesmo sabendo do castigo que há de vir aos que andam na impiedade, não só continuam a fazer, mas estimulam outros a seguirem suas praticas libertinas. Continuam no engano das doutrinas humanas, ao amor do dinheiro, exigindo e cobrando “tarifas” para manter a regalia de suas vidas recheadas de “imundas paixões”, e por fim a uma conduta iníqua perante Deus.

Com irreverência e soberba, eles não respeitam a autoridade e o governo de Deus e também àqueles a quem o Senhor concede, como se fossem auto-suficientes e que nunca terão que prestar contas de suas praticas libertinas. Nem os anjos que em relação a força e poder, superam os homens, são irreverentes ao ponto de difamar “autoridades superiores”.

Nossa tendência é falar mal das autoridades, principalmente daquelas ligadas a política (e há razões suficientes para isso). Em romanos 13, porém, Paulo nos  mostrou que devemos respeitar e cumprir as leis humanas sob pena de punição rigorosa se rebelarmos contra elas; e em 1 Timóteo 2, a orarmos e intercedermos pelas autoridades e todos os homens “para que vivamos vida tranqüila e mansa, com toda piedade e respeito” (v. 2b). Qual o propósito disso tudo? “Isto é bom e aceitável diante de Deus, nosso Salvador, o qual deseja que todos os homens sejam salvos e cheguem ao pleno conhecimento da verdade” (1 Timóteo 2:3,4).