Jesus, o precursor da promessa de Deus

Jesus, o precursor I

Prólogo

Hebreus é uma carta escrita primeiramente aos cristãos judeus que estavam querendo voltar ao antigo sistema, já abolido pelo seu cumprimento por meio de Jesus – Ele veio, viveu e cumpriu a Lei, dando um fim a ela, estabelecendo uma Nova Aliança entre Deus e os homens; e consequentemente, sua doutrina, ensinada exaustivamente pelos apóstolos, em especial, pelo apóstolo Paulo. Hebreus não registra seu autor, mas ele mostra e declara a superioridade de Jesus sobre tudo e todos relacionados a Antiga Aliança: anjos, Moisés, profetas, Arão, etc. Continue lendo

Jesus é Deus

Jesus sobre as aguas Ia

Hebreus é uma carta que foi direcionada aos judeus que haviam se convertido a Cristo, mostrando a supremacia dele em relação a todas as coisas que eles se apegavam na Antiga Aliança: os anjos, Moisés, Arão, os profetas, etc.

Estes cristãos judeus estavam recuando na fé em Jesus, querendo voltar ao judaísmo por causa da perseguição que estavam sofrendo. Na carta, o autor salienta que o caminho que estão agora, é o único que leva a salvação.

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A seara é grande

A seara é grande

“Vendo ele as multidões, compadeceu-se delas, porque estavam aflitas e exaustas como ovelhas que não têm pastor. E, então, se dirigiu a seus discípulos: A seara, na verdade, é grande, mas os trabalhadores são poucos. Rogai, pois, ao Senhor da seara que mande trabalhadores para a sua seara.” (Mateus 9:36-38)

O quadro não mudou! As multidões continuam sem pastor, e os trabalhadores são poucos. Creio que as súplicas de muitos irmãos acontecem, talvez não na quantidade e persistência que deveriam acontecer, porém, os trabalhadores que deveriam se apresentar, não se apresentam. Podemos citar alguns exemplos: ——————————— Continue lendo

Julgar pela aparência

aparência

Porque fazemos isso, e quais as implicações?

Introdução:

“Não julgueis segundo a aparência, e sim pela reta justiça.” (João 7:24)

Neste verso, e também no contexto, aparência não deve se limitar a questão física, mas num preconceito arrogante que os lideres tinham em relação a Jesus, sem o qual ficassem livres, jamais poderiam ter o discernimento correto do Messias (João 7:17).

O capítulo 7 começa com Jesus sendo julgado um lunático por seus irmãos e tentando força-los dentro dos seus conceitos de um Messias superstar. Quando ele chegou, em oculto, ouviu que o povo se dividia entre achar que ele era bom ou enganador, baseados em ambas as opiniões.

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