Julgar pela aparência

aparência

Porque fazemos isso, e quais as implicações?

Introdução:

“Não julgueis segundo a aparência, e sim pela reta justiça.” (João 7:24)

Neste verso, e também no contexto, aparência não deve se limitar a questão física, mas num preconceito arrogante que os lideres tinham em relação a Jesus, sem o qual ficassem livres, jamais poderiam ter o discernimento correto do Messias (João 7:17).

O capítulo 7 começa com Jesus sendo julgado um lunático por seus irmãos e tentando força-los dentro dos seus conceitos de um Messias superstar. Quando ele chegou, em oculto, ouviu que o povo se dividia entre achar que ele era bom ou enganador, baseados em ambas as opiniões.

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Calando um pregador

Existem duas formas de calar um pregador da palavra de Deus: Primeiro, ele se corromper e se acovardar, recuando, deixando de falar toda a verdade, e com o tempo abandonando-a por completo. Segundo, ele ser morto* – Não literalmente, como na Antiga Aliança e nem como no início da igreja, mas “matando-o” no coração, o isolando, pressionando e perseguindo até ele desistir e morrer espiritualmente.

Estêvão – o helenista – no final de seu desafiador discurso frente aos líderes judeus pronunciou: “Homens de dura cerviz e incircuncisos de coração e de ouvidos, vós sempre resistis ao Espírito Santo; assim como fizeram vossos pais, também vós o fazeis. Qual dos profetas vossos pais não perseguiram? Eles mataram os que anteriormente anunciavam a vinda do Justo, do qual vós agora vos tornastes traidores e assassinos, vós que recebestes a lei por ministério de anjos e não a guardastes. Ouvindo eles isto, enfureciam-se no seu coração e rilhavam os dentes contra ele. E apedrejavam Estêvão, que invocava e dizia: Senhor Jesus, recebe o meu espírito!” (Atos 7:51-54,59)

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Optando pela verdade

O rei Acabe além de jogar e brincar com a verdade, ele também a rejeitou. Quando sentenciou a Micaías – profeta genuíno de Deus – ao cárcere, ordenando angustia-lo “com escassez de pão e de água” (1 Reis 22:27), ele por fim rejeitou a verdade da palavra de Deus, convicto que voltaria são e salvo da batalha contra os Sírios; ele disse: “até que eu volte em paz” (1 Reis 22:27).

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Tão certo como vive o Senhor

Micaías era um autêntico profeta de Deus, um homem de compromisso. Seu compromisso era com Deus, o Criador do universo (YHWH). Ele disse antes no embate com o rei de Israel Acabe: “Tão certo como vive o Senhor, o que o Senhor me disser, isso falarei” (1 Reis 22:14).

A atitude do profeta deveria ser de todos aqueles que pregam e ensinam a palavra de Deus: não dizer nada particularmente seu, mas transmitir na íntegra a vontade soberana do SENHOR. Para isso é necessário conhecer a Deus e sua vontade, do contrário as palavras não passarão de falatório, fábulas e ilusões.

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Que tipo de coração

O rei de Israel Acabe colocou em seu coração o propósito de retomar a cidade de Ramote-Gileade das mãos dos Sírios, em um combate contra a vontade de Deus (1 Reis 22:1-40). Ele convidou o bom rei de Judá, Josafá e consultou seus próprios profetas [400 homens] sobre a batalha; ouvindo deles a confirmação e o aval para o combate. Porém, Josafá não ficou contente, questionando Acabe se não haveria um profeta de Deus para ser consultado a respeito da batalha. Contra a vontade de Acabe, Micaías foi chamado.

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