Homem

O homem cristão no lar – I

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Servindo como cabeça
O homem a serviço do rei Jesus

Efésios 5:22-6:4 é um texto muito bom para nos apoiarmos e aprendermos sobre os papéis individuais no casamento. Paulo instruiu a todos os membros do lar neste trecho e antes deixou algo muito importante que devemos levar em consideração: “sujeitando-vos uns aos outros no temor de Cristo” (v. 21). Sujeição não parece ser uma palavra que esteja entre as primeiras do nosso vocabulário, mas o apóstolo aqui mostrou que precisa estar (1 Coríntios 15:26-28; Tito 2:1,2; Tiago 4:7; 1 Pedro 2:13-17). Sujeição nos lembra de submissão e isto nos faz pensar que é algo direcionado somente as mulheres, certo? Errado! Sujeição está ligado à vida cristã e atinge a todos; na igreja, na vida e no lar. Submissão tem a ver com humildade e não com inferioridade. Se não estamos dispostos a nos sujeitar, tão pouco estaremos preparados para assumir um lar como Deus quer e deseja (ver apêndice).

Jesus é o rei dos reis; ele nos chama a servi-lo e a partir do momento que aceitamos seu convite nos submetendo ao batismo, passamos a ser seus súditos, seus servos (1 Timóteo 6:13-16). Serviço é a palavra de ordem na vida cristã (João 6:27; Lucas 10:2; Judas 3), e o lar é onde começamos servindo ao rei. No lar encontramos várias formas de servir: servimos como cabeça, servimos como marido, servimos como pai e servimos como filho. Estamos dispostos a servir?

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Agradar a Cristo ou a homens?

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“Porventura, procuro eu, agora, o favor dos homens ou o de Deus? Ou procuro agradar a homens? Se agradasse ainda a homens, não seria servo de Cristo.” (Gálatas 1:10)

Paulo disse claramente que quem quer agradar aos homens não é servo de Cristo. Para ser servo de Cristo é necessário agradá-lo, e agradando-o consequentemente desagradará aos homens e suas doutrinas.

Jesus disse: “Por que me chamais Senhor, Senhor, e não fazeis o que vos mando?” (Lucas 6:46)

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Obreiros aprovados por Deus

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Questões para reflexão:

Reflexão 1071) Quantas vezes somos pegos de surpresa numa situação inesperada? Ficamos tristes, pois como cristãos, sabemos que, quando erramos somos automaticamente reprovados por Deus. A nossa conduta muitas vezes não denota a piedade que professamos. O que precisamos fazer para que possamos ser aprovados pelo Senhor em toda e qualquer circunstância? Será que ganharemos algo com isso?

2) Aquele que assume uma nova identidade perante Deus, ou seja, se torna um seguidor fiel de Jesus Cristo, passa a enfrentar com maior rigor a tentação. Será que podemos resistir às tentações que nos sobrevém? Deus pode nos provar através de uma tentação? É possível que uma tentação possa vir de nós mesmos?

3) Quando pensamos em algo, ou desejamos, estamos pecando? Isso são perguntas que chegam as nossas mentes quando estamos diante de situações que exigem uma postura firme e decidida.

4) A tentação por si só é pecado? Quando estamos passando por uma situação de risco estamos pecando contra o Senhor? Algumas vezes não sabemos ao certo se pecamos ou não. Sabemos que o pecado nos separa de Deus, por isso precisamos fugir dele. 

5) O inimigo em sua astúcia pode nos enganar “floreando” o pecado impedindo que possamos ver as consequências desastrosas provocadas por ele. Em algumas circuntâncias queremos enganar a nós mesmos achando que somos fortes. Será que é possível sem a presença do Senhor?

6) A bondade, a graça e o amor vêm de Deus; sabendo disto por que procuramos algo diferente em nossas vidas em determinadas situações? Em certas ocasiões procuramos ou nos colocamos em situações que põem em risco a nossa saúde espiritual e harmonia com Deus. Por quê?

7) Somos nova criatura, e precisamos compreender isto para que possamos ter uma vida que realmente agrade a Deus.

O que diz a palavra:

12  Bem-aventurado o homem que suporta, com perseverança, a provação; porque, depois de ter sido aprovado, receberá a coroa da vida, a qual o Senhor prometeu aos que o amam. 13  Ninguém, ao ser tentado, diga: Sou tentado por Deus; porque Deus não pode ser tentado pelo mal e ele mesmo a ninguém tenta. 14  Ao contrário, cada um é tentado pela sua própria cobiça, quando esta o atrai e seduz. 15  Então, a cobiça, depois de haver concebido, dá à luz o pecado; e o pecado, uma vez consumado, gera a morte. 16  Não vos enganeis, meus amados irmãos. 17  Toda boa dádiva e todo dom perfeito são lá do alto, descendo do Pai das luzes, em quem não pode existir variação ou sombra de mudança. 18  Pois, segundo o seu querer, ele nos gerou pela palavra da verdade, para que fôssemos como que primícias das suas criaturas” (Tg 1:12-18).

Chegando ao entendimento:

1 – A verdadeira felicidade – verso 12
Tiago nos diz que somos realmente felizes se permanecermos firmes diante das provações, porque teremos a aprovação de Deus e além dessa maravilhosa bênção receberemos dEle a recompensa da salvação eterna. Mas esta promessa é só para aqueles que realmente o amam.

2 – A tentação não vem de Deus – verso 13
Nunca poderemos pensar, muito menos dizer que uma tentação que passamos vem de Deus. Ele não tenta ninguém e a Bíblia é clara sobre isso. Neste versículo é comprovado. A tentação é algo maléfico, que pode nos destruir. O Senhor que não pode ser tentado pelo mal, pelo contrário, quer o melhor para nós e Ele aperfeiçoa a cada dia as nossas vidas.

3 – A tentação vem pela cobiça – verso 14
A cobiça, que é o desejo ardente de possuir; é uma dos maiores inimigos para se ter uma consciência limpa perante Deus. Ele conhece nossos pensamentos e sabe qual são as nossas verdadeiras intenções (veja Hb 4:12,13). Precisamos tomar cuidado, pois a cobiça pode nos enganar e levar para algo pior.

4 – O pecado é algo mortal – verso 15
Se deixarmos levar pela cobiça, ela frutifica e gera o pecado, quando nessa situação fica praticamente impossível não cair, pois nossa carne, segundo Jesus (Mt 26:41), é fraca e dependendo do envolvimento é difícil resistir. Pecando nos afastamos de Deus, pois Ele não pode contemplar o pecado. Se não houver arrependimento permaneceremos sem Deus, ou seja, mortos em nossos pecados. Com o pecado vem a necessidade do arrependimento.

5 – Não se engane – verso 16
As situações ou caminhos fáceis em nossas vidas nos levarão ao fracasso. Nosso coração nos engana nos fazendo achar que podemos enfrentar sozinhos os obstáculos. Satanás “embrulha” as coisas ruins com um “lindo papel de presente” para que pensemos que são boas. Ele nos oferece gratuitamente “algo maravilhoso” que satisfaz prontamente os nossos desejos carnais, mas ao abri-lo vemos que fomos profundamente enganados. Tarde demais. Não podemos cair nessa!

6 – Deus nos dá o que é bom – verso 17
Quando recebemos um presente, não quer dizer que o mereçamos. Alguém nos dá um presente como uma forma de demonstrar o seu carinho por nós. Assim é Deus, pois Ele nos presenteia com sua graça e toda sorte de bênçãos espirituais pelo Seu amor por nós sem merecermos. O Senhor não muda a cada instante para satisfazer os nossos desejos. Pelo contrário, Ele já preparou desde a fundação do mundo um plano perfeito para a redenção do homem, que vem pela obediência ao Seu Filho Jesus Cristo. Quem não obedece ao Senhor Jesus, não pode agradar a Deus.

7 – Somos feitura dEle – verso 18
Éramos trevas e Deus nos gerou em Cristo Jesus para andar na Sua luz em perfeita harmonia com Ele, como na fundação do mundo quando tudo que o Senhor criou era bom e estava em Sua santa presença, livres do mal e do pecado (Gn 1:31).

Aplicação:

1 – Permaneça firme para ser feliz (Rm 5:1-4; Cl 1:11; Hb 10:36)
2 – Vença o mal com o poder de Deus (Ef 6:10,11; Jd 1:24,25)
3 – Não se deixe vencer pelos seus desejos (Pv 21:25; 1 Ts 4:4,5)
4 – Diga não ao pecado (1 Jo 3:9; Ez 3:21)
5 – Esteja atento para não vacilar (Cl 4:2; Hebreus 10:23; Is 32:3)
6 – Tome posse das bênçãos que vem de Deus (1 Tm 6:12-14; Ef 1:3-10)
7 – Viva em unidade com o Criador (Jo 17:22,23; 1 Ts 5:8-10)

Leitura de encorajamento:

“Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade” (2 Tm 2:15).

Meditação – Romanos 13:1

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Sujeição as autoridades

 

romanos-131“Todo homem esteja sujeito às autoridades superiores; porque não há autoridade que não proceda de Deus; e as autoridades que existem foram por ele instituídas.” (Romanos 13:1)

 

– Ninguém neste mundo tem autoridade se ela não tiver sido concedida por Deus. Aliás, o único que tem toda autoridade, ou seja, autoridade absoluta é o Senhor Jesus Cristo (Mateus 28:18).

Mas como cidadãos, precisamos estar sujeitos a alguma autoridade no mundo em que vivemos, desde que ela não se volte contra a vontade de Deus, pois “antes, importa obedecer a Deus do que aos homens” (Atos 5:29). Cada país tem as suas leis e precisamos honrar nossos compromissos sendo bons cidadãos e assim glorificar a Deus com um testemunho exemplar.

Sendo cristãos, nossa autoridade como lei e ordenanças é o Novo Testamento, e o Senhor Jesus Cristo é a autoridade absoluta em todas as áreas de nossas vidas. Porém, neste mundo existem autoridades e o apóstolo Paulo ensina que precisamos estar sujeitos a elas também, pois todas procedem de Deus. … não há autoridade que não proceda de Deus”. O que procede de Deus são as funções e cargos de autoridade, não as pessoas que as exercem propriamente ditas, pois nem todos governam conforme a vontade de Deus, e sempre há alteração no comando do estado e das instituições.

Já pensou em um mundo sem autoridades e sem governo? Seria um caos! Os antigos reis e hoje os presidentes, governadores, prefeitos e toda e qualquer função que exerça autoridade foram concedidas por Deus. O Senhor concede as pessoas que exercem tais funções, autoridade para que no exercício de suas atribuições, cumpram o seu papel “para que vivamos vida tranqüila e mansa, com toda piedade e respeito” (1 Timóteo 2:2b).

Quando as autoridades não cumprem o seu papel, dado por Deus e os homens não se submetem cumprindo as leis, as conseqüências são desastrosas e podem ser vistas claramente na corrupção, violência, maldade, dentre outras tragédias existentes no mundo.

 

Meditação – Provérbios 16:28

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Separando os maiores amigos

 

reconciliacao-1“O homem perverso espalha contendas, e o difamador separa os maiores amigos.” (Provérbios 16:28)

 

– Sendo “vítimas” ou não de algum problema com alguém, não podemos contar a todos o acontecido, pois Jesus nos ensina a procurar a própria pessoa para buscar a reconciliação (Mateus 5:23,24; 18:15). Muitos, ao invés de seguirem o ensinamento de Cristo, descrito nestas passagens de Mateus, preferem contar a outros, e desta forma, acabam criando contendas até mesmo entre amigos e irmãos. Espalhar contendas é atributo dos perversos, e separar amigos é atributo do difamador.

Procurar alguém maduro espiritualmente para se aconselhar quanto à questão é louvável; e um cristão maduro instruirá o outro a fazer o que é certo diante de Deus. Jesus foi muito claro ao dizer que se eu tenho algo contra alguém, eu preciso procurá-lo para resolver a questão (Mateus 18:15), e em contrapartida, se eu ficar sabendo ou lembrar que alguém tem algo contra mim, preciso agir da mesma forma (Mateus 5:23,24). Esta é a vontade de Jesus para todos os cidadãos do reino.

Concluímos então que pelo ensinamento do Senhor, tanto ofensor como ofendido em algum desentendimento, tem a responsabilidade de buscar a reconciliação.

Em um desentendimento, geralmente pensamos que o ofensor é quem precisa, ou tem a obrigação de buscar a reconciliação, mas Jesus diz que ela deve ser buscada por qualquer uma das partes (ofensor ou ofendido – conforme Mateus 5:23,24; 18:15). Esta é vontade de Deus, e quem irá contra ela?

Ser um autêntico seguidor de Cristo exigirá uma entrega total e abnegação para andar na profundidade de Seus ensinamentos. Quem anda na superficialidade da Palavra de Deus nunca experimentará os desafios da vida cristã e jamais amadurecerá na fé. É por isso que “estreita é a porta, e apertado, o caminho que conduz para a vida, e são poucos os que acertam com ela” (Mateus 7:14). “Por isso, enquanto tivermos oportunidade, façamos o bem a todos, mas principalmente aos da família da fé” (Gálatas 6:10).

Não importa quando e quantas vezes já erramos, o importante é se conscientizar do que precisa ser feito e fazer a coisa certa. Fazer aquilo que agrada a Deus, glorifica seu nome e nos coloca em paz com Ele e com nosso semelhante (Romanos 12:17-19).