Juízo

Nada está fora

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Absolutamente nada que acontece na terra está fora do controle, presciência e governo do Deus todo poderoso, Criador dos céus e da terra; e o fato de Deus permitir muitas coisas acontecerem aqui não quer dizer que é a sua vontade. Existe uma diferença muito grande entre “permissão” e “vontade” de Deus.

O homem em sua arrogância, cada vez mais se afasta de seu Criador, cometendo toda sorte de pecado e injustiças. Porém, Jesus continua sustentando pelo seu poder todas as coisas criadas, e quando o Pai dizer “basta”, é chegada a hora da volta do Salvador, querendo os homens ou não; aceitando ou não; crendo ou não.

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A impiedade dos homens

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“A ira de Deus se revela do céu contra toda impiedade e perversão dos homens que detêm a verdade pela injustiça; porquanto o que de Deus se pode conhecer é manifesto entre eles, porque Deus lhes manifestou.” (Romanos 1:18,19)

A impiedade é cada vez maior entre os homens; e dessa forma buscam solução onde não há solução. Como diz aquele belo cântico: “Ao sentir um mundo ao meu redor, nada vi que pudesse ser real. Percebi que todos buscam paz, porém, em vão, pois naquilo que procuram, não há solução. Só em Jesus, a paz real eu pude encontrar. O seu amor pude experimentar. Me entreguei a Cristo e a vida eterna vou gozar.” Onde está a solução? A solução para as enfermidades da alma e do espírito está em Cristo e Sua Palavra. Certa vez ouvi um sermão onde o pregador disse: “o mundo está igual ou pior aos tempos de Noé e Sodoma e Gomorra.” Será? Creio que sim!

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Agindo desordenadamente

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“De fato, é justo para com Deus que ele dê em paga tribulação aos que vos atribulam e a vós outros, que sois atribulados, alívio juntamente conosco, quando do céu se manifestar o Senhor Jesus com os anjos do seu poder, em chama de fogo, tomando vingança contra os que não conhecem a Deus e contra os que não obedecem ao evangelho de nosso Senhor Jesus. Estes sofrerão penalidade de eterna destruição, banidos da face do Senhor e da glória do seu poder” (2 Tessalonicenses 1:6–9).

Alguns pensam erroneamente que há um Deus no Velho Testamento e outro no Novo Testamento. Já outros pensam que Deus “mudou”; Ele agia de uma forma na Antiga Aliança e de outra na Nova Aliança. Deus não mudou, pois Ele é imutável: “Toda boa dádiva e todo dom perfeito são lá do alto, descendo do Pai das luzes, em quem não pode existir variação ou sombra de mudança” (Tiago 1:17). O fato é que na primeira aliança, Deus tratava os desobedientes de forma temporal; já na nova aliança, o Senhor já pré-determinou um dia onde acertará as contas com todos os seres humanos (Atos 17:30,31; Hebreus 4:12,13; João 12:48; Romanos 14:12). “Porque importa que todos nós compareçamos perante o tribunal de Cristo, para que cada um receba segundo o bem ou o mal que tiver feito por meio do corpo.” (2 Coríntios 5:10).

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Meditação – 1 Pedro 4:7

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O fim de todas as coisas está próximo

“Ora, o fim de todas as coisas está próximo; sede, portanto, criteriosos e sóbrios a bem das vossas orações.” (1 Pedro 4:7)

– Há momentos importantes em nossas vidas e quando eles se aproximam, tomamos todas as precauções para que eles aconteçam da melhor forma possível. Se vamos prestar um exame de vestibular, nos preparamos, fazemos cursos, estudamos ininterruptamente, perdemos noites de sono e dias de descanso; ficamos completamente envolvidos e entregues para este propósito.

Quando vamos prestar uma entrevista de emprego, vestimos uma roupa adequada, preparamos o visual e o que vamos dizer, como vamos nos portar, organizamos o currículo, etc. e tal.

Em tantas outras questões da vida cotidiana, somos criteriosos e sóbrios, além de pedirmos a Deus que abençoe. Porém, “o fim de todas as coisas está próximo”, mas não sabemos a hora e nem o dia. Então como devemos nos portar? Pedro responde: devemos ser prudentes, andando com moderação, deixando o Espírito Santo guiar nossas ações e estando sempre alertas buscando a Deus em oração.

Esforçamos muito para diversas coisas nesta vida, mas será que as coisas de Deus estão em primeiro lugar? Temos os mesmos critérios quando o assunto é a vida cristã, o relacionamento com Deus, a comunhão com os irmãos, as reuniões da igreja e o serviço ministerial? Muitos dedicam toda força, o tempo e a inteligência para projetos pessoais e as coisas do mundo, mas para com coisas do Senhor, não há a mesma garra e vontade, por quê? Afinal, a quem vamos prestar contas de nossas vidas no último dia? (Veja 2 Coríntios 5:10; Hebreus 4:13).

“O fim de todas as coisas está próximo”, por isso precisamos escolher o que é mais importante para nós e o que receberemos através desta escolha para não sermos surpreendidos com algo que não esperávamos. Que Deus nos ilumine e nos faça zelosos em todas as suas coisas (1 Coríntios 4:1,2; 1 Pedro 4:10).

Meditação – 2 Pedro 2:9-11

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 Livrando os piedosos

2-pedro-29-11

 

“É porque o Senhor sabe livrar da provação os piedosos e reservar, sob castigo, os injustos para o Dia de Juízo, especialmente aqueles que, seguindo a carne, andam em imundas paixões e menosprezam qualquer governo. Atrevidos, arrogantes, não temem difamar autoridades superiores, ao passo que anjos, embora maiores em força e poder, não proferem contra elas juízo infamante na presença do Senhor.” (2 Pedro 2:9-11)

 

– Pedro destacou dois homens neste contexto atribuído ao que acontecerá com os falsos mestres e seus seguidores: o exemplo da fidelidade e obediência na vida de Noé e o exemplo de retidão e santidade na vida de Ló. Noé, o “pregador da justiça” e Ló o “justo”.

O apóstolo exibiu o contraste de como Deus trata a piedade e a impiedade dos homens: os primeiros serão libertos e os outros reservados a punição. O impressionante é que mesmo sabendo do castigo que há de vir aos que andam na impiedade, não só continuam a fazer, mas estimulam outros a seguirem suas praticas libertinas. Continuam no engano das doutrinas humanas, ao amor do dinheiro, exigindo e cobrando “tarifas” para manter a regalia de suas vidas recheadas de “imundas paixões”, e por fim a uma conduta iníqua perante Deus.

Com irreverência e soberba, eles não respeitam a autoridade e o governo de Deus e também àqueles a quem o Senhor concede, como se fossem auto-suficientes e que nunca terão que prestar contas de suas praticas libertinas. Nem os anjos que em relação a força e poder, superam os homens, são irreverentes ao ponto de difamar “autoridades superiores”.

Nossa tendência é falar mal das autoridades, principalmente daquelas ligadas a política (e há razões suficientes para isso). Em romanos 13, porém, Paulo nos  mostrou que devemos respeitar e cumprir as leis humanas sob pena de punição rigorosa se rebelarmos contra elas; e em 1 Timóteo 2, a orarmos e intercedermos pelas autoridades e todos os homens “para que vivamos vida tranqüila e mansa, com toda piedade e respeito” (v. 2b). Qual o propósito disso tudo? “Isto é bom e aceitável diante de Deus, nosso Salvador, o qual deseja que todos os homens sejam salvos e cheguem ao pleno conhecimento da verdade” (1 Timóteo 2:3,4).