Julgar pela aparência

aparência

Porque fazemos isso, e quais as implicações?

Introdução:

“Não julgueis segundo a aparência, e sim pela reta justiça.” (João 7:24)

Neste verso, e também no contexto, aparência não deve se limitar a questão física, mas num preconceito arrogante que os lideres tinham em relação a Jesus, sem o qual ficassem livres, jamais poderiam ter o discernimento correto do Messias (João 7:17).

O capítulo 7 começa com Jesus sendo julgado um lunático por seus irmãos e tentando força-los dentro dos seus conceitos de um Messias superstar. Quando ele chegou, em oculto, ouviu que o povo se dividia entre achar que ele era bom ou enganador, baseados em ambas as opiniões.

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Nada está fora

Criador

Absolutamente nada que acontece na terra está fora do controle, presciência e governo do Deus todo poderoso, Criador dos céus e da terra; e o fato de Deus permitir muitas coisas acontecerem aqui não quer dizer que é a sua vontade. Existe uma diferença muito grande entre “permissão” e “vontade” de Deus.

O homem em sua arrogância, cada vez mais se afasta de seu Criador, cometendo toda sorte de pecado e injustiças. Porém, Jesus continua sustentando pelo seu poder todas as coisas criadas, e quando o Pai dizer “basta”, é chegada a hora da volta do Salvador, querendo os homens ou não; aceitando ou não; crendo ou não.

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Cristãos e as redes sociais

Cristãos, cuidado com o que compartilham

Como cristãos devem utilizar as redes sociais, por exemplo o Facebook, que é atualmente a rede mais acessada e comentada no país?

Infelizmente, muitos usuários transformam tal rede em um verdadeiro depósito com toda sorte de coisas toscas, grotescas e chulas que as pessoas “adoram”, acham “graça”, curtem e compartilham. Aliás, tudo de ruim que estava na finada rede social Orkut, migrou para o Facebook.

O problema em si não são as redes sociais, mas como muitas pessoas se conduzem através delas, e alguns as transformam em um verdadeiro depósito de lixo, porém, há sempre aqueles que curtem e compartilham; é simplesmente inacreditável!

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Justos ou injustos?

Em meio à desordem, injustiça, impunidade e corrupção que se alojaram no congresso nacional, como os cristãos precisam agir perante esta triste realidade brasileira: Amaldiçoar, esculachar, rogar pragas, odiar, dentre outras coisas que os incrédulos fazem? Há motivos suficientes para reações desta natureza, mas entendemos que elas não são atitudes de um cristão. Temos um Deus poderoso e precisamos confiar nele, orar e agir como filhos dele. Nossa tarefa neste mundo é diferente da “tarefa” dos pagãos e incrédulos.

O apóstolo Paulo, inspirado pelo Espírito Santo, instruiu: “Antes de tudo, pois, exorto que se use a prática de súplicas, orações, intercessões, ações de graças, em favor de todos os homens, em favor dos reis e de todos os que se acham investidos de autoridade, para que vivamos vida tranquila e mansa, com toda piedade e respeito. Isto é bom e aceitável diante de Deus, nosso Salvador, o qual deseja que todos os homens sejam salvos e cheguem ao pleno conhecimento da verdade” (1 Timóteo 2:1-4).

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Não façam da casa de meu Pai casa de negócio

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“E encontrou no templo os que vendiam bois, ovelhas e pombas e também os cambistas assentados; tendo feito um azorrague de cordas, expulsou todos do templo, bem como as ovelhas e os bois, derramou pelo chão o dinheiro dos cambistas, virou as mesas e disse aos que vendiam as pombas: Tirai daqui estas coisas; não façais da casa de meu Pai casa de negócio.” (João 2:14-16)

A imagem que muitos fazem de Jesus é errônea e equivocada; pensam que Ele só falava mansinho, aceitava todas as coisas como certas e normais e nunca corrigia ninguém. Este com certeza, não é o Jesus que a Palavra de Deus revela. O problema é que as pessoas não conhecem Jesus, se o conhecessem, “jamais teriam crucificado o Senhor da glória” (1 Coríntios 2:8b).

Cenas como a descrita na passagem de João 2 mostram a realidade: o bem (Jesus) combatendo o mal (o pecado).

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