Autoridade

Embaixadores de Cristo

Postado em Atualizado em

Paulo instruiu ao jovem discípulo Tito a ser um exemplo vivo das virtudes que tinha de recomendar, agindo com firmeza na fé, com temor e obediência a Deus.

“Dize estas coisas; exorta e repreende também com toda a autoridade. Ninguém te despreze.” (Tito 2:15)

A ele estava sendo dada a incumbência de levar a mensagem de Deus na íntegra aos jovens, aos anciãos, aos servos, etc; enfim, a diversas classes de pessoas. Ele deveria transmitir a verdade de Deus sem acréscimos, sem subtrações, sem meias verdades, sem alterações, sem invenções; chamando a todos ao arrependimento e a obediência a vontade de Deus a terem a uma vida longe das contaminações da carne, sendo purificados e consagrados como povo exclusivo de Deus.

Leia o resto deste post »

Anúncios

Justos ou injustos?

Postado em Atualizado em

Em meio à desordem, injustiça, impunidade e corrupção que se alojaram no congresso nacional, como os cristãos precisam agir perante esta triste realidade brasileira: Amaldiçoar, esculachar, rogar pragas, odiar, dentre outras coisas que os incrédulos fazem? Há motivos suficientes para reações desta natureza, mas entendemos que elas não são atitudes de um cristão. Temos um Deus poderoso e precisamos confiar nele, orar e agir como filhos dele. Nossa tarefa neste mundo é diferente da “tarefa” dos pagãos e incrédulos.

O apóstolo Paulo, inspirado pelo Espírito Santo, instruiu: “Antes de tudo, pois, exorto que se use a prática de súplicas, orações, intercessões, ações de graças, em favor de todos os homens, em favor dos reis e de todos os que se acham investidos de autoridade, para que vivamos vida tranquila e mansa, com toda piedade e respeito. Isto é bom e aceitável diante de Deus, nosso Salvador, o qual deseja que todos os homens sejam salvos e cheguem ao pleno conhecimento da verdade” (1 Timóteo 2:1-4).

Leia o resto deste post »

Meditação – Romanos 13:3,4

Postado em Atualizado em

Queres tu não temer a autoridade?

 

“Porque os magistrados não são para temor, quando se faz o bem, e sim quando se faz o mal. Queres tu não temer a autoridade? Faze o bem e terás louvor dela, visto que a autoridade é ministro de Deus para teu bem. Entretanto, se fizeres o mal, teme; porque não é sem motivo que ela traz a espada; pois é ministro de Deus, vingador, para castigar o que pratica o mal.” (Romanos 13:3,4)

 

– Infelizmente a verdade da Palavra de Deus tem sido colocada de lado, dando lugar as palavras de homens que defendem o mal e a desordem. Um dos deveres dos magistrados, ou seja, pessoas revestidas de autoridade superior judicial ou civil, conforme parecer bíblico é punir, e punir com rigor os que praticam o mal: “… ela traz a espada; … para castigar o que pratica o mal”.

O mundo está cada dia mais difícil de se viver devido à violência, maldade e impunidade existentes. Os cidadãos comuns estão cada vez mais aprisionados pela falta de segurança, paz e tranqüilidade no mundo. Leis retrógradas, corrupção, impunidade e indiferença com o sofrimento das pessoas, têm sido erros trágicos na vida daqueles que deveriam ser os nossos defensores e quem aproveita disso, são os malfeitores que não temendo tal “autoridade”, por não puni-los de acordo com seus crimes, continuam a tramar e a praticá-los. 

Deus cobrará de cada um de nós o que temos feito com o que recebemos dEle e ninguém será inocentado de sua culpa como é comum vermos atualmente (Hebreus 4:12,13; Naum 1:3). Os magistrados receberam de Deus a incumbência de gerar segurança e punir quem se rebela contra as autoridades e a ordem pública; os cidadãos deste mundo receberam a incumbência de se sujeitar as autoridades existentes, pois é ordenação de Deus (Romanos 13:1,2), e nós os cristãos, recebemos igual incumbência dada a qualquer cidadão, mas “antes, importa obedecer a Deus do que aos homens” (Atos 5:29), caso as autoridades deste mundo se corrompam e imponham leis contrárias a vontade do Criador. Quando as autoridades não punem rigorosamente os culpados, deixam de ser ministros de Deus, ou seja, deixam de servir a ordem dEle.

Quando pessoas deixam o bem e se tornam malfeitores, partindo para o mal cometendo crimes, devem ser punidas pelas autoridades competentes com o rigor que cada ato mereça.

Meditação – Romanos 13:2

Postado em Atualizado em

Resiste a ordenação de Deus

 

Romanos-132“De modo que aquele que se opõe à autoridade resiste à ordenação de Deus; e os que resistem trarão sobre si mesmos condenação.” (Romanos 13:2)

 

– No verso anterior lemos que “não há autoridade que não proceda de Deus, ou seja, “as autoridades que existem foram por ele instituídas”.

As funções e cargos de autoridade existentes no mundo foram instituídas por Deus para estabelecer a ordem, a disciplina, a paz, a segurança, dentre outros benefícios aos seus cidadãos. Independentemente como age cada governante, nós como cidadãos e principalmente como cristãos, temos que nos sujeitar as autoridades pelas leis criadas e honrá-las como bons cidadãos glorificando assim o nosso Deus e Senhor eterno.

O verso 2 é claro quando diz que quem se opõe, ou seja, não se sujeita as autoridades existentes, na verdade está resistindo a Deus. Quem se opõe às autoridades, resiste à ordem de Deus e as conseqüências poderão ser trágicas.

Mas precisamos ser claros. Nem sempre a autoridade é concernente a vontade de Deus e quando ela estabelecer ou impor qualquer lei ou ordenação que seja contrária a vontade divina, “antes, importa obedecer a Deus do que aos homens” (Atos 5:29).

Meditação – Romanos 13:1

Postado em Atualizado em

Sujeição as autoridades

 

romanos-131“Todo homem esteja sujeito às autoridades superiores; porque não há autoridade que não proceda de Deus; e as autoridades que existem foram por ele instituídas.” (Romanos 13:1)

 

– Ninguém neste mundo tem autoridade se ela não tiver sido concedida por Deus. Aliás, o único que tem toda autoridade, ou seja, autoridade absoluta é o Senhor Jesus Cristo (Mateus 28:18).

Mas como cidadãos, precisamos estar sujeitos a alguma autoridade no mundo em que vivemos, desde que ela não se volte contra a vontade de Deus, pois “antes, importa obedecer a Deus do que aos homens” (Atos 5:29). Cada país tem as suas leis e precisamos honrar nossos compromissos sendo bons cidadãos e assim glorificar a Deus com um testemunho exemplar.

Sendo cristãos, nossa autoridade como lei e ordenanças é o Novo Testamento, e o Senhor Jesus Cristo é a autoridade absoluta em todas as áreas de nossas vidas. Porém, neste mundo existem autoridades e o apóstolo Paulo ensina que precisamos estar sujeitos a elas também, pois todas procedem de Deus. … não há autoridade que não proceda de Deus”. O que procede de Deus são as funções e cargos de autoridade, não as pessoas que as exercem propriamente ditas, pois nem todos governam conforme a vontade de Deus, e sempre há alteração no comando do estado e das instituições.

Já pensou em um mundo sem autoridades e sem governo? Seria um caos! Os antigos reis e hoje os presidentes, governadores, prefeitos e toda e qualquer função que exerça autoridade foram concedidas por Deus. O Senhor concede as pessoas que exercem tais funções, autoridade para que no exercício de suas atribuições, cumpram o seu papel “para que vivamos vida tranqüila e mansa, com toda piedade e respeito” (1 Timóteo 2:2b).

Quando as autoridades não cumprem o seu papel, dado por Deus e os homens não se submetem cumprindo as leis, as conseqüências são desastrosas e podem ser vistas claramente na corrupção, violência, maldade, dentre outras tragédias existentes no mundo.