Meditação – João 15:7

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Se permanecerdes em mim

“Se permanecerdes em mim, e as minhas palavras permanecerem em vós, pedireis o que quiserdes, e vos será feito.” (João 15:7)

Interessante este versículo, no contexto da Videira verdadeira. A primeira parte é dividida em dois pontos:

1) João diz que precisamos permanecer em Jesus, pois os ramos sem a videira morrem – Jesus é a vida (João 14:6), sem Ele só há a morte;

2) a palavra dEle precisa permanecer em nós, pois sem ela, seremos absorvidos pela mentira, a falsa doutrina e as regras humanas – ou seja, vamos achar que estamos fazendo a vontade dEle, mas não estaremos. Quantos estão iludidos no mundo religioso achando que estão com Cristo, mas não estão. Precisamos tomar o devido cuidado para não cairmos na mesma cilada e nos acomodarmos. Precisamos examinar a nós mesmos se estamos na fé (2 Coríntios 13:5); e também, vivermos a palavra de Deus que é Jesus, e não somente falar ou ensinar.

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Meditação – Provérbios 12:22

Lábios mentirosos

Provérbios 12.22

“Os lábios mentirosos são abomináveis ao SENHOR, mas os que agem fielmente são o seu prazer.” (Provérbios 12:22)

– Mentira, quem é seu pai? A Palavra de Deus responde: o diabo. “Ele foi homicida desde o princípio” e “nele não há verdade”; ele é “mentiroso e pai da mentira” (João 8:44). Quem vive mentindo – e desta forma se opõem a Jesus, o rejeita e ignora a Sua Palavra – tem a sentença dEle: “Vós sois do diabo, que é vosso pai” (João 8:44), porque satisfazem o desejo do diabo. Jesus, porém, é “o caminho, e a verdade, e a vida” (João 14:6) e ninguém vai ao Pai senão por Ele. Jesus falou a verdade que veio do Pai, mas aqueles que o rejeitaram, o perseguiram e o mataram, porque “amaram mais as trevas do que a luz; porque as suas obras eram más” (João 3:19); “amaram mais a glória dos homens do que a glória de Deus” (João 12:43).

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Meditação – 1 Pedro 4:7

O fim de todas as coisas está próximo

“Ora, o fim de todas as coisas está próximo; sede, portanto, criteriosos e sóbrios a bem das vossas orações.” (1 Pedro 4:7)

– Há momentos importantes em nossas vidas e quando eles se aproximam, tomamos todas as precauções para que eles aconteçam da melhor forma possível. Se vamos prestar um exame de vestibular, nos preparamos, fazemos cursos, estudamos ininterruptamente, perdemos noites de sono e dias de descanso; ficamos completamente envolvidos e entregues para este propósito.

Quando vamos prestar uma entrevista de emprego, vestimos uma roupa adequada, preparamos o visual e o que vamos dizer, como vamos nos portar, organizamos o currículo, etc. e tal.

Em tantas outras questões da vida cotidiana, somos criteriosos e sóbrios, além de pedirmos a Deus que abençoe. Porém, “o fim de todas as coisas está próximo”, mas não sabemos a hora e nem o dia. Então como devemos nos portar? Pedro responde: devemos ser prudentes, andando com moderação, deixando o Espírito Santo guiar nossas ações e estando sempre alertas buscando a Deus em oração.

Esforçamos muito para diversas coisas nesta vida, mas será que as coisas de Deus estão em primeiro lugar? Temos os mesmos critérios quando o assunto é a vida cristã, o relacionamento com Deus, a comunhão com os irmãos, as reuniões da igreja e o serviço ministerial? Muitos dedicam toda força, o tempo e a inteligência para projetos pessoais e as coisas do mundo, mas para com coisas do Senhor, não há a mesma dedicação, zelo e vontade, por quê? Afinal, a quem vamos prestar contas de nossas vidas no último dia? (Veja 2 Coríntios 5:10; Hebreus 4:13).

“O fim de todas as coisas está próximo”, por isso precisamos escolher o que é mais importante para nós e o que receberemos através desta escolha para não sermos surpreendidos com algo que não esperávamos. Que Deus nos ilumine e nos faça zelosos em todas as suas coisas (1 Coríntios 4:1,2; 1 Pedro 4:10).

Morte: quem não a teme?

“… o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor” (Romanos 6:23)

Rm 6.23 
Morte: quem não a teme? Quem está preparado para enfrentá-la? Se saíssemos pelas ruas perguntando quem quer morrer, quantos responderiam que sim? Não é difícil dizer, pois creio que a imensa maioria – se não todos – responderiam que não querem morrer.
 
O apóstolo Paulo passou por momentos extremamente difíceis em seu ministério enfrentando todo tipo de tribulação tais como prisões, açoites, perigos de morte, apedrejamentos, naufrágios, perigos diversos, inclusive entre falsos irmãos, fome e sede, frio e nudez (2 Coríntios 11:23-27). Ele preferiu em dado momento deixar este mundo e estar com o Senhor Jesus, mas o apóstolo tinha ainda que exercer o trabalho pelo qual foi chamado por Cristo; ele disse: “Porquanto, para mim, o viver é Cristo, e o morrer é lucro. Entretanto, se o viver na carne traz fruto para o meu trabalho, já não sei o que hei de escolher. Ora, de um e outro lado, estou constrangido, tendo o desejo de partir e estar com Cristo, o que é incomparavelmente melhor. Mas, por vossa causa, é mais necessário permanecer na carne” (Filipenses 1:21-24). “Além das coisas exteriores, há o que pesa sobre mim diariamente, a preocupação com todas as igrejas” (2 Coríntios 11:28)
 
Por causa de seu ministério e amor pela causa de Cristo neste mundo que é “buscar e salvar o perdido” (Lucas 19:10) ele viu a necessidade de “permanecer na carne”. Pelo que conhecemos da vida de Paulo, ele estava preparado para morrer, pois para ele “o viver” era “Cristo, e o morrer… lucro”, pois tinha a certeza e a convicção que com a sua morte física viria a glória de estar com Cristo eternamente (Hebreus 11:1). E nós, estamos preparados para morrer?
 
O que sabemos pelas sagradas escrituras é que o salário do pecado é a morte e não há como fugir disso por mais que façamos. Porém, há uma oportunidade dada por Deus de nos livrarmos dessa terrível realidade: a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor” que é o dom gratuito de Deus para aqueles que se arrependem de seus pecados e voltam a Deus para segui-lo e obedecê-lo na pessoa de Seu Filho, o único e soberano Senhor Jesus. “E não há salvação em nenhum outro; porque abaixo do céu não existe nenhum outro nome, dado entre os homens, pelo qual importa que sejamos salvos (Atos 4:12).

Meditação – João 13:34,35

Novo mandamento vos dou

A paixão de Cristo

“Novo mandamento vos dou: que vos ameis uns aos outros; assim como eu vos amei, que também vos ameis uns aos outros. Nisto conhecerão todos que sois meus discípulos: se tiverdes amor uns aos outros”. (João 13:34,35)

 

“Novo mandamento vos dou”. Um mandamento recém chegado, mas que se baseia no 2º grande mandamento da antiga lei, “Amarás o teu próximo como a ti mesmo” (Mateus 22:39). É uma ordenança inquestionável de Jesus para que o homem se aproxime mais do caráter santo e perfeito de Deus.

Jesus viveu intensamente este amor e mostrou na prática como devemos andar também, ou seja, amando uns aos outros como Ele nos amou. “Nisto conhecerão todos que sois meus discípulos”.

Jesus esteve no meio de nós – os pecadores – para nos dar esperança. Ele andou em nosso meio para nos resgatar do poder do pecado. Em sua passagem aqui na terra, o Senhor amou intensamente aos homens, curando-os de suas enfermidades físicas, emocionais e principalmente espirituais. Jesus não só os curava, mas ordenava a não pecarem mais, pois a maior enfermidade dos homens não estava naquele corpo curado, mas em suas mentes; em seus corações.

O pecado é a maior enfermidade do ser humano e é exatamente por isso que Jesus desceu dos céus, pois as nossas “iniqüidades fazem separação” entre nós e o nosso Deus (Isaías 59:2). Ele desceu para nos curar dessa grande enfermidade que afeta a todos os seres humanos, “pois todos pecaram e carecem da glória de Deus” (Romanos 3:23). No entanto, todos aqueles que foram curados – fisicamente falando – foram tragados pela morte um dia. Mas se eles compreenderam e guardaram o que lhes foi dito pelo Senhor – para não pecarem mais -, com certeza eles não foram vencidos pela morte, mas aguardam a preciosa e bem-vinda volta de Cristo, onde serão ressuscitados para a eternidade e estarão para sempre na presença de Deus no reino dos céus. Esta também é a nossa esperança.

Portanto amemos uns aos outros como Jesus nos amou, pois “se alguém disser: Amo a Deus, e odiar a seu irmão, é mentiroso; pois aquele que não ama a seu irmão, a quem vê, não pode amar a Deus, a quem não vê” (1 João 4:20).