Mal

Obreiros aprovados por Deus

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Questões para reflexão:

Reflexão 1071) Quantas vezes somos pegos de surpresa numa situação inesperada? Ficamos tristes, pois como cristãos, sabemos que, quando erramos somos automaticamente reprovados por Deus. A nossa conduta muitas vezes não denota a piedade que professamos. O que precisamos fazer para que possamos ser aprovados pelo Senhor em toda e qualquer circunstância? Será que ganharemos algo com isso?

2) Aquele que assume uma nova identidade perante Deus, ou seja, se torna um seguidor fiel de Jesus Cristo, passa a enfrentar com maior rigor a tentação. Será que podemos resistir às tentações que nos sobrevém? Deus pode nos provar através de uma tentação? É possível que uma tentação possa vir de nós mesmos?

3) Quando pensamos em algo, ou desejamos, estamos pecando? Isso são perguntas que chegam as nossas mentes quando estamos diante de situações que exigem uma postura firme e decidida.

4) A tentação por si só é pecado? Quando estamos passando por uma situação de risco estamos pecando contra o Senhor? Algumas vezes não sabemos ao certo se pecamos ou não. Sabemos que o pecado nos separa de Deus, por isso precisamos fugir dele. 

5) O inimigo em sua astúcia pode nos enganar “floreando” o pecado impedindo que possamos ver as consequências desastrosas provocadas por ele. Em algumas circuntâncias queremos enganar a nós mesmos achando que somos fortes. Será que é possível sem a presença do Senhor?

6) A bondade, a graça e o amor vêm de Deus; sabendo disto por que procuramos algo diferente em nossas vidas em determinadas situações? Em certas ocasiões procuramos ou nos colocamos em situações que põem em risco a nossa saúde espiritual e harmonia com Deus. Por quê?

7) Somos nova criatura, e precisamos compreender isto para que possamos ter uma vida que realmente agrade a Deus.

O que diz a palavra:

12  Bem-aventurado o homem que suporta, com perseverança, a provação; porque, depois de ter sido aprovado, receberá a coroa da vida, a qual o Senhor prometeu aos que o amam. 13  Ninguém, ao ser tentado, diga: Sou tentado por Deus; porque Deus não pode ser tentado pelo mal e ele mesmo a ninguém tenta. 14  Ao contrário, cada um é tentado pela sua própria cobiça, quando esta o atrai e seduz. 15  Então, a cobiça, depois de haver concebido, dá à luz o pecado; e o pecado, uma vez consumado, gera a morte. 16  Não vos enganeis, meus amados irmãos. 17  Toda boa dádiva e todo dom perfeito são lá do alto, descendo do Pai das luzes, em quem não pode existir variação ou sombra de mudança. 18  Pois, segundo o seu querer, ele nos gerou pela palavra da verdade, para que fôssemos como que primícias das suas criaturas” (Tg 1:12-18).

Chegando ao entendimento:

1 – A verdadeira felicidade – verso 12
Tiago nos diz que somos realmente felizes se permanecermos firmes diante das provações, porque teremos a aprovação de Deus e além dessa maravilhosa bênção receberemos dEle a recompensa da salvação eterna. Mas esta promessa é só para aqueles que realmente o amam.

2 – A tentação não vem de Deus – verso 13
Nunca poderemos pensar, muito menos dizer que uma tentação que passamos vem de Deus. Ele não tenta ninguém e a Bíblia é clara sobre isso. Neste versículo é comprovado. A tentação é algo maléfico, que pode nos destruir. O Senhor que não pode ser tentado pelo mal, pelo contrário, quer o melhor para nós e Ele aperfeiçoa a cada dia as nossas vidas.

3 – A tentação vem pela cobiça – verso 14
A cobiça, que é o desejo ardente de possuir; é uma dos maiores inimigos para se ter uma consciência limpa perante Deus. Ele conhece nossos pensamentos e sabe qual são as nossas verdadeiras intenções (veja Hb 4:12,13). Precisamos tomar cuidado, pois a cobiça pode nos enganar e levar para algo pior.

4 – O pecado é algo mortal – verso 15
Se deixarmos levar pela cobiça, ela frutifica e gera o pecado, quando nessa situação fica praticamente impossível não cair, pois nossa carne, segundo Jesus (Mt 26:41), é fraca e dependendo do envolvimento é difícil resistir. Pecando nos afastamos de Deus, pois Ele não pode contemplar o pecado. Se não houver arrependimento permaneceremos sem Deus, ou seja, mortos em nossos pecados. Com o pecado vem a necessidade do arrependimento.

5 – Não se engane – verso 16
As situações ou caminhos fáceis em nossas vidas nos levarão ao fracasso. Nosso coração nos engana nos fazendo achar que podemos enfrentar sozinhos os obstáculos. Satanás “embrulha” as coisas ruins com um “lindo papel de presente” para que pensemos que são boas. Ele nos oferece gratuitamente “algo maravilhoso” que satisfaz prontamente os nossos desejos carnais, mas ao abri-lo vemos que fomos profundamente enganados. Tarde demais. Não podemos cair nessa!

6 – Deus nos dá o que é bom – verso 17
Quando recebemos um presente, não quer dizer que o mereçamos. Alguém nos dá um presente como uma forma de demonstrar o seu carinho por nós. Assim é Deus, pois Ele nos presenteia com sua graça e toda sorte de bênçãos espirituais pelo Seu amor por nós sem merecermos. O Senhor não muda a cada instante para satisfazer os nossos desejos. Pelo contrário, Ele já preparou desde a fundação do mundo um plano perfeito para a redenção do homem, que vem pela obediência ao Seu Filho Jesus Cristo. Quem não obedece ao Senhor Jesus, não pode agradar a Deus.

7 – Somos feitura dEle – verso 18
Éramos trevas e Deus nos gerou em Cristo Jesus para andar na Sua luz em perfeita harmonia com Ele, como na fundação do mundo quando tudo que o Senhor criou era bom e estava em Sua santa presença, livres do mal e do pecado (Gn 1:31).

Aplicação:

1 – Permaneça firme para ser feliz (Rm 5:1-4; Cl 1:11; Hb 10:36)
2 – Vença o mal com o poder de Deus (Ef 6:10,11; Jd 1:24,25)
3 – Não se deixe vencer pelos seus desejos (Pv 21:25; 1 Ts 4:4,5)
4 – Diga não ao pecado (1 Jo 3:9; Ez 3:21)
5 – Esteja atento para não vacilar (Cl 4:2; Hebreus 10:23; Is 32:3)
6 – Tome posse das bênçãos que vem de Deus (1 Tm 6:12-14; Ef 1:3-10)
7 – Viva em unidade com o Criador (Jo 17:22,23; 1 Ts 5:8-10)

Leitura de encorajamento:

“Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade” (2 Tm 2:15).

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Meditação – Romanos 13:3,4

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Queres tu não temer a autoridade?

 

“Porque os magistrados não são para temor, quando se faz o bem, e sim quando se faz o mal. Queres tu não temer a autoridade? Faze o bem e terás louvor dela, visto que a autoridade é ministro de Deus para teu bem. Entretanto, se fizeres o mal, teme; porque não é sem motivo que ela traz a espada; pois é ministro de Deus, vingador, para castigar o que pratica o mal.” (Romanos 13:3,4)

 

– Infelizmente a verdade da Palavra de Deus tem sido colocada de lado, dando lugar as palavras de homens que defendem o mal e a desordem. Um dos deveres dos magistrados, ou seja, pessoas revestidas de autoridade superior judicial ou civil, conforme parecer bíblico é punir, e punir com rigor os que praticam o mal: “… ela traz a espada; … para castigar o que pratica o mal”.

O mundo está cada dia mais difícil de se viver devido à violência, maldade e impunidade existentes. Os cidadãos comuns estão cada vez mais aprisionados pela falta de segurança, paz e tranqüilidade no mundo. Leis retrógradas, corrupção, impunidade e indiferença com o sofrimento das pessoas, têm sido erros trágicos na vida daqueles que deveriam ser os nossos defensores e quem aproveita disso, são os malfeitores que não temendo tal “autoridade”, por não puni-los de acordo com seus crimes, continuam a tramar e a praticá-los. 

Deus cobrará de cada um de nós o que temos feito com o que recebemos dEle e ninguém será inocentado de sua culpa como é comum vermos atualmente (Hebreus 4:12,13; Naum 1:3). Os magistrados receberam de Deus a incumbência de gerar segurança e punir quem se rebela contra as autoridades e a ordem pública; os cidadãos deste mundo receberam a incumbência de se sujeitar as autoridades existentes, pois é ordenação de Deus (Romanos 13:1,2), e nós os cristãos, recebemos igual incumbência dada a qualquer cidadão, mas “antes, importa obedecer a Deus do que aos homens” (Atos 5:29), caso as autoridades deste mundo se corrompam e imponham leis contrárias a vontade do Criador. Quando as autoridades não punem rigorosamente os culpados, deixam de ser ministros de Deus, ou seja, deixam de servir a ordem dEle.

Quando pessoas deixam o bem e se tornam malfeitores, partindo para o mal cometendo crimes, devem ser punidas pelas autoridades competentes com o rigor que cada ato mereça.

Meditação – Provérbios 6:16-19

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Coisas que o Senhor aborrece e abomina


Relampago-2

 

“Seis coisas o SENHOR aborrece, e a sétima a sua alma abomina: olhos altivos, língua mentirosa, mãos que derramam sangue inocente, coração que trama projetos iníquos, pés que se apressam a correr para o mal, testemunha falsa que profere mentiras e o que semeia contendas entre irmãos.” (Provérbios 6:16-19)

 

– Neste provérbio Salomão lista seis coisas que aborrece a Deus, ou seja, coisas que ele detesta; e a sétima que Ele abomina, ou seja, o Senhor odeia.

As seis coisas que Deus detesta – Olhos altivos: atitude daqueles que se ensoberbecem e agem com arrogância. Língua mentirosa: atitude daqueles que não tem compromisso com a verdade. Os que vivem da mentira. Mãos que derramam sangue inocente: atitude daqueles que agem com crueldade, violência e injustiça para com os outros. Coração que trama projetos iníquos: atitude daqueles que planejam e agem contra a vontade de Deus e contra aqueles que foram justificados pelo sangue do Cordeiro. Pés que se apressam a correr para o mal: atitude daqueles que buscam e se alegram com o pecado. Testemunha falsa que profere mentiras: falso testemunho – atitude daqueles que dão crédito e apoiam a mentira.

E a sétima coisa, aquela que o Senhor odeia – O que semeia contendas entre irmãos: atitude daqueles que falam mal dos outros e semeiam o desentendimento, a desordem e a desarmonia com suas intrigas, fofocas e mexericos e afastam até os melhores amigos e irmãos.

Que possamos refletir bastante sobre estas seis coisas que Deus se aborrece e a sétima que Ele abomina, e dessa forma fugir delas, para seguir “a justiça, a fé, o amor e a paz com os que, de coração puro, invocam o Senhor” (2 Timóteo 2:22).

Meditação – 1 Pedro 3:17

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Sofrendo por praticar o que é bom

 

“porque, se for da vontade de Deus, é melhor que sofrais por praticardes o que é bom do que praticando o mal.” (1 Pedro 3:17)

 

– Muitos sofreram por praticar o que é bom; por viver segundo a vontade de Deus. Podemos enumerar uma lista enorme aqui, mas apenas os sofrimentos de Cristo são suficientes para retratar o que Pedro diz neste verso.

Ele foi “… desprezado e o mais rejeitado entre os homens, homem de dores e que sabe o que é padecer… Mas ele foi traspassado pelas nossas transgressões e moído pelas nossas iniqüidades… Ele foi oprimido e humilhado, mas não abriu a boca; como cordeiro foi levado ao matadouro… Todavia, ao SENHOR agradou moê-lo, fazendo-o enfermar; quando der ele a sua alma como oferta pelo pecado, verá a sua posteridade e prolongará os seus dias; e a vontade do SENHOR prosperará nas suas mãos” (Isaías 53).

Deus disse através do mesmo profeta que os seus pensamentos não são os nossos pensamentos, nem os nossos caminhos, os seus caminhos (Isaías 55:8). Será por isso que o caminho que conduz ao céu é apertado, sua porta é estreita e são poucos que acertam com ela? (Mateus 7:13,14). Com certeza sim, pois são poucos que querem sofrer por causa do evangelho; que querem dar a sua vida integralmente ao Senhor; que renegam tudo quanto tem ou é por causa de Cristo.

“… disse Jesus a seus discípulos: Se alguém quer vir após mim, a si mesmo se negue, tome a sua cruz e siga-me” (Mateus 16:24).

Meditação – 1 Pedro 3:12

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Os olhos e os ouvidos do Senhor

 

 

 “Porque os olhos do Senhor repousam sobre os justos,

e os seus ouvidos estão abertos às suas súplicas,

mas o rosto do Senhor está contra aqueles que praticam males.”

(1 Pedro 3:12)

 

– A língua, este pequeno, mas “poderoso” órgão do ser humano, é capaz de muitos estragos conforme Tiago 3:5,6 e o apóstolo Pedro reforçou o seu “poder” no verso 10, quando voltado para o mal. Refreie e evite que seus lábios sejam usados para a maldade.

Como você reage quando sabe que alguém o observa? Como reagimos quando estamos sob os olhares de alguém? E quando não estamos; quando não há “ninguém” olhando, como reagimos? E quanto a Deus? Pedro diz que o Senhor repousa seus olhos sobre seus servos; aqueles que professam ser seus seguidores; seus discípulos. Ele não está só observando, Ele “repousa” seus olhos, ou seja, ao olhar o justo, sua visão encontra descanso e tranquilidade, ao invés de ira, decepção e reprovação causada pela prática do mal. Ao justo, o Senhor dá ouvidos; Ele atende as suas súplicas – lembra-se de Elias?

Não nos enganemos: se há em nossas vidas a pratica de algum mal, Deus não está repousando seus olhos sobre nós, mas está contra nós; e isso é ruim, péssimo e terrível. Cuidemos de nossos pensamentos, palavras e ações e deixemos Deus repousar seus olhos em nós!