Meditação – Provérbios 6:16-19

Coisas que o Senhor aborrece e abomina


Relampago-2

 

“Seis coisas o SENHOR aborrece, e a sétima a sua alma abomina: olhos altivos, língua mentirosa, mãos que derramam sangue inocente, coração que trama projetos iníquos, pés que se apressam a correr para o mal, testemunha falsa que profere mentiras e o que semeia contendas entre irmãos.” (Provérbios 6:16-19)

 

– Neste provérbio Salomão lista seis coisas que aborrece a Deus, ou seja, coisas que ele detesta; e a sétima que Ele abomina, ou seja, o Senhor odeia.

As seis coisas que Deus detesta – Olhos altivos: atitude daqueles que se ensoberbecem e agem com arrogância. Língua mentirosa: atitude daqueles que não tem compromisso com a verdade. Os que vivem da mentira. Mãos que derramam sangue inocente: atitude daqueles que agem com crueldade, violência e injustiça para com os outros. Coração que trama projetos iníquos: atitude daqueles que planejam e agem contra a vontade de Deus e contra aqueles que foram justificados pelo sangue do Cordeiro. Pés que se apressam a correr para o mal: atitude daqueles que buscam e se alegram com o pecado. Testemunha falsa que profere mentiras: falso testemunho – atitude daqueles que dão crédito e apoiam a mentira.

E a sétima coisa, aquela que o Senhor odeia – O que semeia contendas entre irmãos: atitude daqueles que falam mal dos outros e semeiam o desentendimento, a desordem e a desarmonia com suas intrigas, fofocas e mexericos e afastam até os melhores amigos e irmãos.

Que possamos refletir bastante sobre estas seis coisas que Deus se aborrece e a sétima que Ele abomina, e dessa forma fugir delas, para seguir “a justiça, a fé, o amor e a paz com os que, de coração puro, invocam o Senhor” (2 Timóteo 2:22).

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Meditação – Romanos 4:7,8

Bem-aventurados os perdoados

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“Bem-aventurados aqueles cujas iniqüidades são perdoadas,

e cujos pecados são cobertos;

bem-aventurado o homem a quem o Senhor jamais imputará pecado.”

(Romanos 4:7,8) 

 

– Felizes são aqueles aos quais Deus perdoa; aqueles que tem o privilégio de ter suas transgressões apagadas diante da face do Senhor. É motivo de regozijo e júbilo, pois a morte espiritual é a conseqüência do pecado cometido contra o divino Criador, e através de seu perdão, somos libertos dessa morte. Como disse o apóstolo Paulo: “… porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor” (Romanos 6:23).

Em Jesus e somente nEle, encontramos esta bem-aventurança, pois quando nos entregamos a Ele pelo batismo, recebemos o perdão de nossos pecados e a presença do Espírito Santo em nossas vidas (Atos 2:38), para nos guiar numa nova vida de obediência, temor e santidade segundo a vontade de Deus.

O pecado nos afasta de Deus, porém a fé nos aproxima dEle. Está fé produz em nós o desejo de conhecer a Deus e a sua soberana vontade; e a sua vontade é que todos os homens, em todos os lugares, se arrependam e sejam salvos (Atos 17:30; 1 Timóteo 2:3,4).

Aqueles a quem, pois o Senhor perdoar, estarão livres da terrível sentença do pecado: a segunda morte (Apocalipse 20:14); e para todo o sempre estarão jubilosos na presença de Deus no céu (Apocalipse 21:3,4).  

 

 

Meditação – 2 Pedro 2:7,8

Livrando os justos

 

Ló“e livrou o justo Ló, afligido pelo procedimento libertino daqueles insubordinados (porque este justo, pelo que via e ouvia quando habitava entre eles, atormentava a sua alma justa, cada dia, por causa das obras iníquas daqueles),” (2 Pedro 2:7,8)

 

– A respeito dos antigos é dito: “homens dos quais o mundo não era digno” (Hebreus 11:38a). O autor de Hebreus descreveu em todo capítulo 11, a trajetória daqueles que – apesar de estarem sob a antiga aliança – viveram por convicção e certeza da existência e promessas de Deus; uma fé operante e obediente. Vidas de completa devoção, entrega e amor a Deus. Vidas consagradas, justas e piedosas, que sofreram amargamente por causa de sua fé inigualável.

Ló é um desses personagens reais, que foi atormentado e afligido pela conduta ímpia dos habitantes de sua cidade; carregados de iniqüidade no proceder e no pensar. Numa cidade repleta de libertinagem, Ló “reinava” sozinho com sua conduta santa, e como diz a passagem: justa.

Apesar de todo o sofrimento que Ló passava por causa das atitudes vergonhosas de seus compatriotas, Abraão, seu tio, ainda suplicou por diversas vezes ao Senhor para salvar as cidades (Sodoma e Gomorra), mas sabemos que não aconteceu, pois não havia a justiça de Deus naqueles lugares.

Muitas vezes nos sentimos afligidos e atormentados com as atitudes libertinas ao nosso redor. O mundo está corrompido pelo pecado e quer sim quer não, aqueles que querem viver justa e piedosamente diante de Deus, sofrerão; mas sabemos também que Deus livra os seus filhos – na hora certa – de tais sofrimentos. O Senhor livrou Ló e com certeza livrará a todos que tenham uma comunhão íntima de santidade, pureza e amor com Ele.

 

Meditação – Tito 2:11-14

A graça de Deus

“Porquanto a graça de Deus se manifestou salvadora a todos os homens, educando-nos para que, renegadas a impiedade e as paixões mundanas, vivamos, no presente século, sensata, justa e piedosamente, aguardando a bendita esperança e a manifestação da glória do nosso grande Deus e Salvador Cristo Jesus, o qual a si mesmo se deu por nós, a fim de remir-nos de toda iniqüidade e purificar, para si mesmo, um povo exclusivamente seu, zeloso de boas obras.”
(Tito 2:11-14)

 

– Deus se aproximou de todos nós com o intuito de nos resgatar de nossas iniqüidades. Pela sua graça fomos salvos da condenação certa, como o mundo que “jaz no maligno” (1 João 5:19). Ele nos mostrou o quanto estávamos longe dEle, entregues ao pecado tão abundantemente exposto no mundo. Ele nos chamou, nos salvou e tem nos mostrado onde e como devemos andar: em santidade e novidade de vida.

Agora, o que nos resta é aguardar pacientemente a volta de nosso Senhor Jesus que virá buscar os seus; aqueles que aceitaram o seu chamado; que compreenderam que não poderiam mais viver como antes, pois foram limpos e purificados de suas paixões e desejos carnais; aqueles que estão sendo “transformados, de glória em glória, na sua própria imagem” (2 Coríntios 3:18).

Jesus se entregou como sacrifício vivo por todos nós para anular nossa dívida diante do Pai a qual não poderíamos pagar. Sem Jesus estávamos todos condenados ao castigo eterno, “pois todos pecaram e carecem da glória de Deus” (Romanos 3:23).

Ele nos limpou para ser somente dele; um povo santo e consagrado para realizar tudo aquilo que Ele planejou em sua obra redentora. Somos parte do plano de Deus para a salvação em Cristo Jesus. Sejamos “bons despenseiros da multiforme graça de Deus” (1 Pedro 4:10), ou seja, sejamos aqueles que cuidam e dedicam suas vidas a causa de Cristo aqui na terra.