Lei

Paralelo da Lei

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A lei do SenhorCântico utilizado: “A lei do Senhor” (Salmo 19:7-10)

“A Lei do Senhor é perfeita, e restaura a alma.”
– A lei do Senhor transforma o meu caráter.
– Altera o meu viver.
– Me dá uma vida plena e abundante.
– Me prepara para o encontro triunfal com Jesus.
– Ela me trás a esperança da vida eterna.

“O testemunho do Senhor é fiel, e dá sabedoria aos símplices.”
– O testemunho do Senhor me ensina a viver de modo digno.
– Me ensina a fazer o que é correto e louvável diante de Deus.
– Ele me mostra o caminho em que devo andar.
– Me encoraja a ser e a continuar fiel.
– Me torna sábio em minhas atitudes.

“São mais desejáveis do que ouro depurado.”
– São mais desejáveis do que qualquer tesouro.
– Do que qualquer prêmio…
– Qualquer título.
– Qualquer conquista.
– Qualquer presente.

“São mais doces do que o mel e o destilar dos favos.”
– Doce aos meus olhos.
– Agradável ao meu coração…
– Ao meu viver.
– Ao meu andar.
– Ao meu ser.

“Os preceitos do Senhor são retos, e alegram o coração.”
– Os preceitos do Senhor são justos e bons.
– Ele me faz feliz.
– Eu fico cheio de júbilo.
– Me faz contentar.
– Regozija o meu ser.

“O mandamento do Senhor é puro e ilumina os olhos.”
– O mandamento do Senhor me guia nos difíceis caminhos da vida.
– Me livra da escuridão do pecado.
– Ele abre os meus olhos para ver o que é reto, justo e bom.
– Santifica o meu ser.
– Me torna puro, separado e consagrado para servir a Deus.

“O temor do Senhor é límpido, e permanece para sempre.”
– O temor do Senhor é puro.
– Ele é santo…
– Não tem mancha.
– É transparente.
– É eterno.

“Os juízos do Senhor são verdadeiros e todos igualmente justos.”
– Nos juízos do Senhor há Justiça.
– Há verdade…
– Igualdade.
– Perdão.
– Amor.

Se há lei, é porque Deus me amou e enviou Seu Filho para cumpri-la em meu lugar, pois ninguém seria capaz senão Ele.
“Não penseis que vim revogar a Lei ou os Profetas; não vim para revogar, vim para cumprir” (Mateus 5:17).

Se há lei, é porque Deus existe, e nela, Ele revelou sua vontade.
“As coisas encobertas pertencem ao SENHOR, nosso Deus, porém as reveladas nos pertencem, a nós e a nossos filhos, para sempre, para que cumpramos todas as palavras desta lei” (Deuteronômio 29:29).

Se há lei, é porque haverá justiça.
“Ora, sabemos que tudo o que a lei diz, aos que vivem na lei o diz para que se cale toda boca, e todo o mundo seja culpável perante Deus, visto que ninguém será justificado diante dele por obras da lei, em razão de que pela lei vem o pleno conhecimento do pecado. Mas agora, sem lei, se manifestou a justiça de Deus testemunhada pela lei e pelos profetas; justiça de Deus mediante a fé em Jesus Cristo, para todos e sobre todos os que crêem; porque não há distinção, pois todos pecaram e carecem da glória de Deus, sendo justificados gratuitamente, por sua graça, mediante a redenção que há em Cristo Jesus, a quem Deus propôs, no seu sangue, como propiciação, mediante a fé, para manifestar a sua justiça, por ter Deus, na sua tolerância, deixado impunes os pecados anteriormente cometidos; tendo em vista a manifestação da sua justiça no tempo presente, para ele mesmo ser justo e o justificador daquele que tem fé em Jesus” (Romanos 3:19-26).

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Meditação – Romanos 13:8

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Quem ama o próximo cumpre a lei

Romanos-138

 “A ninguém fiqueis devendo coisa alguma,

exceto o amor com que vos ameis uns aos outros;

pois quem ama o próximo tem cumprido a lei.” (Romanos 13:8)


– Como cristãos, temos a responsabilidade de zelar pelo nome que levamos. Se não estamos tão preocupados com o nosso nome, precisamos lembrar que carregamos um nome precioso e maravilhoso, que é o nome de Cristo. A responsabilidade de carregar este nome já é suficiente para termos condutas irrepreensíveis perante Deus e os homens.

Não podemos deixar que o nosso “nome” de cristão, seja manchado por uma vida desordenada. A instrução aqui é de não dever nada. Se não podemos dever nada, então precisamos aprender a lidar com toda e qualquer situação que possa nos levar a isto. Mas uma coisa estaremos sempre em divida: o amor, pois este, precisamos compartilhar todos os dias, em todo tempo e em todos os momentos.

Por mais que amemos, sempre estaremos em divida, porque não temos como pagar o que Cristo fez por nós – Ele amou e nós precisamos amar também; amar como Ele amou. Nossa conduta deve ser irrepreensível para com Deus, para com todas as pessoas e para com as autoridades. O amor que recebemos de Deus precisa ser compartilhado e oferecido a todos e não somente a alguns poucos que escolhemos. Este é o verdadeiro amor. Esta é maneira certa de amar ao próximo.

Que o Senhor nos guie e ilumine.

Meditação – Tiago 1:25

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Bem-aventurado no que realizar

 

Mas aquele que considera, atentamente, na lei perfeita, lei da liberdade, e nela persevera, não sendo ouvinte negligente, mas operoso praticante, esse será bem-aventurado no que realizar.” (Tiago 1:25)

 

– A lei perfeita que é a Palavra de Deus deve ser examinada com profundidade, pois é por meio dela que nos tornarmos livres; livres de outra lei: a lei do pecado. A lei do pecado escraviza milhares de pessoas, conscientes ou não.

Sabemos que o pecado leva a morte e faz separação entre o homem e Deus (veja Romanos 6:23). A lei da liberdade nos livra da condenação que a lei do pecado traz, mas é preciso fazer algo além de apenas “saber” sobre a lei perfeita: é preciso seguir, é preciso praticar, é preciso produzir; produzir “frutos dignos de arrependimento” (Mateus 3:8). Se não praticamos o que aprendemos, não passamos de teólogos, ou seja, especialistas em religião.

A verdadeira felicidade só chegará quando realizarmos obras de acordo com a vontade de Deus; quando praticarmos os ensinamentos que recebemos e aprendemos do Senhor Jesus.

Se torna vão saber muita coisa se não vamos praticar. Não sejamos descuidados com a lei perfeita, sejamos operosos praticantes.

Meditação – João 7:23

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Tornando o homem são

 

“Ora, se um homem recebe a circuncisão no sábado, para que a lei de Moisés não seja violada, como vos indignais contra mim, porque no sábado tornei um homem inteiramente são?” (João 7:23)

 

– Hoje em dia vemos “curas” praticadas pelos curandeiros religiosos onde as pessoas saem tortas, mancando ou com cicatrizes. Sabemos que existe muito charlatanismo nos dias atuais como, talvez, nunca vistos. Quando Jesus curava, curava por completo, como no caso desse homem que foi totalmente restabelecido do seu mal num sábado. Os leprosos ficavam com sua pele intacta; os mortos voltavam a viver; os cegos voltavam a ver, e os paralíticos voltavam a andar. Mas a maior cura, o Senhor dava no final: “os seus pecados estão perdoados, vá e não peques mais”.

A verdadeira cura é a da alma tomada pela escuridão dos pecados que todos nós cometemos. Naquele tempo e hoje, as pessoas buscam “curas” para as suas enfermidades físicas, problemas financeiros dentre outras, mas na verdade, Cristo quer curar-nos do maior mal que aflige os seres humanos: o pecado. Todas aquelas pessoas que foram beneficiadas pelas curas do Senhor, fisicamente falando, morreram um dia, mas se elas guardaram as últimas palavras dEle com cada uma delas – “vá e não peques mais” – mesmo morrendo, terão vida e vida em abundância a sua espera quando Jesus voltar e levar, não só eles, mas, todos que ouvem e praticam as suas palavras.

Hoje, milhares de pessoas abarrotam cultos religiosos para alcançarem uma bênção física, enquanto que um grupo pequeno de seguidores fiéis buscam a aprovação de Deus na obediência aos seus mandamentos; “e os seus mandamentos não são penosos” conforme João 5:3. “Entrai pela porta estreita larga é a porta, e espaçoso, o caminho que conduz para a perdição, e são muitos os que entram por ela, porque estreita é a porta, e apertado, o caminho que conduz para a vida, e são poucos os que acertam com ela” (Mateus 7:13,14).

Que busquemos a verdadeira cura: o perdão de nossos pecados, andando no apertado caminho rumo à porta estreita que conduz ao céu.

 

Meditação – Salmo 119:18

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Desvenda os meus olhos

“Desvenda os meus olhos, para que eu contemple as maravilhas da tua lei.” (Salmo 119:18)

– O servo obediente suplica a Deus que tire a “cegueira” dos olhos para contemplar as santas palavras. Muitos ainda estão com os olhos vendados, ou por que ainda não foram retiradas as “vendas” ou porque não querem que sejam retiradas.

O prazer do cristão é admirar, meditar, refletir e colocar em prática os ensinamentos do Senhor. O discípulo fiel mantém os olhos abertos para toda e qualquer instrução de Deus e “fecha-os” para as coisas abomináveis deste mundo.