A verdadeira prosperidade

1828

A integridade de Jó perante o sofrimento e a perda total é um grande exemplo nestes dias de “fartura” e “prosperidade” religiosa. Perguntaram certa vez a um homem que se auto-intitula “bispo” o porque de tanta ostentação e riqueza em sua vida. Ele respondeu: “meu pai é rico, eu não seria?” Certamente, este homem não conhece o Filho de Deus, pois o unigênito do Pai não tinha “onde reclinar a cabeça” (Mateus 8:20). Já outro homem, que vez ou outra, são substituídos pela morte do antecessor, “mora” em um ostentoso palácio e senta num trono de ouro, enquanto milhares de seus “fiéis” não tem nem onde reclinar a cabeça.

Porém Paulo instruindo a Timóteo disse: “Exorta aos ricos do presente século que não sejam orgulhosos, nem depositem a sua esperança na instabilidade da riqueza, mas em Deus, que tudo nos proporciona ricamente para nosso aprazimento; que pratiquem o bem, sejam ricos de boas obras, generosos em dar e prontos a repartir; que acumulem para si mesmos tesouros, sólido fundamento para o futuro, a fim de se apoderarem da verdadeira vida.” (1 Timóteo 6:17-19)

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