Justos ou injustos?

Em meio à desordem, injustiça, impunidade e corrupção que se alojaram no congresso nacional, como os cristãos precisam agir perante esta triste realidade brasileira: Amaldiçoar, esculachar, rogar pragas, odiar, dentre outras coisas que os incrédulos fazem? Há motivos suficientes para reações desta natureza, mas entendemos que elas não são atitudes de um cristão. Temos um Deus poderoso e precisamos confiar nele, orar e agir como filhos dele. Nossa tarefa neste mundo é diferente da “tarefa” dos pagãos e incrédulos.

O apóstolo Paulo, inspirado pelo Espírito Santo, instruiu: “Antes de tudo, pois, exorto que se use a prática de súplicas, orações, intercessões, ações de graças, em favor de todos os homens, em favor dos reis e de todos os que se acham investidos de autoridade, para que vivamos vida tranquila e mansa, com toda piedade e respeito. Isto é bom e aceitável diante de Deus, nosso Salvador, o qual deseja que todos os homens sejam salvos e cheguem ao pleno conhecimento da verdade” (1 Timóteo 2:1-4).

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Meditação – Mateus 5:46,47

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Que recompensa tendes?

“Porque, se amardes os que vos amam, que recompensa tendes? Não fazem os publicanos também o mesmo? E, se saudardes somente os vossos irmãos, que fazeis de mais? Não fazem os gentios também o mesmo?” (Mateus 5:46,47)

 – Quão fácil é amar a quem nos ama e também tratar bem a quem nos trata de igual modo, não? É claro que, por mais que amemos alguém, em certos momentos este sentimento pode ser abalado, mas nunca apagado. Nas divergências e nos problemas que às vezes nos sobrevém, sentimos algo surgir em nossos corações que atrapalha o bom relacionamento que temos com aqueles a quem amamos; mas se de fato amamos nada é capaz de apagar o que sentimos.

Se com pessoas próximas e queridas é possível acontecer estas coisas, o que falar dos “inimigos”, daqueles que nos perseguem e dos injustos e maus citados por Jesus nos versículos anteriores (43-45)? Na verdade, Jesus quer que tenhamos um alto nível de compreensão daquilo que precisamos ser neste mundo: “filhos do vosso Pai celeste” (Mateus 5:45).

De forma geral, a regra do mundo é esta: “amar a quem nos ama” e “tratar bem a quem nos trata bem”. Se nossa vida cristã é baseada nisto, que diferença há entre nós e os incrédulos? “Não fazem os gentios também o mesmo?”

Jesus quer que sejamos como Ele é! Jesus é igual ao Pai e nós precisamos imitá-los. Deus abençoa maus e bons, justos e injustos (Mateus 5:45). Como seguidores de Cristo, não teríamos que agir da mesma maneira?

Nossos relacionamentos precisam ir muito além daquilo que está proposto no mundo, pois a Palavra nos ensina que precisamos fazer “o bem a todos, mas principalmente aos da família da fé” (Gálatas 6:10b).