Humildade

O homem cristão no lar – I

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Servindo como cabeça
O homem a serviço do rei Jesus

Efésios 5:22-6:4 é um texto muito bom para nos apoiarmos e aprendermos sobre os papéis individuais no casamento. Paulo instruiu a todos os membros do lar neste trecho e antes deixou algo muito importante que devemos levar em consideração: “sujeitando-vos uns aos outros no temor de Cristo” (v. 21). Sujeição não parece ser uma palavra que esteja entre as primeiras do nosso vocabulário, mas o apóstolo aqui mostrou que precisa estar (1 Coríntios 15:26-28; Tito 2:1,2; Tiago 4:7; 1 Pedro 2:13-17). Sujeição nos lembra de submissão e isto nos faz pensar que é algo direcionado somente as mulheres, certo? Errado! Sujeição está ligado à vida cristã e atinge a todos; na igreja, na vida e no lar. Submissão tem a ver com humildade e não com inferioridade. Se não estamos dispostos a nos sujeitar, tão pouco estaremos preparados para assumir um lar como Deus quer e deseja (ver apêndice).

Jesus é o rei dos reis; ele nos chama a servi-lo e a partir do momento que aceitamos seu convite nos submetendo ao batismo, passamos a ser seus súditos, seus servos (1 Timóteo 6:13-16). Serviço é a palavra de ordem na vida cristã (João 6:27; Lucas 10:2; Judas 3), e o lar é onde começamos servindo ao rei. No lar encontramos várias formas de servir: servimos como cabeça, servimos como marido, servimos como pai e servimos como filho. Estamos dispostos a servir?

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O cansaço que tem cura

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Em agosto de 1930, Joseph Crater, com 45 anos de idade, despediu-se dos amigos num restaurante de Nova Iorque, entrou num táxi e foi embora. Nunca mais se ouviu falar dele. Cinqüenta anos de investigações e pesquisas ofereceram inúmeras teorias, mas nenhuma conclusão. Desde que Crater era um bem-sucedido juiz do Supremo Tribunal de Nova Iorque, muitos suspeitaram de assassinato; entretanto, nenhuma pista sólida jamais foi descoberta. Outras opções surgiram: seqüestro, envolvimento com a máfia, e até mesmo suicídio. Uma busca em seu apartamento revelou esta pista: um bilhete e um cheque, ambos em nome da esposa. A quantia escrita no cheque era de grande valor e o bilhete dizia simplesmente: “estou cansado demais. Com amor, Joe”.

A nota talvez não passasse de um pensamento no final de um dia duro. Ou, quem sabe significasse muito mais – poderia ser o epitáfio de um homem desesperado. O cansaço pesa. Não é o cansaço físico provocado pelo esforço de um serviço braçal, por exemplo; nem ao esgotamento mental que se segue a um dia de decisões e reflexões difíceis. Nada disso. O cansaço que atacou o juiz Crater é bem pior.

Trata-se do cansaço que surge pouco antes de você desistir por completo. É o pai desanimado, a criança abandonada, o aposentado com os dias contados. É aquele ponto na vida em que a motivação desaparece, filhos ficam adultos, perde-se o emprego, o cônjuge morre. O resultado é cansaço – profundo, solitário, frustrado. Só um homem na história afirmou ter uma resposta para esse cansaço. Ele se coloca diante de todos os Joseph Craters do mundo com a mesma promessa: “Vinde a mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei.” (Mateus 11.28). (ver nota no final)

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Servindo com humildade

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“Servindo ao Senhor com toda a humildade” (Atos 20:19a)

Deus de antemão preparou boas obras “para que andássemos nelas” (Efésios 2:10). Ele nos concede talentos e habilidades para que possamos usá-los para a Sua glória (Veja Mateus 25). O processo, porém, não é automatizado; é bem provável que haja a necessidade de preparação – e em determinadas áreas – , um longo período de preparação. A conseqüência disto será a completa utilização dos talentos na obra e causa do Senhor neste mundo.

Algo que precisamos ter em mente é que nem sempre a preparação e/ou aprendizado não será tão prazeroso como gostaríamos, mas é importante salientar que a maioria das coisas nesta vida precisa de preparação e prática e não é diferente no serviço dedicado a Deus.

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Disputas

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Disputas: será que é para isso que Jesus nos chamou?

Jesus lavando os pés - 1Uma disputa aconteceu entre os discípulos registrada em Lucas 9:46-48. Quem é o maior? Jesus enfim disse que “aquele que entre vós for o menor de todos, esse é que é grande” (9:48c). E também que “… o maior dentre vós será vosso servo. Quem a si mesmo se exaltar será humilhado; e quem a si mesmo se humilhar será exaltado” (Mateus 23:11,12). Infelizmente, as disputas entre homens que professam serem seguidores de Jesus acontecem. Será que estamos contribuindo para que isto aconteça ou continue? É óbvio que Deus não aprova tais atitudes conforme os versículos acima. 


Jesus nos fez um chamado: Ele quer que sirvamos uns aos outros (Marcos 10:43); que consideremos os outros superiores a nós mesmos (Filipenses 2:3); e que amemos uns aos outros (Marcos 12:31). É vão declararmos que somos cristãos se não queremos ouvir e cumprir os mandamentos do Senhor Jesus. Precisamos buscar conhecer verdadeiramente a vontade de Deus para as nossas vidas em sua Palavra, para assim seguir e praticar única e exclusivamente os ensinamentos do Senhor Jesus; o que Ele realmente quer e espera de cada um de nós.

O Senhor nos incentivou a disputar quem é o maior ou o melhor? Não! Ele nos instruiu a amar uns aos outros. O apóstolo Paulo inspirado pelo Espírito Santo, instruiu em 2 Coríntios 6:6 a não fingirmos que amamos uns aos outros. Mesma instrução foi dada por Pedro:
“… tendo em vista o amor fraternal não fingido, amai-vos, de coração, uns aos outros ardentemente” (1 Pedro 1:22). O amor cristão deve ser profundo; deve ser sincero; deve ser verdadeiro. Devemos ser gentis, hospitaleiros e amáveis para com todos independentemente de nacionalidade, grau de instrução ou posição social. O nosso amor não deve ser dado somente àqueles a quem “gostamos”, mas a todos quantos Deus espera que amemos, assim como Ele nos amou. Uma pergunta para refletirmos: que diferença há em amar a quem nos ama; não fazem os incrédulos o mesmo? Que recompensa esperamos receber de Deus com tal atitude? Na cruz, Jesus amou a todos; Ele morreu por todos. Mas infelizmente, muitos não reconhecem seu ato de amor.

Como cristãos, devemos ser sinceros em toda e qualquer situação.
“… a minha boca proclamará a verdade; e … os meus lábios abominam a impiedade” (Provérbios 8:7). Se Jesus estivesse fisicamente andando ao nosso lado, como será que Ele analisaria o nosso desempenho como cristãos? Seríamos aprovados ou reprovados em nossas atitudes? Jesus andou no meio de pecadores para salvá-los. Jesus estava onde eles estavam. Temos ido aos locais onde eles se encontram para levar a esperança e o evangelho da salvação? (Mateus 25:34-46). Será que na correria do dia a dia, temos tempo pra praticar ensinos como este?

Jesus foi chamado de
“glutão e bebedor de vinho, amigo de publicanos e pecadores” (Mateus 11:19). Ele foi questionado porque comeu “com os publicanos e pecadores” (Mateus 9:11) e por ir a um banquete na casa de um cobrador de impostos desprezado pelos judeus e estar comendo e bebendo “com os publicanos e pecadores” (Lucas 5:30). Murmuravam ao seu respeito porque ele “recebia pecadores e comia com eles” (Lucas 15:2), ao passo dele responder sabiamente que “os sãos não precisam de médico, e sim os doentes” (Lucas 5:31). Os doentes precisam de médico e Jesus é o Médico para estes doentes.

As imagens que fariseus, escribas e mestres da lei – os
“justos” daquela época – faziam de Jesus eram: Glutão, bebedor de vinho e amigo de pecadores. E nós, queremos ser vistos com os “pecadores”; comer, receber e banquetear com eles, ou somos “justos” demais para isso? Queremos estar só com aqueles a quem “gostamos” ou temos afinidade? “… se amardes os que vos amam, que recompensa tendes? Não fazem os publicanos também o mesmo?” (Mateus 5:46 e Lucas 6:32). “Se fizerdes o bem aos que vos fazem o bem, qual é a vossa recompensa? Até os pecadores fazem isso” (Lucas 6:33). “E, se emprestais àqueles de quem esperais receber, qual é a vossa recompensa? Também os pecadores emprestam aos pecadores, para receberem outro tanto” (Lucas 6:34). Que possamos refletir bastante sobre estas palavras de Jesus, pois elas demonstram que o cidadão do reino precisa ir muito além das atitudes daqueles que não conhecem a Deus. Jesus disse: “se a vossa justiça não exceder em muito a dos escribas e fariseus, jamais entrareis no reino dos céus” (Mateus 5:20).

“Amai, porém, os vossos inimigos, fazei o bem e emprestai, sem esperar nenhuma paga; será grande o vosso galardão, e sereis filhos do Altíssimo. Pois ele é benigno até para com os ingratos e maus. Sede misericordiosos, como também é misericordioso vosso Pai” (Lucas 6:35,36). Estas são as verdadeiras atitudes de um cidadão do reino, ou seja, atitudes de um filho de Deus.

Acordemos para realidade do chamado de Cristo: “Não temas; doravante serás pescador de homens” (Lucas 5:10). É para isso que o Senhor nos chamou. Para andar como Ele andou e amar como Ele amou, servindo-o como servos em obediência a sua vontade, levando a sua mensagem salvadora aos perdidos. Ele não nos chamou para disputarmos entre nós em quem é o maior, quem sabe mais, quem pode mais, ou pior, quem manda mais. Jesus é o Senhor e só Ele tem autoridade em todas as coisas. Vamos ouvir, guardar e praticar o que Ele realmente ensina e espera de seus seguidores. “Novo mandamento vos dou: que vos ameis uns aos outros; assim como eu vos amei, que também vos ameis uns aos outros” (João 13:34).

Meditação – Mateus 11:29

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Tomai sobre vós o meu jugo

 

“Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para a vossa alma”. (Mateus 11:29)


– Precisamos nos entregar completamente a Jesus, Ele é o descanso para as nossas almas. Sua mansidão e humildade não são vistas apenas em determinadas ocasiões; estas virtudes residem permanentemente em seu coração.

Quando menos merecermos, mais Ele estará pronto para receber e amparar. Ninguém vai a Cristo por merecimento; todos vão a Ele por depender e carecer de seu amor, perdão, bondade e misericórdia.

Estar sob o seu jugo é segui-lo fielmente. É participar intensamente de sua vitória sobre a cruz. É enfrentar desafios e obstáculos por Ele. É defender sua causa neste mundo independentemente de sofrimento, tribulação e oposição dos homens.

Tomemos posse de seu jugo. Na mansidão e humildade de Cristo encontraremos paz para as nossas almas, encontraremos descanso para as nossas tribulações, dores e sofrimentos.