Noé

Discrepância dimensional

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O que é discrepância? É a divergência; o desvio que sempre aumenta; Discordância, Desacordo, Dissentimento e Desarmonia. Discrepância dimensional, portanto, seria a divergência de medidas. Na área espiritual, “medidas” (vontade) de Deus com as “medidas” (vontade) dos homens.

Discrepância dimensional é o problema dos “Noé’s” atuais, ou seja, a construção (edificação) fora das medidas (vontade) de Deus. Resultado: as “peças” não se encaixam.

Exemplos no mundo:

Na construção de peças e/ou equipamentos se um fabricante de materiais de iluminação fizer uma lâmpada com uma rosca maior (fora do padrão) ela nunca enroscará no bocal padronizado, resultando em uma discrepância dimensional. As peças não se ajustarão. Se um fabricante de materiais elétricos fizer uma tomada menor (fora do padrão) ela nunca encaixará numa tomada padronizada, resultando uma discrepância dimensional. As peças não se ajustarão. Existe um padrão dimensional para as peças e equipamentos industrializados, porém, se os fabricantes não atenderem a este padrão, seus produtos serão rejeitados e não passarão pelo controle de qualidade. Por exemplo: existem vários fabricantes de lâmpadas – como a que usamos em nossas casas -, mas todos obedecem ao mesmo padrão de medidas para que possam se ajustar perfeitamente aos bocais (luminárias, abajur, etc.).

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Meditação – 2 Pedro 2:4-6

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Deus não poupou

 

2-pedro-24-61“Ora, se Deus não poupou anjos quando pecaram, antes, precipitando-os no inferno, os entregou a abismos de trevas, reservando-os para juízo; e não poupou o mundo antigo, mas preservou a Noé, pregador da justiça, e mais sete pessoas, quando fez vir o dilúvio sobre o mundo de ímpios; e, reduzindo a cinzas as cidades de Sodoma e Gomorra, ordenou-as à ruína completa, tendo-as posto como exemplo a quantos venham a viver impiamente” (2 Pedro 2:4-6)

 

– Nos versos anteriores, o apóstolo deixou claro que os falsos mestres serão destruídos por causa da falsidade de suas vidas. Agora, Pedro nos alerta como Deus trata tais indivíduos que se rebelam contra Sua soberania e majestade. Anjos e homens que impiamente conduziram suas vidas foram e serão destruídos pela ira de Deus.

Noé e sua família foram poupados da destruição por causa de sua fidelidade ao Senhor em meio a uma multidão de incrédulos. Ele sofreu zombaria e escárnio, mas permaneceu firme em seu propósito mostrando-nos que vale a pena perseverar em meio às tribulações e perseguições.

E por fim as cidades de Sodoma e Gomorra sofreram a conseqüência da imoralidade e perversidade em que viviam seus habitantes; as cidades foram reduzidas a cinzas e pó. Percebemos claramente nestes episódios, o que a incredulidade, desmazelo e irreverência para com Deus podem causar aos seus praticantes.

Os falsos mestres sofrerão as mesmas conseqüências daqueles que viveram impiamente, por isso precisamos vigiar e orar, para que não sejamos enganados pela cobiça dos homens que não temem a Deus e cairmos nos mesmos erros. “A mim pertence à vingança; eu retribuirei. E outra vez: O Senhor julgará o seu povo” (Hebreus 10:30).

 

Meditação – 1 Pedro 3:20,21

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Nos dias de Noé

 

“…nos dias de Noé, enquanto se preparava a arca, na qual poucos, a saber, oito pessoas, foram salvos, através da água, a qual, figurando o batismo, agora também vos salva, não sendo a remoção da imundícia da carne, mas a indagação de uma boa consciência para com Deus, por meio da ressurreição de Jesus Cristo.” (1 Pedro 3:20,21)

 

– Nos dias de Noé, Deus não poupou aqueles que não o temiam. Apenas 8 pessoas em meio a uma multidão foram salvas. OITO! Hoje, vivemos em um mundo de incredulidade, irreverência e idolatria. Muitos têm abandonado a comunhão com Cristo por motivos banais e egoístas.

 

Aqueles dias de Noé figuraram o que haveria de acontecer no futuro, e hoje vivemos esse futuro. Como Deus não poupou os insubmissos, os incrédulos e idólatras daquele tempo; Ele também não poupará aqueles que não o temem nos dias atuais. Sua misericórdia se renova cada manhã para que possamos temê-lo, amá-lo e obedecê-lo em todas as coisas e não para vivermos como se não houvesse um juízo (Lamentações 3:22,23).

 

Ao sermos batizados não é removida a sujeira do corpo, mas sim a da alma. Estávamos imundos pelo pecado e Cristo nos limpou. Ele nos deu um novo compromisso: a de uma nova consciência perante Ele.

Que a nossa consciência perante Deus seja purificada pelo “lavar regenerador e renovador do Espírito Santo” (Tito 3:5), e não corrompida pelas obras da carne (Gálatas 5:19-21).