Remissão

Palavra frívolas

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Jesus disse: “Digo-vos que de toda palavra frívola que proferirem os homens, dela darão conta no Dia do Juízo; porque, pelas tuas palavras, serás justificado e, pelas tuas palavras, serás condenado” (Mateus 12:36,37). É de tremer, quando falamos impensadamente e com futilidade, quando condenamos, defraudamos e falamos mal dos outros. Sabe o resultado disso? Morte espiritual.

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Passos para a salvação

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Para ser salva uma pessoa precisa responder ao chamado de Deus por meio de seu Filho, Jesus Cristo, seguindo e obedecendo aos seguintes passos: ouvir, crer, arrepender, confessar e batizar. Através destes passos todos tem a oportunidade de conhecer o plano infalível de Deus para a salvação. Não é possível deixar nenhum deles para traz sem que antes sejam compreendidos e aceitos, pois todos são imprescindíveis na conversão do pecador para uma nova vida de obediência, temor e reverência para com Deus. Após o batismo, ele precisará perseverar até a volta de Cristo que virá buscar aqueles que são seus.

“Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo para remissão dos vossos pecados, e recebereis o dom do Espírito Santo” (Atos 2:38) é o chamado de Jesus para todos, pois todos pecaram e carecem da glória de Deus” (Romanos 3:23). Quem aceita este chamado, terá sobre si a misericórdia e a graça de Deus sendo exercida sobre sua vida até a volta de Jesus ou até quando Deus chamar.

O evangelho é o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê, visto que a justiça de Deus se revela no evangelho, de fé em fé, como está escrito: O justo viverá por fé.” (Romanos 1:16,17). É preciso ter fé, pois “sem fé é impossível agradar a Deus” (Hebreus 11:6). E o que é fé? A própria Bíblia responde: “fé é a certeza de coisas que se esperam, a convicção de fatos que se não vêem” (Hebreus 11:1).

Que este breve estudo o(a) ajude a tomar a melhor decisão que um ser humano deve tomar: se render a Cristo Jesus como seu único Senhor e Salvador. “Respondeu-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim” (João 14:6). A seguir vamos analisar cada passo, seu significado e sua responsabilidade.

1° – Ouvir:
Ouvir o que? O evangelho; as boas novas de Cristo; a boa notícia da salvação.

“Esteja absolutamente certa, pois, toda a casa de Israel de que a este Jesus, que vós crucificastes, Deus o fez Senhor e Cristo. Ouvindo eles estas coisas, compungiu-se-lhes o coração e perguntaram a Pedro e aos demais apóstolos: Que faremos, irmãos?” (Atos 2:36,37)

2° – Crer:

– Crer em que? Que Jesus é o Filho de Deus.

 

“Filipe respondeu: É lícito, se crês de todo o coração. E, respondendo ele, disse: Creio que Jesus Cristo é o Filho de Deus” (Atos 8:37).

 

“Quem crer e for batizado será salvo; quem, porém, não crer será condenado” (Marcos 16:16).

 

Obs.: Quem não crer que Jesus é o Filho de Deus não pode ser salvo.

 

3° – Arrepender:

-Arrepender de que? Dos pecados cometidos.

 

“Ouvindo eles estas coisas, compungiu-se-lhes o coração e perguntaram a Pedro e aos demais apóstolos: Que faremos, irmãos? Respondeu-lhes Pedro: Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo para remissão dos vossos pecados, e recebereis o dom do Espírito Santo” (Atos 2:37,38).

 

Obs.: Remissão = perdão total dos pecados concedido por Deus.

4° – Confessar:
Confessar o que? Os pecados cometidos e Jesus como seu Senhor e Salvador.

“Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça.” (1 João 1:9)

Jesus disse: “Portanto, todo aquele que me confessar diante dos homens, também eu o confessarei diante do meu Pai, que está nos céus; mas aquele que me negar diante dos homens, também eu o negarei diante do meu Pai, que está nos céus” (Mateus 10:32,33).

5° – Batismo:

 

Não existe nenhuma menção de batismo por aspersão na Bíblia, nem tão pouco de crianças recém nascidas. O batismo é para pessoas conscientes de seus atos. É uma decisão pessoal e espontânea. O batismo é o passo final para aquele que se arrepende de seus pecados para entrar numa nova vida de comunhão com Deus – salvação – selando assim o processo de sua redenção, e assim, aguardar a volta de Cristo perseverando na fé e na obediência a vontade de Deus.

 

“Respondeu-lhes Pedro: Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo para remissão dos vossos pecados, e recebereis o dom do Espírito Santo” (Atos 2:38).

 

– “Batizado” (do grego baptizo), imerso; variação de “baptism” (batismo), ou seja “imersão”.

 

“Seguindo eles caminho fora, chegando a certo lugar onde havia água, disse o eunuco: Eis aqui água; que impede que seja eu batizado? Filipe respondeu: É lícito, se crês de todo o coração. E, respondendo ele, disse: Creio que Jesus Cristo é o Filho de Deus. Então, mandou parar o carro, ambos desceram à água, e Filipe batizou o eunuco. Quando saíram da água, o Espírito do Senhor arrebatou a Filipe, não o vendo mais o eunuco; e este foi seguindo o seu caminho, cheio de júbilo” (Atos 8:36-39).

 

“Desceram à água”, ou seja, foram imersos. “Saíram da água”; mostrando que era muita água; água suficiente para cobri-los, ou seja, imergi-los.

 

– O batismo bíblico é por imersão como a própria palavra grega “baptism” confirma, trazendo a imagem de um sepultamento, onde o indivíduo é imerso em água, ou melhor, é sepultado em água, simbolizando a sua morte para a vida de pecado e desobediência a Deus. A pessoa sai da água – levanta ou ressuscita – para uma nova vida de temor e obediência a vontade de Deus.

A passagem de Romanos 6:2-4 diz que ao sermos batizados (imersos), somos “sepultados” como Jesus o foi; e a passagem de João 20:1-12 relata como Jesus foi sepultado, salientando o final (versículo 12) onde mostra os anjos sentados – um a cabeceira e outro aos pés – confirmando que o Senhor foi sepultado deitado e não em pé, como alguns relatam para defender o sepultamento em pé, justificando o batismo por aspersão.

Como viveremos ainda no pecado, nós os que para ele morremos? Ou, porventura, ignorais que todos nós que fomos batizados em Cristo Jesus fomos batizados na sua morte? Fomos, pois, sepultados com ele na morte pelo batismo; para que, como Cristo foi ressuscitado dentre os mortos pela glória do Pai, assim também andemos nós em novidade de vida” (Romanos 6:2-4).

“No primeiro dia da semana, Maria Madalena foi ao sepulcro de madrugada, sendo ainda escuro, e viu que a pedra estava revolvida. Então, correu e foi ter com Simão Pedro e com o outro discípulo, a quem Jesus amava, e disse-lhes: Tiraram do sepulcro o Senhor, e não sabemos onde o puseram. Saiu, pois, Pedro e o outro discípulo e foram ao sepulcro. Ambos corriam juntos, mas o outro discípulo correu mais depressa do que Pedro e chegou primeiro ao sepulcro; e, abaixando-se, viu os lençóis de linho; todavia, não entrou. Então, Simão Pedro, seguindo-o, chegou e entrou no sepulcro. Ele também viu os lençóis, e o lenço que estivera sobre a cabeça de Jesus, e que não estava com os lençóis, mas deixado num lugar à parte. Então, entrou também o outro discípulo, que chegara primeiro ao sepulcro, e viu, e creu. Pois ainda não tinham compreendido a Escritura, que era necessário ressuscitar ele dentre os mortos. E voltaram os discípulos outra vez para casa. Maria, entretanto, permanecia junto à entrada do túmulo, chorando. Enquanto chorava, abaixou-se, e olhou para dentro do túmulo, e viu dois anjos vestidos de branco, sentados onde o corpo de Jesus fora posto, um à cabeceira e outro aos pés. (João 20:1-12)

Após o batismo, que é o passo final para entrar numa nova vida com Deus, a nova criatura (2 Coríntios 5:17), agora cristão – discípulo de Cristo -, precisará perseverar até a volta de seu Senhor, testemunhando a respeito dele e tendo uma vida separada das contaminações da carne, consagrando-se a Deus para seu serviço em prol de Sua obra redentora.

Perseverar:

Continuar; não desistir; esperar a volta de Cristo.

 

Jesus disse: “Sereis odiados de todos por causa do meu nome; aquele, porém, que perseverar até ao fim, esse será salvo” (Mateus 10:22).

 

– Porque “sereis odiados de todos”? Por que aquele que decide seguir a Cristo fielmente, precisa abandonar a vida de pecado que tinha antes de conhecer ao Senhor. Precisa deixar toda e qualquer forma de pecado que foi largamente imposta no mundo ao longo dos anos. Para um exemplo do que o seguidor de Cristo precisa deixar, leiamos Gálatas 5:19-21: “Ora, as obras da carne são conhecidas e são: prostituição, impureza, lascívia, idolatria, feitiçarias, inimizades, porfias, ciúmes, iras, discórdias, dissensões, facções, invejas, bebedices, glutonarias e coisas semelhantes a estas, a respeito das quais eu vos declaro, como já, outrora, vos preveni, que não herdarão o reino de Deus os que tais coisas praticam”.

O discípulo de Cristo enfrentará muitos obstáculos em sua caminhada rumo ao céu. Ele incomodará àqueles que se opõem a Jesus e enfrentará perseguição, zombaria, tentações e oposição com sua nova conduta perante Deus. Esta nova conduta será esvaziada das obras da carne descritas acima e preenchida com o fruto do Espírito; veja: “Mas o fruto do Espírito é: amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio. Contra estas coisas não há lei. E os que são de Cristo Jesus crucificaram a carne, com as suas paixões e concupiscências. Se vivemos no Espírito, andemos também no Espírito” (Gálatas 5:22-25).

 

Combate o bom combate da fé. Toma posse da vida eterna, para a qual também foste chamado e de que fizeste a boa confissão perante muitas testemunhas. Exorto-te, perante Deus, que preserva a vida de todas as coisas, e perante Cristo Jesus, que, diante de Pôncio Pilatos, fez a boa confissão, que guardes o mandato imaculado, irrepreensível, até à manifestação de nosso Senhor Jesus Cristo” (1 Timóteo 6:12-14).

 

“Porque importa que todos nós compareçamos perante o tribunal de Cristo, para que cada um receba segundo o bem ou o mal que tiver feito por meio do corpo  (2 Coríntios 5:10).

 

“Portanto, também nós, uma vez que estamos rodeados por tão grande nuvem de testemunhas, livremo-nos de tudo o que nos atrapalha e do pecado que nos envolve, e corramos com perseverança a corrida que nos é proposta, tendo os olhos fitos em Jesus, autor e consumador da nossa fé (Hebreus 12:1,2a NVI).

 

“Agora, pois, já nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus.” (Romanos 8:1)

O que te impede de ser batizado? Decida agora seguir e obedecer Jesus, seguindo os passos rumo a salvação eterna.

Meditação – Tito 2:11-14

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A graça de Deus

“Porquanto a graça de Deus se manifestou salvadora a todos os homens, educando-nos para que, renegadas a impiedade e as paixões mundanas, vivamos, no presente século, sensata, justa e piedosamente, aguardando a bendita esperança e a manifestação da glória do nosso grande Deus e Salvador Cristo Jesus, o qual a si mesmo se deu por nós, a fim de remir-nos de toda iniqüidade e purificar, para si mesmo, um povo exclusivamente seu, zeloso de boas obras.”
(Tito 2:11-14)

 

– Deus se aproximou de todos nós com o intuito de nos resgatar de nossas iniqüidades. Pela sua graça fomos salvos da condenação certa, como o mundo que “jaz no maligno” (1 João 5:19). Ele nos mostrou o quanto estávamos longe dEle, entregues ao pecado tão abundantemente exposto no mundo. Ele nos chamou, nos salvou e tem nos mostrado onde e como devemos andar: em santidade e novidade de vida.

Agora, o que nos resta é aguardar pacientemente a volta de nosso Senhor Jesus que virá buscar os seus; aqueles que aceitaram o seu chamado; que compreenderam que não poderiam mais viver como antes, pois foram limpos e purificados de suas paixões e desejos carnais; aqueles que estão sendo “transformados, de glória em glória, na sua própria imagem” (2 Coríntios 3:18).

Jesus se entregou como sacrifício vivo por todos nós para anular nossa dívida diante do Pai a qual não poderíamos pagar. Sem Jesus estávamos todos condenados ao castigo eterno, “pois todos pecaram e carecem da glória de Deus” (Romanos 3:23).

Ele nos limpou para ser somente dele; um povo santo e consagrado para realizar tudo aquilo que Ele planejou em sua obra redentora. Somos parte do plano de Deus para a salvação em Cristo Jesus. Sejamos “bons despenseiros da multiforme graça de Deus” (1 Pedro 4:10), ou seja, sejamos aqueles que cuidam e dedicam suas vidas a causa de Cristo aqui na terra.

Qual é a verdadeira igreja?

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Jesus

A verdadeira igreja é aquela estabelecida por Jesus Cristo através de seus apóstolos. A igreja do Senhor Jesus foi estabelecida durante a festa judaica chamada Pentecostes – ou festa da colheita – festa que era comemorada pelos judeus cinqüenta dias depois da páscoa.

 

Jesus já havia prevenido o apóstolo Pedro sobre Sua igreja; veja: “Também eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela” (Mateus 16:18). Pedro foi o apóstolo que levantou a questão após a ressurreição do Senhor. “Naqueles dias, levantou-se Pedro no meio dos irmãos e disse: Irmãos, convinha que se cumprisse a Escritura…” (Atos 1:15,16a). Os discípulos reunidos ali, receberam do céu, poder para começarem seu ministério. “Ao cumprir-se o dia de Pentecostes, estavam todos reunidos no mesmo lugar; de repente, veio do céu um som, como de um vento impetuoso, e encheu toda a casa onde estavam assentados. E apareceram, distribuídas entre eles, línguas, como de fogo, e pousou uma sobre cada um deles. Todos ficaram cheios do Espírito Santo e passaram a falar em outras línguas, segundo o Espírito lhes concedia que falassem” (Atos 2:1-4).

 

Há uma confusão enorme em relação a essas línguas – alguns interpretam como línguas estranhas; outros como línguas de anjos; etc., – mas na verdade eram línguas inteligíveis, porém, de outros povos que vieram de diversos países para a festa em questão; veja: “Ora, estavam habitando em Jerusalém judeus, homens piedosos, vindos de todas as nações debaixo do céu. Quando, pois, se fez ouvir aquela voz, afluiu a multidão, que se possuiu de perplexidade, porquanto cada um os ouvia falar na sua própria língua. Estavam, pois, atônitos e se admiravam, dizendo: Vede! Não são, porventura, galileus todos esses que aí estão falando? E como os ouvimos falar, cada um em nossa própria língua materna?” (Atos 2:5-8). Exemplificando é como se estivemos no Brasil num grande evento e viessem americanos, alemães, italianos, japoneses e etc., e cada um pudesse entender em suas línguas maternas o que vários pregadores estivessem falando, cada qual em sua própria língua.

 

Pedro e os demais apóstolos então se levantaram e começaram a pregar as boas novas. “ Então, se levantou Pedro, com os onze; e, erguendo a voz, advertiu-os nestes termos: Varões judeus e todos os habitantes de Jerusalém, tomai conhecimento disto e atentai nas minhas palavras… Jesus, o Nazareno, varão aprovado por Deus diante de vós com milagres, prodígios e sinais, os quais o próprio Deus realizou por intermédio dele entre vós, como vós mesmos sabeis;  sendo este entregue pelo determinado desígnio e presciência de Deus, vós o matastes, crucificando-o por mãos de iníquos; ao qual, porém, Deus ressuscitou, rompendo os grilhões da morte; porquanto não era possível fosse ele retido por ela” (Atos 2:14, 22-24). Os apóstolos então declararam aos judeus que Jesus era o Messias esperado por eles: “Esteja absolutamente certa, pois, toda a casa de Israel de que a este Jesus, que vós crucificastes, Deus o fez Senhor e Cristo” (Atos 2:36).

 

Os judeus atormentados e aflitos perguntaram aos apóstolos o que precisariam fazer para reparar o erro cometido; quando o apóstolo Pedro tomou a frente mais uma vez e respondeu que só por meio do arrependimento e batismo poderiam ser salvos da condenação; veja: “Ouvindo eles estas coisas, compungiu-se-lhes o coração e perguntaram a Pedro e aos demais apóstolos: Que faremos, irmãos? Respondeu-lhes Pedro: Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo para remissão dos vossos pecados, e recebereis o dom do Espírito Santo” (Atos 2:37,38).

 

Eles então foram acrescentados por Deus a igreja que estava nascendo, a igreja de Jesus – aquela que Ele preveniu a Pedro na passagem de Mateus – através do batismo. “Com muitas outras palavras deu testemunho e exortava-os, dizendo: Salvai-vos desta geração perversa. Então, os que lhe aceitaram a palavra foram batizados, havendo um acréscimo naquele dia de quase três mil pessoas” (Atos 2:40,41).

 

Agora como cristãos, viviam completamente diferente da vida que levavam antes; veja: E perseveravam na doutrina dos apóstolos e na comunhão, no partir do pão e nas orações. Em cada alma havia temor; e muitos prodígios e sinais eram feitos por intermédio dos apóstolos. Todos os que creram estavam juntos e tinham tudo em comum. Vendiam as suas propriedades e bens, distribuindo o produto entre todos, à medida que alguém tinha necessidade. Diariamente perseveravam unânimes no templo, partiam pão de casa em casa e tomavam as suas refeições com alegria e singeleza de coração, louvando a Deus e contando com a simpatia de todo o povo. Enquanto isso, acrescentava-lhes o Senhor, dia a dia, os que iam sendo salvos” (Atos 2:42-47).

 

Nesta descrição, confirmamos que a igreja foi estabelecida por Jesus Cristo através de seus enviados especiais – os apóstolos – que foram usados como instrumentos para colocar em prática o Seu plano e a Sua vontade.

– A verdadeira igreja é aquela que está fundamentada nas verdades do Novo Testamento e busca resgatar estes princípios. A doutrina que a igreja precisa seguir está toda registrada nas páginas do Novo Testamento e em nenhum lugar mais.

– A verdadeira igreja não precisa de credos ou preceitos humanos, pois ela é movida pela Palavra de Deus que é perfeita. “O amor jamais acaba; mas, havendo profecias, desaparecerão; havendo línguas, cessarão; havendo ciência, passará; porque, em parte, conhecemos e, em parte, profetizamos. Quando, porém, vier o que é perfeito, então, o que é em parte será aniquilado” (1 Coríntios 13:8-10).

– A verdadeira igreja tem no Novo Testamento – a nova aliança de Deus – sua autoridade e regra de fé. No Antigo Testamento – a antiga aliança de Deus – a igreja observa os princípios e preceitos para conhecer o caráter de Deus, Sua criação e profecias a respeito do Filho do Homem – Jesus, o Salvador.
Quando tentam unir as duas alianças, anulam o que Cristo fez, ou seja, estabelecer uma nova aliança de Deus com os homens. A antiga aliança teve o seu papel: “De maneira que a lei nos serviu de aio para nos conduzir a Cristo, a fim de que fôssemos justificados por fé. Mas, tendo vindo a fé, já não permanecemos subordinados ao aio (Gálatas 3:24,25). Ela serviu como um aio ou tutor – pessoa de confiança que cuida de uma criança, educando-a ou disciplinando-a até que ela atinja a maior idade – para levar-nos a Cristo. Cumprida a tarefa do tutor, não justifica continuarmos buscando a sua tutela, já que agora estamos sob a tutela de Cristo. Voltar à antiga lei é anular a graça de Deus dada em Jesus Cristo. “De Cristo vos desligastes, vós que procurais justificar-vos na lei; da graça decaístes” (Gálatas 5:4).

 

A verdadeira igreja obedece às ordens de Seu único Senhor porque o ama. “Porque este é o amor de Deus: que guardemos os seus mandamentos; ora, os seus mandamentos não são penosos” (João 5:3). Ela não desvia da vontade de Deus ou faz barganha para ganhar mais membros. “Porque nós não estamos, como tantos outros, mercadejando a palavra de Deus; antes, em Cristo é que falamos na presença de Deus, com sinceridade e da parte do próprio Deus” (2 Coríntios 2:17).

 

A verdadeira igreja é o corpo de Cristo, sendo Ele a Cabeça, aquele que guia, direciona e comanda o corpo. “Ele é a cabeça do corpo, da igreja. Ele é o princípio, o primogênito de entre os mortos, para em todas as coisas ter a primazia, porque aprouve a Deus que, nele, residisse toda a plenitude” (Colossenses 1:18,19).

 

A verdadeira igreja é a gloriosa noiva de Cristo, que Ele virá buscar para estar ao Seu lado eternamente. “…porque o marido é o cabeça da mulher, como também Cristo é o cabeça da igreja, sendo este mesmo o salvador do corpo. … Cristo amou a igreja e a si mesmo se entregou por ela, para que a santificasse, tendo-a purificado por meio da lavagem de água pela palavra, para a apresentar a si mesmo igreja gloriosa, sem mácula, nem ruga, nem coisa semelhante, porém santa e sem defeito” (Efésios 5:23, 25-27).

 

A verdadeira igreja não se dobra ou se une a organizações humanas. “Não vos ponhais em jugo desigual com os incrédulos; porquanto que sociedade pode haver entre a justiça e a iniqüidade? Ou que comunhão, da luz com as trevas? (2 Coríntios 6:14).

 

A verdadeira igreja não é uma organização, mas um organismo vivo. “…vós sois corpo de Cristo; e, individualmente, membros desse corpo” (1 Coríntios 12:27).

 

A verdadeira igreja não escandaliza a sociedade com procedimentos vergonhosos e também não é uma entidade financeira, que só fala e pede dinheiro. “Se alguém ensina outra doutrina e não concorda com as sãs palavras de nosso Senhor Jesus Cristo e com o ensino segundo a piedade, é enfatuado (soberbo; pretensioso), nada entende, mas tem mania por questões e contendas de palavras, de que nascem inveja, provocação, difamações, suspeitas malignas, altercações (provocar polêmica) sem fim, por homens cuja mente é pervertida e privados da verdade, supondo que a piedade (zelo e temor a Deus) é fonte de lucro (1 Timóteo 6:3-5).

 

Por fim a verdadeira igreja é aquela que faz a vontade de Deus, prega o evangelho, segue a verdade em amor e glorifica a Deus pelas suas atitudes e procedimento santo.

 

Louvado seja Deus pela Sua igreja gloriosa, busque-a e a achará!