“Conheço as tuas obras — eis que tenho posto diante de ti uma porta aberta, a qual ninguém pode fechar — que tens pouca força, entretanto, guardaste a minha palavra e não negaste o meu nome.” (Apocalipse 3:8)

Filadélfia (3:7-13) e Esmirna (2:8-11) foram duas das sete igrejas na Ásia que estavam andando em fidelidade a Jesus. As outras estavam prestes a perder seu candeeiro, ou seja, deixar de ser uma autêntica igreja de Cristo (Candeeiro de ouro), por causa da infidelidade e pecados, mas tiveram a oportunidade dada por Jesus nestas cartas para voltarem ao Senhor.

Filadélfia em questão, e Esmirna, no capítulo dois, eram igrejas pobres; pobres, mas fortes no Senhor, fiéis ao Senhor Jesus e não corriam perigo de perder seu candeeiro. Em contra-partida, Laodicéia (3:14-22) era uma igreja rica, mas fraca no Senhor, infiel ao senhorio de Cristo; recebeu a repreensão de Jesus, e se não se arrependesse, perderia seu candeeiro.

Porém, a fidelidade das duas igrejas não impediu o sofrimento, que veio por meio do império romano, a última cartada de Satanás para que o eterno propósito de Deus – seu reino na terra, a igreja – fosse destruído.

Em suma, o último reino revelado por Daniel pelo sonho de Nabucodonosor cairia (Roma), e o reino de Cristo se estabeleceria e subsitiria para sempre. Jesus venceu, é o Rei que reina, e com Ele podemos vencer também, pertencendo e participando ativamente de seu reino!

Muitas igrejas nunca foram candeeiro de ouro, ou seja, nasceram no erro doutrinário, práticas que Jesus não autorizou, amor do dinheiro, dentre outros desvios da semente pura do evangelho. Algumas já foram candeeiro de ouro, mas deixaram de ser, seguindo caminhos contrários a vontade de Jesus. Que possamos continuar sendo candeeiro de ouro na fidelidade a Cristo, nosso Senhor, e a sã doutrina! Glória a Deus por pertencemos ao seu reino eterno!