Agrade ao SENHOR

O profeta Elias era “o exército de um só homem” de Deus, porque ele era o homem de Deus em Israel, e também o homem do fogo; aquele pelo qual Deus agia poderosamente (2 Reis 1:9,10).

Nos embates contra os homens do rei Acazias, Elias agiu só, mas não estava sozinho, Ele estava com Deus e Deus estava com ele – um capitão, mais cinquenta soldados enviados por Acazias não retornaram, pois foram consumidos pelo “fogo do céu”; depois, mais um capitão com mais cinquenta soldados, também foram consumidos. Por fim, Acazias enviou mais um capitão, e este de joelhos suplicou ao “homem de Deus” por sua vida e de seus cinquenta soldados – Elias então desceu com eles para encontrar com o rei (2 Reis 1:2-16).

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Mordomos da casa de Deus

O apóstolo Pedro chama aqueles que servem a Cristo de despenseiros, mas estes precisam ser bons, “bons despenseiros”; Ele escreveu: “servindo uns aos outros conforme o dom que cada um recebeu, como bons despenseiros da multiforme graça de Deus” (1 Pedro 4:10).

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Zeloso de boas obras

“Porquanto a graça de Deus se manifestou salvadora a todos os homens, educando-nos para que, renegadas a impiedade e as paixões mundanas, vivamos, no presente século, sensata, justa e piedosamente, aguardando a bendita esperança e a manifestação da glória do nosso grande Deus e Salvador Cristo Jesus, o qual a si mesmo se deu por nós, a fim de remir-nos de toda iniquidade e purificar, para si mesmo, um povo exclusivamente seu, zeloso de boas obras.” (Tito 2:11-14)

É triste como alguns tratam as coisas de Deus – aquelas “coisas que Deus providenciou para nos mantermos salvos”, conforme dizia o saudoso irmão e amigo Carlos Ferreira.

Jeremias disse palavras fortes àqueles que não tem o devido zelo no serviço prestado a Deus: “Maldito aquele que fizer a obra do SENHOR relaxadamente!” (48:10a)

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Meditação – 1 Pedro 4:7

O fim de todas as coisas está próximo

“Ora, o fim de todas as coisas está próximo; sede, portanto, criteriosos e sóbrios a bem das vossas orações.” (1 Pedro 4:7)

– Há momentos importantes em nossas vidas e quando eles se aproximam, tomamos todas as precauções para que eles aconteçam da melhor forma possível. Se vamos prestar um exame de vestibular, nos preparamos, fazemos cursos, estudamos ininterruptamente, perdemos noites de sono e dias de descanso; ficamos completamente envolvidos e entregues para este propósito.

Quando vamos prestar uma entrevista de emprego, vestimos uma roupa adequada, preparamos o visual e o que vamos dizer, como vamos nos portar, organizamos o currículo, etc. e tal.

Em tantas outras questões da vida cotidiana, somos criteriosos e sóbrios, além de pedirmos a Deus que abençoe. Porém, “o fim de todas as coisas está próximo”, mas não sabemos a hora e nem o dia. Então como devemos nos portar? Pedro responde: devemos ser prudentes, andando com moderação, deixando o Espírito Santo guiar nossas ações e estando sempre alertas buscando a Deus em oração.

Esforçamos muito para diversas coisas nesta vida, mas será que as coisas de Deus estão em primeiro lugar? Temos os mesmos critérios quando o assunto é a vida cristã, o relacionamento com Deus, a comunhão com os irmãos, as reuniões da igreja e o serviço ministerial? Muitos dedicam toda força, o tempo e a inteligência para projetos pessoais e as coisas do mundo, mas para com coisas do Senhor, não há a mesma dedicação, zelo e vontade, por quê? Afinal, a quem vamos prestar contas de nossas vidas no último dia? (Veja 2 Coríntios 5:10; Hebreus 4:13).

“O fim de todas as coisas está próximo”, por isso precisamos escolher o que é mais importante para nós e o que receberemos através desta escolha para não sermos surpreendidos com algo que não esperávamos. Que Deus nos ilumine e nos faça zelosos em todas as suas coisas (1 Coríntios 4:1,2; 1 Pedro 4:10).