Conhecendo o melhor, deixando o pior

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“Partiu, pois, Elias dali e achou a Eliseu, filho de Safate, que andava lavrando com doze juntas de bois adiante dele;… Elias passou por ele e lançou o seu manto sobre ele. Então, deixou este os bois, correu após Elias e disse: Deixa-me beijar a meu pai e a minha mãe e, então, te seguirei. Elias respondeu-lhe: Vai e volta; pois já sabes o que fiz contigo. Voltou Eliseu de seguir a Elias, tomou a junta de bois, e os imolou, e, com os aparelhos dos bois, cozeu as carnes, e as deu ao povo, e comeram. Então, se dispôs, e seguiu a Elias, e o servia.” (1 Reis 19:19-21)

“Caminhando junto ao mar da Galiléia, viu dois irmãos, Simão, chamado Pedro, e André, que lançavam as redes ao mar, porque eram pescadores. E disse-lhes: Vinde após mim, e eu vos farei pescadores de homens. Então, eles deixaram imediatamente as redes e o seguiram.” (Mateus 4:18-20)

“Muitos dos que creram vieram confessando e denunciando publicamente as suas próprias obras. Também muitos dos que haviam praticado artes mágicas, reunindo os seus livros, os queimaram diante de todos. Calculados os seus preços, achou-se que montavam a cinqüenta mil denários. Assim, a palavra do Senhor crescia e prevalecia poderosamente.” (Atos 19:18-20)

Uma importante lição tiramos destes 3 episódios mencionados acima: Quando conhecemos algo melhor (ou o mais importante), deixamos o pior (ou o menos importante). Eliseu estava sendo chamado por Deus para ser um profeta; ele não hesitou em aceitar o chamado; despediu-se de sua família e assumiu o compromisso. Os pescadores ao serem chamados por Jesus para se tornarem pescadores de homens, não hesitaram em deixar as redes de pesca para seguir ao Senhor. Os mágicos ouviram o evangelho e prontamente queimaram seus livros.

Podemos inserir aqui um quarto episódio que também nos chama bastante atenção: a conversão de Paulo (que ainda atendia pelo nome de Saulo). Sabemos pelas sagradas escrituras que este homem, judeu e ferrenho defensor da doutrina farisaica, não só perseguia os cristãos, como consentia na morte deles. Ele na sua convicção e defesa de sua fé, entendia que a fé em Cristo, que era chamado de “o caminho”, não passava de uma nova seita religiosa (Atos 24:14). Ninguém mais do que Jesus para convencer este impetuoso fariseu de seu equívoco; ele tinha zelo e dedicação, porém seguindo um caminho contrário ao que Deus estava revelando e propondo.

O encontro com Jesus foi estrondoso, de tal modo que o deixou cego por alguns dias tamanho esplendor do brilho do Senhor (Atos 22:6-11). Jesus disse: “Saulo, Saulo, Saulo, por que me persegues? Dura coisa é recalcitrares contra os aguilhões” (Atos 26:14b). Paulo considerou tudo que ele tinha ou era como perda (algo inútil), quando conheceu a Jesus (a sublimidade do conhecimento – Filipenses 3:8). O Senhor preencheu completamente a vida dele (Veja Filipenses 3:4-11).

E nós, como foi a nossa decisão ou como está a nossa posição ao chamado de Cristo: conhecendo o melhor e deixando o pior?

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