Casamentos cristãos

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Casamentos cristãos: “luzeiros no mundo”

Se existe uma área que os cristãos podem e devem ser luz (é claro que em todas as outras) é o casamento, devido a forma que estão corrompendo e transformando esta instituição divina no mundo.

O matrimônio entre os cristãos deve ser luzeiro em meio a uma negridão de trevas de pecado no mundo: Adultério; divórcio; falta de amor; infidelidade; descompromisso; desconsideração; desarmonia; ódio; magoas, que geram rancor e amargura; brutalidade; indiferença; violência verbal e física; etc., – algumas das “obras” vistas em inúmeros casamentos feitos e desfeitos.

“Fazei tudo sem murmurações nem contendas, para que vos torneis irrepreensíveis e sinceros, filhos de Deus inculpáveis no meio de uma geração pervertida e corrupta, na qual resplandeceis como luzeiros no mundo, preservando a palavra da vida, para que, no Dia de Cristo, eu me glorie de que não corri em vão, nem me esforcei inutilmente.” (Filipenses 2.14-16)

Aplicado ao casamento, as palavras do apóstolo Paulo nesta instrução aos cristãos, reflete bem o que deve ser o matrimônio: luzeiros no mundo. Cada membro do lar deve realizar tudo sem murmurações nem contendas” o seu papel dado por Deus. Desta forma eles se tornam irrepreensíveis e sinceros, filhos de Deus inculpáveis no meio de uma geração pervertida e corrupta, e assim resplandecem como luzeiros no mundo, preservando a palavra da vida. Os desígnios do Senhor para o matrimônio é a palavra da vida. O que for  instrução de Jesus, aceite, siga e aplique em sua vida e em seu matrimônio, porque é luz e “palavra da vida”. O que não for dele, rejeite e jogue fora, porque será um esforço inútil.

Uma das maiores e mais importantes características do casamento cristão é a fidelidade. A fidelidade não se mostra apenas na presença de seu cônjuge, pois o cristão é fiel em toda e qualquer circunstância, principalmente quando está só, pois nesta situação, alguém se faz presente em todo tempo porque é onisciente e onipresente, e este é Deus. É a Ele que todos terão que prestar contas (Hebreus 4:12,13); além disso Ele não inocenta culpado (Naum 1:3); se caso houver pecado é necessário o arrependimento e retorno a sensatez e a obediência a vontade de Deus (Atos 3:19; Gálatas 6:1; Salmos 85:8). Quem é fiel a Deus, consequentemente será fiel a seu cônjuge; não há como separar isto, assim como ninguém pode separar o que Deus uniu (Marcos 10:9).

Ninguém pode obrigar ninguém a ser fiel, íntegro, amável, carinhoso e compromissado com o cônjuge e a família; isto é uma decisão, assim como amar (gr. agape) é; pois amar como Deus ama, é ação sacrificial em benefício do outro e não sentimentalismo ou paixão.


– O sentimento pode mudar de uma hora pra outra conforme o estado em que alguém se encontra (variações emocionais); a paixão pode durar pouco tempo e não “segura” casamento; mas o amor, a ação que visa o benefício do outro, aumenta gradativamente e dura pra sempre. Quando alguns dizem: “eu amo ela(e)”, na verdade estão dizendo: “eu tenho uma paixão enorme por ela(e)”, pois uma semana, mês ou anos depois o casamento acaba. Isto não é amor, pois o amor perpetua o compromisso matrimonial e cumpre com vontade suprema do Senhor: “Portanto, o que Deus uniu, ninguém o separe” (Marcos 10:9 NVI). E conforme Paulo o “amor jamais acaba” (1 Coríntios 13:8a).

Cumpra com seu papel dentro lar dado por Jesus e tenha um casamento perfeito:

“Esposas, sede submissas ao próprio marido, como convém no Senhor. Maridos, amai vossa esposa e não a trateis com amargura. Filhos, em tudo obedecei a vossos pais; pois fazê-lo é grato diante do Senhor. Pais, não irriteis os vossos filhos, para que não fiquem desanimados” (Colossenses 3:18-21).

Faça sua parte sem exigir do outro a parte que lhe cabe:

– Cristo, o marido, ama a igreja, sua esposa, independentemente da resposta da igreja a este amor. A igreja (esposa) deve ser submissa a Cristo (esposo) porque é seu cabeça (Efésios 5:22-25). Cristo sempre fez e fará sua parte; assim com os maridos precisam fazer a sua. A igreja precisa sempre fazer sua parte; assim como as mulheres aos seus maridos. Consequentemente pais aos seus filhos, e filhos aos seus pais.

Que seu casamento seja luzeiro, refletindo e brilhando a luz de Cristo, iluminando e testemunhando a verdade, para honra e glória de Deus Pai.

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Um comentário em “Casamentos cristãos

    Jardel Maia disse:
    28 setembro, 2012 às 6:40

    Excelente mensagem! Continue a cada dia a usar esse dom maravilhoso que Deus lhe deu para transmitir e escrever de maneira clara e objetiva o que é a vontade de Deus para o cristão e qualquer casal que teme a Deus.

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