Injustiça

Justos ou injustos?

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Em meio à desordem, injustiça, impunidade e corrupção que se alojaram no congresso nacional, como os cristãos precisam agir perante esta triste realidade brasileira: Amaldiçoar, esculachar, rogar pragas, odiar, dentre outras coisas que os incrédulos fazem? Há motivos suficientes para reações desta natureza, mas entendemos que elas não são atitudes de um cristão. Temos um Deus poderoso e precisamos confiar nele, orar e agir como filhos dele. Nossa tarefa neste mundo é diferente da “tarefa” dos pagãos e incrédulos.

O apóstolo Paulo, inspirado pelo Espírito Santo, instruiu: “Antes de tudo, pois, exorto que se use a prática de súplicas, orações, intercessões, ações de graças, em favor de todos os homens, em favor dos reis e de todos os que se acham investidos de autoridade, para que vivamos vida tranquila e mansa, com toda piedade e respeito. Isto é bom e aceitável diante de Deus, nosso Salvador, o qual deseja que todos os homens sejam salvos e cheguem ao pleno conhecimento da verdade” (1 Timóteo 2:1-4).

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O adultério é lícito?

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A instituição do casamento foi criada por Deus ainda nos primórdios da humanidade. “Por isso, deixa o homem pai e mãe e se une à sua mulher, tornando-se os dois uma só carne” (Gênesis 2:24). O matrimônio não é unicamente para o povo escolhido de Deus na antiga aliança – os Hebreus -, e nem somente aos cristãos – Judeus e gentios convertidos a Cristo -, mas para todo e qualquer ser humano. A lei do casamento foi dada muito antes da Lei de Moisés e por isso ela é universal.

Alguns querendo defender a pratica do adultério e divórcio entre os descrentes – por eles não serem cristãos e não conhecerem ou ignorarem a vontade de Deus – negam a verdade em prol da mentira. Deus ao criar o homem colocou nele uma moral e todos independentemente de conhecerem a verdade, como nós conhecemos, sabem o que é certo e o que é errado. Se o adultério fosse lícito ele não seria realizado as escondidas do cônjuge! Um cônjuge ao descobrir a traição de seu parceiro gera uma das piores situações entre seres humanos, sem falar na dor e tantos outros sentimentos e consequências negativas.

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Um coração fechado para a verdade

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Nublado - 1“Respondeu ele: Sairei e serei espírito mentiroso na boca de todos os seus profetas. Disse o SENHOR: Tu o enganarás e ainda prevalecerás; sai e faze-o assim” (1 Reis 22:22).

Acabe e Josafá, reis de Israel e Judá respectivamente, ouviram dos 400 profetas de Acabe o que iria acontecer a respeito do combate contra os Sírios, na batalha para retomar a cidade de Ramote-Gileade das mãos deles (1 Reis 22:6). O bom rei Josafá, aceitou o convite de Acabe para pelejar com ele contra os Sírios, arriscando-se em fazer uma aliança com um rei perverso e desobediente a Deus (1 Reis 22:2-4). Mas ele não se contentou em apenas ouvir os profetas de Acabe; ele queria ouvir um verdadeiro profeta de Deus (1 Reis 22:5,7). Micaías então foi chamado, contrariando o rei de Israel. O profeta alertou que nesta batalha o Senhor entregaria Acabe nas mãos do rei da Síria; mas ele não lhe deu ouvidos (1 Reis 22:8,9,14-23).

O coração de Acabe se abriu para as palavras que ele queria ouvir de seus profetas e se fechou para as palavras proferidas por Deus por meio de Seu profeta Micaías (1 Reis 22:6,18). Os dois reis ouviram as mesmas mensagens, tanto dos profetas do rei de Israel, quanto de Micaías. Acabe endureceu seu coração para as palavras do Senhor, e deixou-se enganar pelas palavras de seus profetas, mas Josafá não se deixou enganar pelas palavras destes falsos profetas.

O verso 22 mostra uma parte do pronunciamento de Micaías a Acabe, onde ele revelou que o rei estava sendo enganado pelos seus profetas. Muitos podem questionar o fato de Acabe ter sido enganado e consequentemente condenado por Deus (1 Reis 22:17). Mas, em algumas situações na Bíblia, vemos o coração daqueles que são incrédulos ao Senhor, endurecer, e no caso de Acabe não foi diferente – vale alertar que Micaías alertou o rei, mas ele não deu ouvidos ao profeta de Deus.

A verdade é que Deus é “aquele que sonda mentes e corações,” dando “a cada um segundo as vossas obras” (Apocalipse 2:23). E também o “Senhor conhece os que lhe pertencem” (2 Timóteo 2:19b). Portanto, “aparte-se da injustiça todo aquele que professa o nome do Senhor.” (2 Timóteo 2:19c).

O problema de Acabe era o seu caráter e por isso Deus permitiu que seu coração endurecesse. O cristão, o seguidor fiel de Jesus Cristo, onde o que interessa para ele é única e exclusivamente “a verdade, nada além da verdade”, deve ficar longe “da injustiça”, ou seja, da perversidade do coração e da vida. Acabe tinha um coração perverso e era próximo das perversidades da vida, como por exemplo a trama de sua esposa Jezabel para tirar a vida de Nabote, o jezreelita (1 Reis 21:1-16). Como cristãos, devemos ficar longe de toda e qualquer injustiça, por menor que seja e até mesmo contra os nossos “inimigos”, porque até a eles, Jesus nos mandou amar (Mateus 5:43-48).

As reações de Acabe e Josafá em relação ao pronunciamento dos 400 profetas têm a ver com coração. Em Mateus 13:18-23, Jesus conta a parábola do semeador, mostrando 4 tipos de solo, onde o semeador planta as suas sementes. Os solos são os corações dos homens; o semeador é Deus e a semente é a palavra do Senhor ou a semente pura do evangelho. Três dos quatro corações representados pelos solos nesta parábola rejeitam a verdade e apenas um aceita, onde a semente cresce e frutifica. Acabe com seu coração duro e perverso, aceitou prontamente as palavras proféticas que ele queria ouvir de seus próprios profetas, em detrimento da verdade, dita pelo profeta de Deus Micaías. Em contrapartida, Josafá, com seu coração aberto a verdade, rejeitou a mesma mensagem proferida pelos 400 profetas, desejando ouvir um verdadeiro profeta de Deus. Cada “solo” responderá diferentemente em relação à mesma “semente”.

Que sejamos “boa terra”, onde a semente pura do evangelho “frutifica e produz a cem, a sessenta e a trinta por um” (Mateus 13:23).

Palavras para guardar: Apartar (da injustiça), Amar (incodicionalmente), Frutificar e Produzir