Perseguição

Enfrentando perseguição

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“Bem-aventurados os perseguidos por causa da justiça, porque deles é o reino dos céus.” (Mateus 5:10)

Se no Brasil instaurasse uma perseguição como existe em certos países, como sairíamos? Ainda há pessoas perdendo suas vidas por causa do evangelho ao redor do mundo, enfrentando bravamente o ódio e a intolerância dos inimigos de Cristo. Na antiga aliança, a maioria dos profetas foram perseguidos e mortos por causa de sua fé e obediência a Deus; assim como os apóstolos e discípulos fiéis a Cristo, no início e ao longo da era cristã. Paulo que sofreu grande perseguição em seu ministério disse: “Ora, todos quantos querem viver piedosamente em Cristo Jesus serão perseguidos” (2 Timóteo 3:12).

Perguntas para reflexão: 1) Estamos vivendo piedosamente nos dias atuais? 2) Será que sabemos, de fato, o que é viver piedosamente? 3) Somos perseguidos por causa de nossa fé em Cristo ou passamos despercebidos pelas pessoas? 4) Nossa conduta confirma nossa fé? 5) O que Cristo diria sobre nosso procedimento como cristãos? Reflita nesta e outras questões e verifique como anda sua fé em Cristo. É preciso uma verificação constante para não cairmos no descrédito da auto-afirmação: “Examinai-vos a vós mesmos se realmente estais na fé; provai-vos a vós mesmos. Ou não reconheceis que Jesus Cristo está em vós? Se não é que já estais reprovados” (2 Coríntios 13:5).

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Meditação – Mateus 5:43,44

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Amai vossos inimigos

 

“Ouvistes que foi dito: Amarás o teu próximo e odiarás o teu inimigo. Eu, porém, vos digo: amai os vossos inimigos e orai pelos que vos perseguem…” (Mateus 5:43,44)

 

“A letra mata, mas o Espírito vivifica” (2 Coríntios 3:6b). A lei revela nossa culpa (Romanos 3:20), a graça, a remissão de pecados (Romanos 3:21-24). Pela lei, todos nós estávamos condenados (Romanos 8:3); pelo Espírito vem a salvação (Romanos 8:4-6).

A lei não mandava odiar os inimigos, mas foi corrompida – como muitos outros preceitos divinos – pelos mestres de Israel e tradições farisaicas, odiando e mandando odiar: “Ouvistes que foi dito”. Porém pelo contrário, a graça através do Espírito de Deus, manda amá-los: “amai os vossos inimigos”.

Que drástico contraste esta passagem nos revela. Jesus nos desafia a fazer algo que vai contra a natureza humana. A “lei” humana é odiar aqueles que nos fazem mal, aqueles que nos perseguem, aqueles que são declaradamente nossos “inimigos” – Fariseus e mestres da lei compartilhavam desta “lei”, pervertendo e contrariando a vontade de Deus (Levítico 19:18). Tal “lei” humana “cai como uma luva” nas mãos daqueles que alimentam o ódio, o rancor e a amargura.

Jesus foi odiado e perseguido pelos fariseus e mestres da lei. Declaradamente, eles eram seus opositores; seus inimigos. O Senhor recebeu este tratamento de seus “irmãos” judeus, por causa de seu testemunho em favor da vontade de Deus. Ele não recuou ante a opressão dos homens, satisfazendo a vontade deles. Na cruz ele orou: “Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem” (Lucas 23:34a).

Se permanecermos defendendo a fé verdadeira com um testemunho pessoal irrepreensível, em bem provável que teremos por inimigos ou opositores aqueles que não querem servir a Deus em toda verdade. Nesses momentos é que precisamos deixar que o Espírito Santo nos guie a agir como Jesus, amando e orando por aqueles que se opõem a nós. Amemos ao invés de odiar; oremos ao invés de maldizer. Amar é agir em benefício dos outros; orar é interceder em favor deles.

Meditação – Mateus 5:12

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Regozijando e exultando

“Regozijai-vos e exultai, porque é grande o vosso galardão nos céus; pois assim perseguiram aos profetas que viveram antes de vós.” (Mateus 5:12)

– A perseguição é inevitável para aqueles que andam com Cristo. Num mundo de mentiras, engano e idolatria, o cristão permanece puro e fiel.

Algo estrondosamente maravilhoso espera pelo discípulo de Jesus no céu. Algo inimaginável; algo esplendoroso. Alegria intensa e grande contentamento já devem fazer parte integral da vida do cristão. O servo dedicado e zeloso terá a sua recompensa.

Se vamos nos render, rendamos a Cristo e não as perseguições ou a conivência com a injustiça e o pecado.

Meditação – Mateus 5:11

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Bem-aventurados na perseguição

“Bem-aventurados sois quando, por minha causa, vos injuriarem, e vos perseguirem, e, mentindo, disserem todo mal contra vós.” (Mateus 5:11)

– Graças a Deus por estas maravilhosas palavras ditas pelo Senhor Jesus; obrigado Senhor! É um alívio; é como uma brisa suave da manhã; é como o aconchego em braços ternos e carinhosos. Nenhuma tribulação, sofrimento ou tristeza são maiores que Deus e o Senhor Jesus Cristo.

Somos mais do que felizes quando nos injuriam, quando nos perseguem e quando mentem ao nosso respeito por causa do nosso Salvador; por causa da nossa fé firme e convicta nEle; por causa da nossa fidelidade a Ele. Obrigado Jesus, por este grandioso encorajamento.

O sofrimento que produz alegria

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O cristianismo puro e simples não ficará livre de tempos difíceis. Atrevo-me a dizer que é impossível para aquele que professa a verdadeira fé em Cristo neste mundo de corrupção, maldade e injustiça, não passe por momentos de tribulação em sua vida. O cristão, no sentido exato da palavra, ou seja, aquele que segue e obedece fielmente à vontade de Deus, não se alegra com a irreverência, com a malícia e com toda sorte de impureza, tão claramente impostas no mundo atual. O cristão não participa das obras infrutíferas das trevas; não tem prazer em nenhuma delas, antes como bom soldado de Cristo, tem muito a fazer em prol de seu General e não perde seu tempo com coisas vãs. Ele participa dos “sofrimentos como bom soldado de Cristo Jesus. Nenhum soldado em serviço se envolve em negócios desta vida, porque o seu objetivo é satisfazer àquele que o arregimentou” (2 Timóteo 2:3,4).

Se você foi chamado por Cristo, alistado por Ele, o General, não perca tempo em batalhas vãs, batalhe pela causa de Cristo, ir “buscar e salvar o perdido” (Lucas 19:10).

Hoje estão cada vez mais “normais” no dia a dia da sociedade moderna, práticas irreverentes como: adultério, divórcio, imoralidade, falsidade, violência, corrupção, maldade, etc. A moral que Deus colocou em cada homem ao criá-lo, parece não fazer nenhuma diferença. Só em Cristo é possível para o pecador retomar o caráter que lhe foi colocado, quando da sua criação por Deus. O mais grave ainda é a falta de compromisso com o Senhor daqueles que se dizem “cristãos”, que com suas condutas, mostram-se completamente desconhecedores da pureza e santidade, fatores indispensáveis para uma comunhão plena com Deus. “Devemos sempre dar graças a Deus por vós, irmãos amados pelo Senhor, porque Deus vos escolheu desde o princípio para a salvação, pela santificação do Espírito e fé na verdade” (2 Tessalonicenses 2:13). O fato é que existem muitos religiosos, mas poucos seguidores fiéis a Jesus Cristo e a sua soberana vontade.

 

Deus busca verdadeiros seguidores que “o adorem em espírito e em verdade” (João 4.24). O cristão fiel sofrerá muito neste mundo corrupto comandado pelo paganismo e idolatria, mas é um sofrimento que produz alegria; a mesma alegria e satisfação que os apóstolos tiveram ao serem açoitados e mortos pela causa de Cristo; por serem fiéis a Ele. “Chamando os apóstolos, açoitaram-nos e, ordenando-lhes que não falassem em o nome de Jesus, os soltaram. E eles se retiraram do Sinédrio regozijando-se por terem sido considerados dignos de sofrer afrontas por esse Nome(Atos 5:40,41). O alvo de cristão é o céu – a morada eterna ao lado de Deus -; aqui, apenas estamos de passagem, peregrinos em terra estranha, pois a nossa pátria é a celestial. Muitos confundem o sofrimento que os apóstolos e servos de Deus tiveram ao longo dos anos, como se Deus não fizesse nada para impedir. Mas a verdade é que “…todos quantos querem viver piedosamente em Cristo Jesus serão perseguidos” (2 Timóteo 3:12). Viver piedosamente é viver em reverência total para com Deus; é ser zeloso com a Sua obra; é cuidar de Seus interesses aqui na terra; é ser fiel em toda e qualquer situação. O “mundo” não está interessado nisto, e quem decidir se envolver, ou melhor, se comprometer com Deus, cabalmente começará a ser perseguido, pois quem se aproxima dele precisa deixar muitas praticas (como as que descrevi acima) e não se envolver com “negócios desta vida” que a sociedade busca desenfreadamente e acabam tirando o cristão da meta principal que é servir e agradar a Deus.

 

“Como filhos da obediência, não vos amoldeis às paixões que tínheis anteriormente na vossa ignorância; pelo contrário, segundo é santo aquele que vos chamou, tornai-vos santos também vós mesmos em todo o vosso procedimento, porque escrito está: Sede santos, porque eu sou santo” (1 Pedro 1:14-16). Ser santo é ser separado para servir a Deus; é não se corromper; é não se amoldar aos padrões humanos de moralidade. Ser santo é não se contaminar com as impurezas e desejos desenfreados da carne e dos pensamentos. Ser santo é ser consagrado ao serviço de Deus, ou seja, separar a sua vida para ser usada pelo Senhor como um instrumento purificado.

 

Que busquemos cada vez mais esse caráter de Deus em nossas vidas; o caráter que nos faz semelhantes a Ele. Um caráter que não se dobra ante a imposição ou influência deste mundo de transgressão, maldade e injustiça.