Edificação

Planejamento familiar

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Caminho para felicidade

Características de um lar planejado por Deus (conf. Ef 5:21-6:4)

Familia cristã 1) Um lar planejado existe ALTRUÍSMO
“Sujeitando-vos uns aos outros no temor de Cristo” (Ef 5:21)

Altruísmo é a inclinação para procurarmos obter o bem para o próximo.

Cada indivíduo deve se preocupar mais com os outros membros da família do que consigo mesmo.

Este princípio é ensinado em todo o Novo Testamento:

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Magníficas construções

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Jerusalem celestial - 1Quanto aos mais atos de Acabe, e a tudo quanto fez, e à casa de marfim que construiu, e a todas as cidades que edificou, porventura, não estão escritos no Livro da História dos Reis de Israel? Assim, descansou Acabe com seus pais; e Acazias, seu filho, reinou em seu lugar.” (1 Reis 22:39,40)

A história do rei de Israel Acabe chegou ao fim com um relato resumido do que foi a sua vida. Neste resumo no verso 39 inclui algumas de suas construções. Como ele, muitos edificam magníficas construções, mas pouco ou nada trazem de benefício para eles. Em salmo lemos: “Se o SENHOR não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam” (127:1a). Podemos construir belas e grandes casas, mas se Deus não se faz presente, em vão trabalhamos nesta edificação. Para um lar abençoado, completo e protegido das influências negativas do mundo, o Senhor deve ser o edificador, onde seus estatutos e desígnios são examinados e obedecidos.

O salmista também diz: “… se o SENHOR não guardar a cidade, em vão vigia a sentinela” (Salmo 127:1b). Devido a constantes desobediências do povo, Israel acabou sendo levado cativo, tanto por assírios, como por babilônios, sendo exilados de sua terra. Se Deus não é o guardião da cidade, em vão são colocados vigias para a guardarem. O Senhor é aquele que não dorme e nem cochila. “É certo que não dormita, nem dorme o guarda de Israel” (Salmo 121:4). Portanto, quem deve guardar a cidade é aquele que nunca dorme e que estará sempre e ininterruptamente protegendo-a dos perigos que a rodeia.

O rei Israel rejeitou a verdade, resultando consequentemente em sua morte; uma morte trágica e vergonhosa (1 Reis 22:34-38), principalmente para um rei. Morrer, todos nós vamos, mas há uma grande diferença em morrer sob a guarda do Senhor e longe dela. Para o cristão, morrer é lucro e o viver é Cristo para quem está nEle (Filipenses 1:21); ou seja, quem ouviu e creu no evangelho, arrependeu e confessou seus pecados e Cristo como único Senhor e Salvador, foi batizado – imerso nas águas – e persevera em Sua doutrina na igreja que Ele edificou (Atos 2:36-38; 8:26-39; Marcos 1:5; 16:16; Mateus 10:22,32,33; 16:18). “Em verdade, em verdade vos digo: quem ouve a minha palavra e crê naquele que me enviou tem a vida eterna, não entra em juízo, mas passou da morte para a vida (João 5:24).

A grande e magnífica construção que Deus quer fazer em nós é a edificação de vidas transformadas pelo Seu poder. Pela Sua palavra – que é a verdade – , o Senhor está construindo um edifício santo, tendo como base a pedra angular que é Cristo (Atos 4:11). Os cristãos são as pedras deste edifício, cooperando com Deus na execução desta grande obra (Efésios 2:19-22; 1 Coríntios 3:9; 1 Pedro 2:4,5).

Acabe rejeitou a verdade, lançando fora a oportunidade de fazer parte desta magnífica construção do Senhor. As atitudes do rei de Israel e o seu fim trágico, devem servir de exemplo para aqueles que endurecem seu coração para com Deus, e desta feita, convencê-los do mal. Através da história de Acabe, podemos comprovar que a verdade da palavra de Deus deve ser ouvida, observada e obedecida, sendo que do contrário as conseqüências podem ser trágicas como foi para este rei.

O que importa é a verdade, nada além da verdade. Que possamos dar ouvidos ao chamado de Deus, dando crédito a verdade e ser parte integrante de Sua grande obra “como pedras que vivem,” para sermos “sacerdócio santo, a fim” de oferecermos “sacrifícios espirituais agradáveis a Deus por intermédio de Jesus Cristo” (1 Pedro 2:5).

Palavras para guardar: Ouvir, Crer, Arrepender, Confessar, Batizar e Perseverar

Qual é a verdadeira igreja?

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A verdadeira igreja é aquela estabelecida por Jesus Cristo através de seus apóstolos. A igreja do Senhor Jesus foi estabelecida durante a festa judaica chamada Pentecostes – ou festa da colheita – festa que era comemorada pelos judeus cinqüenta dias depois da páscoa.

 

Jesus já havia prevenido o apóstolo Pedro sobre Sua igreja; veja: “Também eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela” (Mateus 16:18). Pedro foi o apóstolo que levantou a questão após a ressurreição do Senhor. “Naqueles dias, levantou-se Pedro no meio dos irmãos e disse: Irmãos, convinha que se cumprisse a Escritura…” (Atos 1:15,16a). Os discípulos reunidos ali, receberam do céu, poder para começarem seu ministério. “Ao cumprir-se o dia de Pentecostes, estavam todos reunidos no mesmo lugar; de repente, veio do céu um som, como de um vento impetuoso, e encheu toda a casa onde estavam assentados. E apareceram, distribuídas entre eles, línguas, como de fogo, e pousou uma sobre cada um deles. Todos ficaram cheios do Espírito Santo e passaram a falar em outras línguas, segundo o Espírito lhes concedia que falassem” (Atos 2:1-4).

 

Há uma confusão enorme em relação a essas línguas – alguns interpretam como línguas estranhas; outros como línguas de anjos; etc., – mas na verdade eram línguas inteligíveis, porém, de outros povos que vieram de diversos países para a festa em questão; veja: “Ora, estavam habitando em Jerusalém judeus, homens piedosos, vindos de todas as nações debaixo do céu. Quando, pois, se fez ouvir aquela voz, afluiu a multidão, que se possuiu de perplexidade, porquanto cada um os ouvia falar na sua própria língua. Estavam, pois, atônitos e se admiravam, dizendo: Vede! Não são, porventura, galileus todos esses que aí estão falando? E como os ouvimos falar, cada um em nossa própria língua materna?” (Atos 2:5-8). Exemplificando é como se estivemos no Brasil num grande evento e viessem americanos, alemães, italianos, japoneses e etc., e cada um pudesse entender em suas línguas maternas o que vários pregadores estivessem falando, cada qual em sua própria língua.

 

Pedro e os demais apóstolos então se levantaram e começaram a pregar as boas novas. “ Então, se levantou Pedro, com os onze; e, erguendo a voz, advertiu-os nestes termos: Varões judeus e todos os habitantes de Jerusalém, tomai conhecimento disto e atentai nas minhas palavras… Jesus, o Nazareno, varão aprovado por Deus diante de vós com milagres, prodígios e sinais, os quais o próprio Deus realizou por intermédio dele entre vós, como vós mesmos sabeis;  sendo este entregue pelo determinado desígnio e presciência de Deus, vós o matastes, crucificando-o por mãos de iníquos; ao qual, porém, Deus ressuscitou, rompendo os grilhões da morte; porquanto não era possível fosse ele retido por ela” (Atos 2:14, 22-24). Os apóstolos então declararam aos judeus que Jesus era o Messias esperado por eles: “Esteja absolutamente certa, pois, toda a casa de Israel de que a este Jesus, que vós crucificastes, Deus o fez Senhor e Cristo” (Atos 2:36).

 

Os judeus atormentados e aflitos perguntaram aos apóstolos o que precisariam fazer para reparar o erro cometido; quando o apóstolo Pedro tomou a frente mais uma vez e respondeu que só por meio do arrependimento e batismo poderiam ser salvos da condenação; veja: “Ouvindo eles estas coisas, compungiu-se-lhes o coração e perguntaram a Pedro e aos demais apóstolos: Que faremos, irmãos? Respondeu-lhes Pedro: Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo para remissão dos vossos pecados, e recebereis o dom do Espírito Santo” (Atos 2:37,38).

 

Eles então foram acrescentados por Deus a igreja que estava nascendo, a igreja de Jesus – aquela que Ele preveniu a Pedro na passagem de Mateus – através do batismo. “Com muitas outras palavras deu testemunho e exortava-os, dizendo: Salvai-vos desta geração perversa. Então, os que lhe aceitaram a palavra foram batizados, havendo um acréscimo naquele dia de quase três mil pessoas” (Atos 2:40,41).

 

Agora como cristãos, viviam completamente diferente da vida que levavam antes; veja: E perseveravam na doutrina dos apóstolos e na comunhão, no partir do pão e nas orações. Em cada alma havia temor; e muitos prodígios e sinais eram feitos por intermédio dos apóstolos. Todos os que creram estavam juntos e tinham tudo em comum. Vendiam as suas propriedades e bens, distribuindo o produto entre todos, à medida que alguém tinha necessidade. Diariamente perseveravam unânimes no templo, partiam pão de casa em casa e tomavam as suas refeições com alegria e singeleza de coração, louvando a Deus e contando com a simpatia de todo o povo. Enquanto isso, acrescentava-lhes o Senhor, dia a dia, os que iam sendo salvos” (Atos 2:42-47).

 

Nesta descrição, confirmamos que a igreja foi estabelecida por Jesus Cristo através de seus enviados especiais – os apóstolos – que foram usados como instrumentos para colocar em prática o Seu plano e a Sua vontade.

– A verdadeira igreja é aquela que está fundamentada nas verdades do Novo Testamento e busca resgatar estes princípios. A doutrina que a igreja precisa seguir está toda registrada nas páginas do Novo Testamento e em nenhum lugar mais.

– A verdadeira igreja não precisa de credos ou preceitos humanos, pois ela é movida pela Palavra de Deus que é perfeita. “O amor jamais acaba; mas, havendo profecias, desaparecerão; havendo línguas, cessarão; havendo ciência, passará; porque, em parte, conhecemos e, em parte, profetizamos. Quando, porém, vier o que é perfeito, então, o que é em parte será aniquilado” (1 Coríntios 13:8-10).

– A verdadeira igreja tem no Novo Testamento – a nova aliança de Deus – sua autoridade e regra de fé. No Antigo Testamento – a antiga aliança de Deus – a igreja observa os princípios e preceitos para conhecer o caráter de Deus, Sua criação e profecias a respeito do Filho do Homem – Jesus, o Salvador.
Quando tentam unir as duas alianças, anulam o que Cristo fez, ou seja, estabelecer uma nova aliança de Deus com os homens. A antiga aliança teve o seu papel: “De maneira que a lei nos serviu de aio para nos conduzir a Cristo, a fim de que fôssemos justificados por fé. Mas, tendo vindo a fé, já não permanecemos subordinados ao aio (Gálatas 3:24,25). Ela serviu como um aio ou tutor – pessoa de confiança que cuida de uma criança, educando-a ou disciplinando-a até que ela atinja a maior idade – para levar-nos a Cristo. Cumprida a tarefa do tutor, não justifica continuarmos buscando a sua tutela, já que agora estamos sob a tutela de Cristo. Voltar à antiga lei é anular a graça de Deus dada em Jesus Cristo. “De Cristo vos desligastes, vós que procurais justificar-vos na lei; da graça decaístes” (Gálatas 5:4).

 

A verdadeira igreja obedece às ordens de Seu único Senhor porque o ama. “Porque este é o amor de Deus: que guardemos os seus mandamentos; ora, os seus mandamentos não são penosos” (João 5:3). Ela não desvia da vontade de Deus ou faz barganha para ganhar mais membros. “Porque nós não estamos, como tantos outros, mercadejando a palavra de Deus; antes, em Cristo é que falamos na presença de Deus, com sinceridade e da parte do próprio Deus” (2 Coríntios 2:17).

 

A verdadeira igreja é o corpo de Cristo, sendo Ele a Cabeça, aquele que guia, direciona e comanda o corpo. “Ele é a cabeça do corpo, da igreja. Ele é o princípio, o primogênito de entre os mortos, para em todas as coisas ter a primazia, porque aprouve a Deus que, nele, residisse toda a plenitude” (Colossenses 1:18,19).

 

A verdadeira igreja é a gloriosa noiva de Cristo, que Ele virá buscar para estar ao Seu lado eternamente. “…porque o marido é o cabeça da mulher, como também Cristo é o cabeça da igreja, sendo este mesmo o salvador do corpo. … Cristo amou a igreja e a si mesmo se entregou por ela, para que a santificasse, tendo-a purificado por meio da lavagem de água pela palavra, para a apresentar a si mesmo igreja gloriosa, sem mácula, nem ruga, nem coisa semelhante, porém santa e sem defeito” (Efésios 5:23, 25-27).

 

A verdadeira igreja não se dobra ou se une a organizações humanas. “Não vos ponhais em jugo desigual com os incrédulos; porquanto que sociedade pode haver entre a justiça e a iniqüidade? Ou que comunhão, da luz com as trevas? (2 Coríntios 6:14).

 

A verdadeira igreja não é uma organização, mas um organismo vivo. “…vós sois corpo de Cristo; e, individualmente, membros desse corpo” (1 Coríntios 12:27).

 

A verdadeira igreja não escandaliza a sociedade com procedimentos vergonhosos e também não é uma entidade financeira, que só fala e pede dinheiro. “Se alguém ensina outra doutrina e não concorda com as sãs palavras de nosso Senhor Jesus Cristo e com o ensino segundo a piedade, é enfatuado (soberbo; pretensioso), nada entende, mas tem mania por questões e contendas de palavras, de que nascem inveja, provocação, difamações, suspeitas malignas, altercações (provocar polêmica) sem fim, por homens cuja mente é pervertida e privados da verdade, supondo que a piedade (zelo e temor a Deus) é fonte de lucro (1 Timóteo 6:3-5).

 

Por fim a verdadeira igreja é aquela que faz a vontade de Deus, prega o evangelho, segue a verdade em amor e glorifica a Deus pelas suas atitudes e procedimento santo.

 

Louvado seja Deus pela Sua igreja gloriosa, busque-a e a achará!

Meditação – Efésios 4:29

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Usando palavras para a edificação

“Não saia da vossa boca nenhuma palavra torpe, e sim unicamente a que for boa para edificação, conforme a necessidade, e, assim, transmita graça aos que ouvem.” (Efésios 4:29)

– A palavra grega traduzida por “torpe” significa literalmente “estragada; podre”. Se a passagem nos exorta a não falar nenhum tipo de palavra “estragada”, que tipo então deve sair de nossas bocas? Devem ser proferidas palavras que edificam; palavras que constroem. De nossas bocas devem sair apenas palavras que sejam boas para a necessária edificação.

Nossas palavras devem transmitir graça aos que ouvem. Graça é algo de que precisamos, e não algo de que merecemos. Nossas palavras devem abençoar aos ouvintes e não amaldiçoá-los. Uma palavra que abençoa é aquela atirada com rosas; uma palavra que amaldiçoa é aquela atirada com pedras. Usemos “rosas” e não “pedras” ao falarmos com os outros.
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Meditação – Salmo 127:1a

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Se o Senhor não edificar a casa

“Se o SENHOR não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam;” (Salmo 127:1a)

– Podemos aplicar esta passagem de duas formas: em nossa própria casa (lar) e na “casa” de Deus (igreja). Deixemos o Senhor edificar o nosso lar, amando nossas esposas como Cristo amou e ama a Sua igreja; as mulheres sendo submissas ao seu próprio marido como ao Senhor; e criando nossos filhos na disciplina e admoestação do Senhor (Ef 5:22-33; 6:1-4).

Deixemos também, que Ele edifique a Sua igreja conforme a Sua soberana vontade. Devemos, porém, lembrar que a igreja não é o local físico (prédio, templo, local de reuniões, etc.); a igreja é o corpo de Cristo onde cada membro individual (discípulo) faz parte. Na verdade, o “edifício” é santo e os seguidores fiéis de Cristo as pedras vivas desta edificação (1 Co 3:9; Ef 2:19-22; 1 Pe 2:4,5).

Que os casais cristãos não busquem no mundo o padrão para seus lares, mas em Deus e seus desígnios, o padrão genuíno para as nossas famílias.

Que os obreiros de Deus não temam as oposições e perseguições que possam vir, até mesmo daqueles que se dizem “irmãos”. Sigamos os exemplos dos Reis Ezequias e Josias que aboliram a idolatria e destruíram os altos. Que tenhamos a coragem destes dois reis que temiam a Deus e trabalhavam em prol de Sua vontade; eles são exemplos para nós para a edificação perfeita da casa de Deus.

“Escrevo-te estas coisas, esperando ir ver-te em breve; para que, se eu tardar, fiques ciente de como se deve proceder na casa de Deus, que é a igreja do Deus vivo, coluna e baluarte da verdade.” (1 Timóteo 3:14,15)