“Então, o Anjo do SENHOR disse a Elias: Desce com este, não temas. Levantou-se e desceu com ele ao rei. E disse a este: Assim diz o SENHOR: Por que enviaste mensageiros a consultar Baal-Zebube, deus de Ecrom? Será, acaso, por não haver Deus em Israel, cuja palavra se consultasse? Portanto, desta cama a que subiste, não descerás, mas, sem falta, morrerás.” (2 Reis 1:15,16)

Acazias errou gravemente ao consultar um deus pagão, como se Israel não tivesse Deus, ou seja, o único Deus. Será possível? É difícil acreditar, mas as sagradas escrituras confirmam este fato. O rei de Israel – a nação escolhida por Deus para ser o seu povo, o seu representante perante as nações idolatras – consultou um deus pagão; e como já vimos anteriormente (Os erros de Acazias), o senhor das moscas, Baal-Zebube.

A sentença de Acazias pelo seu erro: “Da cama a que subiste, não descerás, mas, sem falta, morrerás” (2 Reis 1:4). A sentença de Acazias foi dada por Deus pela boca de seu servo Elias, devido ao grande insulto cometido contra o SENHOR e repetida agora (v. 16). Não foi um insulto qualquer – e isso já bastaria para desagradar a Deus – , mas foi “o insulto”. Tendo Deus em Israel, o rei foi consultar um deus pagão para curar a sua enfermidade; seus atos definiram sua sentença.

Pensemos bem em como estamos tratando Deus, o SENHOR, com o nosso procedimento. Elias cumpriu cabalmente sua função; ele foi um instrumento preciso nas mãos do Grande Médico. Em contra-partida, Acazias, assim como seu pai, Acabe, abusaram da paciência e bondade de Deus. E quantos hoje não fazem a mesma coisa?