Erradicando o câncer

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“Então, o Anjo do SENHOR disse a Elias: Desce com este, não temas. Levantou-se e desceu com ele ao rei. E disse a este: Assim diz o SENHOR: Por que enviaste mensageiros a consultar Baal-Zebube, deus de Ecrom? Será, acaso, por não haver Deus em Israel, cuja palavra se consultasse? Portanto, desta cama a que subiste, não descerás, mas, sem falta, morrerás. Assim, pois, morreu, segundo a palavra do SENHOR, que Elias falara …” (2 Reis 1:15-17a)

Israel na época do reinado de Acabe enfrentava um de seus piores momentos na história. A Bíblia descreve este rei da seguinte maneira: “Fez Acabe, …o que era mau perante o SENHOR, mais do que todos os que foram antes dele” (1 Reis 16:30). Ao se unir a pagã Jezabel, filha do rei de Sidom, Etbaal, trouxe a nação israelita um grande problema: a idolatria, a adoração ao deus pagão Baal e Aserá (Poste-ídolo – a contraparte feminina de Baal); algo abominável a Deus.

Acazias, filho de Acabe e Jezabel, herdeiro do trono com a morte de seu pai, não só permitiu a disseminação da idolatria, como também buscou e consultou ao Deus pagão de Ecrom, Baal-Zebube, a respeito de uma grave enfermidade (2 Reis 1:2). Ele não só herdou o trono de seu pai, mas também a idolatria e o caráter abominável de sua mãe Jezabel. Consultar um deus pagão, sendo que em Israel havia Deus – “Deus dos deuses e o Senhor dos senhores” (Deuteronômio 10:17) – realmente foi um insulto muito grande.

Na verdade um câncer terrível apoderou-se de Israel. Jezabel e seus leais súditos promoviam repugnantes rituais de imoralidade nos templos de Aserá. Em escavações perto de Samaria, foi desenterrado o que sobrou deste templo. Próxima a entrada do templo pagão, existia um cemitério, onde encontraram pessoas – inclusive crianças – sacrificadas nos cultos pagãos. Sacerdotes dos deuses pagãos Baal e Aserá se converteram em legítimos assassinos de inocentes em seus rituais de idolatria. Não era possível que este abominável câncer se alastrasse ainda mais na nação israelita. Em conseqüência disto, Deus enviou o profeta Elias para erradicar este câncer que assolava Israel.

Na medicina ou se erradica o câncer por completo, ou ele matará o paciente. Uma pessoa que está com esta terrível doença se faz necessário uma intervenção cirúrgica drástica para retirada do tumor e possivelmente até os tecidos que estiverem afetados. Espiritualmente falando é mesma coisa; ou erradicamos o “câncer” das falsas doutrinas e a idolatria ou seremos consumidos por elas.

Assim como Deus não aceitou e abominou a idolatria na Antiga Aliança, seja na época dos reis Acazias e Acabe, assim como em outras, hoje em sua Nova Aliança em Cristo Jesus, Ele permanece o mesmo. “Toda boa dádiva e todo dom perfeito são lá do alto, descendo do Pai das luzes, em quem não pode existir variação ou sombra de mudança (Tiago 1:17). “Jesus Cristo, ontem e hoje, é o mesmo e o será para sempre (Hebreus 13:8).

O profeta Elias era o homem de Deus para aqueles dias, pois servia ao Senhor integralmente. Ele obedecia aos comandos de Deus sem hesitar e sem se opor, além é claro de não ter misericórdia do mal. Elias baniu por completo sem deixar um sequer dos 450 profetas de Baal e agora precisava continuar a retirada completa do “tumor” que assolava Israel: a idolatria. Elias era o instrumento nas mãos do Médico dos médicos naqueles dias. Temos sido instrumentos nas mãos do Médico nos  dias atuais?

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