Excelente obra

O profeta Elias, assim como Moisés, dentre outros homens, serviram a Deus até sua velhice. Elias, que praticamente já estava aposentado dos serviços ao SENHOR, retornou a ativa quando o filho do rei Acabe, o rei Acazias começou a governar em Israel, tendo este, insultado sobremaneira a Deus consultando um deus pagão chamado “Baal-Zebube” (2 Reis 1:1-4), deus de Ecrom. Moisés, também em avançada idade, guiou o povo de Deus rumo a terra prometida.

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Agindo fielmente

O sábio disse que “os lábios mentirosos são abomináveis ao SENHOR, mas os que agem fielmente são o seu prazer” (Provérbios 10:22).

Como um mentiroso pode agradar a Deus? Impossível, pois é abominável a Ele. Para agradar a Deus, é preciso deixar a mentira, e agir com fidelidade; isso sim dá prazer ao SENHOR conforme palavras neste provérbio de Salomão.

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É inútil resistir

O episódio narrado em 2 Reis 1:9-12 entre o profeta Elias – “o homem de Deus” – e o rei Acazias, através de seus homens enviados por ele [primeiramente, um capitão, mais cinquenta soldados; e depois repetido o número de homens, totalizando, dois capitães e cem soldados consumidos pelo “fogo do céu”] pode chamar a atenção e ser chocante para muitos; porém devemos lembrar que Elias estava realizando a obra de Deus.

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Agrade ao SENHOR

O profeta Elias era “o exército de um só homem” de Deus, porque ele era o homem de Deus em Israel, e também o homem do fogo; aquele pelo qual Deus agia poderosamente (2 Reis 1:9,10).

Nos embates contra os homens do rei Acazias, Elias agiu só, mas não estava sozinho, Ele estava com Deus e Deus estava com ele – um capitão, mais cinquenta soldados enviados por Acazias não retornaram, pois foram consumidos pelo “fogo do céu”; depois, mais um capitão com mais cinquenta soldados, também foram consumidos. Por fim, Acazias enviou mais um capitão, e este de joelhos suplicou ao “homem de Deus” por sua vida e de seus cinquenta soldados – Elias então desceu com eles para encontrar com o rei (2 Reis 1:2-16).

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Cuidado com as amizades

Josafá, rei de Judá, e Acabe, rei de Israel, eram amigos, inclusive eles tinham uma ligação muito forte com a união matrimonial de seu filhos, Jeroão e Atalia (2 Reis 8:18,27).

Sabemos que Josafá era um bom rei, diferentemente de Acabe que era um mau rei. A amizade entre os dois até então não tinha problemas, porém, Josafá ao aceitar o convite de Acabe para participar com ele na batalha contra os Sírios para retomar a cidade de Ramote-Gileade, cometeu um erro, pois preferiu agradar ao amigo do que agradar a Deus (1 Reis 22:4).

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